“Criando como filho”: as cartas de perfilhação e a adoção no império lusobrasileiro (1765-1822)

Autores

  • Alessandra Zorzetto Moreno Universidade Estadual de Campinas

Resumo

Os discursos dos Desembargadores do Paço lisboeta sobre a prática da adoção na sociedade portuguesa do século XVIII são nitidamente contrastantes: enquanto nos anos de 1770 afirmava-se que a adoção era freqüente, nos anos de 1780 revelava-se a sua raridade. De fato, as Ordenações Filipinas – legislação vigente em Portugal e em seus domínios no Atlântico Sul – foram omissas quanto ao instituto da adoção. Situação jurídica que perdurou no Brasil até 1916 e em Portugal até 1966 quando foi modificada pela promulgação de novos códigos civis

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Biografia do Autor

Alessandra Zorzetto Moreno, Universidade Estadual de Campinas

Doutora em História Cultural pela Universidade Estadual de Campinas (2007), mestre em História Social do Trabalho (2000) e licenciada em História (1997) pela mesma Universidade.

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Publicado

2016-04-04

Como Citar

MORENO, A. Z. “Criando como filho”: as cartas de perfilhação e a adoção no império lusobrasileiro (1765-1822). Cadernos Pagu, Campinas, SP, n. 26, p. 463–474, 2016. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/8644752. Acesso em: 25 set. 2021.

Edição

Seção

Documentos