https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/issue/feed Conexões 2022-04-27T14:31:40+00:00 Edivaldo Góis Júnior gois@unicamp.br Open Journal Systems <p><strong>Escopo</strong>: A revista <em><strong>Conexões</strong></em> é um periódico científico de publicação contínua de volumes anuais, editado pela Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, Brasil. A missão da revista Conexões é divulgar a produção científica em Educação Física e áreas correlatas, objetivando contribuir com a discussão e o desenvolvimento do conhecimento na área. A revista aceita submissão de textos produzidos por profissionais e pesquisadores de todas as áreas envolvidas com as temáticas da atividade física, das práticas corporais e do esporte.<br /><strong>Qualis</strong>: B3<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Ciências da Saúde.<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 1998<br /><strong>ISSN</strong>: 1983-9030<br /><strong>Título abreviado</strong>: Conexões<em><br /></em><strong>E-mail</strong>: <a title="E-mail" href="https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/management/settings/context#masthead/mailto:conexoes@fef.unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">conexoes@fef.unicamp.br</a><br /><strong>Unidade</strong>: <a title="FEF" href="http://www.fef.unicamp.br/fef/" target="_blank" rel="noopener">FEF</a><br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20390<br /><a title="CC-BY-NC" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc/4.0/80x15.png" alt="Licença Creative Commons" /></a></p> https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8666285 Métodos de ensino utilizados por professores de natação infantil 2022-04-12T12:25:08+00:00 Leonardo Ristow leonardoristow@live.com Ana Flávia Backes anafbackes@hotmail.com Vinicius Zeilmann Brasil vzbrasil@hotmail.com Rodolfo Silva da Rosa rodolfodarosa@yahoo.com.br Valmor Ramos valmor.ramos@udesc.br <p><strong>I</strong></p> <p><strong>Introdução: </strong>O ensino da natação infantil tem priorizado a aprendizagem dos quatro nados competitivos. Embora tenham surgido nos últimos anos diversos métodos de ensino, a prática docente dos professores ainda está voltada ao ensino da técnica esportiva por meio de métodos tradicionais. O baixo número de publicações sobre essa temática dificulta o avanço da linha da “pedagogia da natação”. <strong>Objetivo</strong>: Caracterizar os métodos utilizados por professores no ensino da natação infantil. <strong>Metodologia</strong>: Foi realizada uma pesquisa de abordagem qualitativa e de caráter descritivo, utilizando a técnica de observação não participante. As observações foram registradas com o auxílio de diários de campo. O contexto de investigação foi um estabelecimento no município de Brusque-SC. A seleção dos participantes foi de forma intencional não-probabilista e participaram três professores de natação infantil. Ao todo, foram observadas trinta aulas de quarenta e cinco minutos de duração. Os dados foram analisados através da técnica de análise de conteúdo, com as categorias determinadas a priori: atividades, instrução inicial e feedbacks. <strong>Resultados e discussão</strong>: Os resultados revelaram que os professores utilizaram a instrução por explicação, o baixo uso de feedback durantes as tarefas e predominaram as atividades técnicas/analíticas. <strong>Considerações Finais</strong>: Conclui-se que os professores observados priorizam o método de ensino analítico/tecnicista.</p> 2022-03-21T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Conexões https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8660089 Frequência e eficácia dos arremessos por classe funcional e zonas de ataque na elite do basquetebol em cadeira de rodas 2021-10-21T15:39:04+00:00 Mateus Rosatti Giacomini Ribeiro mrgribeiro@usp.br Isabella dos Santos Alves isabella.santos.alves@usp.br Weslley Matheus Malachias weslley.malachias@usp.br Márcio Pereira Morato mpmorato@usp.br <p><strong>Objetivo:</strong> O objetivo do estudo foi comparar as tentativas e eficácia dos arremessos entre as classes funcionais e zonas de ataque do basquetebol masculino em cadeira de rodas. <strong>Métodos:</strong> Os relatórios técnicos oficiais de todas as 42 partidas dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 foram analisados e a quantidade de tentativas e eficácia por classe e quatro zonas de ataques foram anotadas. Para a comparação das distribuições de tentativas de arremessos por classes funcionais e zonas de ataque foi utilizado o teste qui-quadrado. Já o ANOVA one-way foi utilizado para verificar os efeitos principais das porcentagens do total de acertos e tentativas dos arremessos para cada zona da quadra e entre classes funcionais. <strong>Resultados e conclusão:</strong> Os principais resultados demonstraram que as classes mais elevadas (<em>i.e.</em>, 3.0, 3.5, 4.0 e 4.5) representam 76% de todos os arremessos do jogo. Jogadores da classe 3.0 obtiveram significativamente maior frequência de arremessos nas zonas 1, 2 e 4 (áreas mais próximas da cesta). Enquanto os atletas da classe 4.0, apresentaram mais tentativas na zona 3 (área mais distante da cesta). Os jogadores das classes 3.5 e 4.0, comparados à classe 1.0, apresentaram maior eficácia na zona 1 (dentro do garrafão).</p> 2022-03-21T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Conexões https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8666222 Educação física escolar na gestão Jair Bolsonaro 2022-04-12T12:25:12+00:00 Fernando Garcez de Melo garcez@unemat.br Evando Carlos Moreira ecmmoreira@uol.com.br <p><strong>Objetivo: </strong>Compreender a conjuntura política-educacional da educação física escolar com a assunção à presidência de Jair Bolsonaro. <strong>Método</strong>: Foi realizada uma análise de conjuntura, à qual se dedica a compreensão do atual cenário político e implicações na educação física escolar. <strong>Resultados e discussão</strong>: Foram identificadas quatro forças primordiais para entender sua gestão e que atuam sobre a sociedade e a educação física: as forças econômica, moral, securitária e societal. Em conjunto, fomentam o desmonte de políticas sociais, a transferência do poder de atuação do público para a iniciativa privada e relações interpessoais marcadas por intolerância. <strong>Considerações Finais</strong>: Detidamente, na educação física escolar, tais forças implicam na sua secundarização, a possível diminuição de investimentos, seu uso não para o desenvolvimento da autonomia, mas para o disciplinamento. Em suma, cerceamento das práticas pedagógicas e dificuldades para o alcance de justiça social e liberdade.</p> 2022-03-21T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Conexões https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8666327 Determinantes do desempenho no atletismo 2022-04-27T14:31:40+00:00 Caio Márcio Aguiar caiomarcioaguiar@yahoo.com.br Emerson Filipino Coelho emersoncoelho@hotmail.com Heber Eustáquio de Paula hpaula@ufop.edu.br Renato Melo Ferreira renato.mf@hotmail.com Jorge Roberto Perrout de Lima jorge.perout@gmail.com Francisco Zacaron Werneck f.zacaron@ufop.edu.br <p><strong>Introdução</strong>: a avaliação do potencial esportivo é uma etapa importante na descoberta de novos talentos e deve utilizar preditores relevantes do desempenho. <strong>O</strong><strong>bjetivo:</strong> investigar a importância atribuída por treinadores aos determinantes do desempenho no atletismo, analisando diferenças entre os tipos de prova. <strong>Metodologia</strong>: participaram 12 treinadores brasileiros de atletismo (11 homens; 83% de Minas Gerais; 75% com experiência no alto rendimento e 42% com títulos internacionais). Aplicou-se um questionário contendo seis fatores e 51 indicadores do desempenho no atletismo. Os treinadores responderam em relação a importância atribuída aos fatores antropométrico, físico-motor, técnico, tático, psicológico e socioambiental, numa escala Likert (1-nada importante e 5-extremamente importante) e a ordem de importância, considerando do 1º ao 6º mais importante. Avaliaram ainda a importância para o desempenho de velocistas, fundistas, saltadores, lançadores e provas combinadas. <strong>Resultados e discussão:</strong> a ordem de importância dos fatores de desempenho foi: 1º) Físico-motor, 2º) Técnico, 3º) Psicológico, 4º) Antropométrico, 5º) Tático e 6º) Socioambiental. O fator tático, entretanto, foi o mais importante para os fundistas e atletas de provas combinadas. <strong>Conclusão</strong>: a opinião dos treinadores revelou que as características físico-motoras, técnicas e psicológicas são, nesta ordem, os principais fatores determinantes do desempenho no atletismo. Porém, é preciso considerar as diferenças observadas em relação aos grupos de provas, pois cada um apresenta particularidades que caracterizam um perfil específico.</p> 2022-04-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Conexões https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8666856 Função cognitiva após exercícios aeróbicos com e sem restrição do fluxo sanguíneo em adultos mais velhos 2022-04-27T14:31:33+00:00 Wellington Martins dos Santos well.martins.santos@gmail.com Amanda Veiga Sardeli amandavsardeli@gmail.com Daisa Fabiele Godoi Moraes daffabi26@gmail.com Marina Lívia Ferreira Venturini marina.lvferreira@gmail.com Lucas do Carmo Santos lucasc902@gmail.com Cláudia Regina Cavaglieri cavaglieri@fef.unicamp.br Laura E Middleton laura.middleton@uwaterloo.ca Mara Patrícia Traina Chacon-Mikahil marapatricia@fef.unicamp.br <p>As perdas cognitivas tipicamente experimentadas com o envelhecimento podem ser atenuadas por exercícios aeróbicos (EA) regulares. EA também induz melhora aguda da função cognitiva em idosos; no entanto, não está claro qual protocolo de EA é mais eficaz. A prática de EA com restrição de fluxo sanguíneo (RFS) agrega outros benefícios à saúde do idoso, como melhorias na aptidão aeróbia, aumento da massa e força muscular. Assim, objetivamos comparar protocolos de EA com e sem RFS na função cognitiva de idosos. Vinte e um idosos realizaram o teste de Stroop antes e após três sessões de EA em medida repetida, desenho cruzado: EA com alta carga (70% VO<sub>2</sub>máx), EA com baixa carga (40% VO<sub>2</sub>máx) e EA com RFS (40% VO<sub>2</sub>máx e 50% do RFS). Não houve efeito significativo das sessões experimentais na função cognitiva. Talvez, as cargas aplicadas não tenham sido adequadas para estimular melhorias na função cognitiva, visto que as cargas moderadas têm sido mais eficientes para aumentar o fluxo sanguíneo cerebral, entre outros mecanismos fisiológicos englobados. Além disso, observamos respostas bastante heterogêneas entre indivíduos e sessões, sugerindo que pesquisas futuras são necessárias para melhor compreensão desse fenômeno.</p> 2022-04-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Conexões https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8666520 Práticas corporais e população LGBTI+ na Educação Física 2021-11-29T13:18:10+00:00 Maria Clara Elias Polo mcepolo@gmail.com Jose Miguel Nieto Olivar escreve.ze@gmail.com Giselle Helena Tavares ghtavares@ufu.br <p><strong>Objetivo:</strong> Este estudo objetivou mapear as produções científicas sobre práticas corporais e população LGBTI+ no Brasil, bem como, compreender especificamente se a área da Educação Física produz referenciais que versam sobre essa temática. Buscou-se também, compreender na área de conhecimento Educação Física. <strong>Método:</strong> As bases de dados utilizadas foram: SciELO, LILACS, SPORTDiscus e Scopus (via EBSCO). Foram utilizadas as palavras-chave Homossexualidade; LGBT; lésbica; gay; transexual; transgênero; travesti; bissexuais; diversidade sexual; diversidade de gênero; identidade de gênero; orientação sexual; homo/trans/lesbo/fobia; sexualidade; orientação sexual em combinação com o termo “práticas corporais”. Quatorze estudos foram incluídos. <strong>Resultados:</strong> Todas as pesquisas selecionadas possuem caráter qualitativo. A maioria das revistas em que os manuscritos foram publicados atuam na produção de conhecimento na Educação Física (EF). O campo do conhecimento com maior aporte teórico voltado ao tema é o campo da EF Escolar, seguido pelo campo do Esporte. Nota-se, a importância da interface dos estudos de gênero e sexualidade oriundos das Ciências Sociais/Humanas com a Educação Física. <strong>Conclusão:</strong> Conclui-se que mesmo sem um filtro cronológico, apenas 14 estudos foram encontrados, entre os anos 2010 e 2020, corroborando com a timidez já enunciada sobre pesquisas que versam sobre sexualidade e gênero na EF.</p> 2022-06-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Conexões https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8667452 O Esporte na comunidade da violencia, uma análise do caso uruguaio 2021-11-29T13:40:53+00:00 Ismael Cardozo ismaelcardozo1985@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> Neste documento propomos problematizar a relação entre educação, esporte, segurança e violência no caso das políticas públicas no Uruguai. <strong>Método:</strong> Para este fim, analisamos um programa do Ministério do Interior do Uruguai, chamado Pelota al Medio a la esperanza. Ele usa o esporte como uma ferramenta para superar a violência e melhorar a convivência cidadã. Nesta ocasião, examinamos certos documentos relativos ao programa, bem como entrevistas com os principais informantes envolvidos no planejamento, coordenação e implementação das atividades do Pelota al medio a la esperanza. Também estudamos dois documentos importantes dos anos 90, pois constituem antecedentes relevantes na relação acima mencionada. Estes são o Projeto de Lei sobre Segurança Cidadã e a Lei do mesmo nome. <strong>Resultados:</strong> Esta primeira análise desde a perspectiva da governabilidade nos permite avançar que esta prática realizada pelo Estado se inscreva em um exercício que não atua na esfera social como um território de governo, mas sim destaca e atua na comunidade, identificando-a através da atribuição de certas características<strong>. Considerações finais:</strong> Com base no que foi abordado neste trabalho, consideramos que é possível elaborar um diagnóstico da relação entre educação, esporte, segurança e violência que nos permita maximizar o potencial dos coletivos, enfatizando a questão social e o universal na compreensão das emergências sociais.</p> 2022-06-03T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Conexões https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8666344 Abordagens tradicionais e centradas no jogo para o ensino dos esportes coletivos de invasão 2022-04-27T14:31:36+00:00 Rodrigo Leal de Queiroz Thomaz de Aquino aquino.rlq@gmail.com Rafael Pombo Menezes rafaelpombo@usp.br <p>Este ensaio teve como objetivo identificar, comparar e discutir os princípios pedagógicos tradicionais e modelos contemporâneos de ensino dos jogos coletivos esportivizados (JCE). Os JCE podem ser representados como sistemas complexos e dinâmicos, nos quais as equipes são entendidas como um microssistema social. Tradicionalmente, o ensino dos JCE foi sustentado por uma visão de mundo racionalista, com propostas centradas no professor/treinador e pautadas em abordagens e princípios pedagógicos tecnicistas e comportamentalistas. Nessa perspectiva, a reprodução (receita) sobrepõe-se à criatividade (adaptação funcional). Com a mudança de paradigma de ensino dos JCE, surgiram abordagens e modelos centrados nos jogadores/alunos e pautadas no jogo. Neste ensaio, foram discutidas as fundamentações teóricas e as implicações práticas de quatro propostas: i) Ensino de Jogos para Compreensão (Teaching Games for Understanding - TGfU); ii) Modelo de Educação Esportiva (Sport Education - SE); iii) Pedagogia Não-Linear (PNL) e; iv) Pedagogia do Jogo (entendida enquanto abordagem e modelo). Por meio dos princípios pedagógicos do TGfU (seleção do tipo de jogo, modificação-representação, modificação-exagero, ajuste da complexidade tática), da PNL (representação, manipulação de restrições, acoplamento informação-movimento, aprendizagem exploratória, redução do controle consciente do movimento), do SE e/ou da Pedagogia do jogo (pedagogia da rua, ambiente de aprendizagem e ambiente de jogo, incluindo características de desafio, desequilíbrio, imprevisibilidade, representação), é possível que os jogadores/alunos aprendam jogando, podendo inclusive interferir e criar sua aula/treino. O professor/treinador, portanto, é um mediador ativo e passivo que gerencia e medeia as situações-problema e as trocas de conhecimento.</p> 2022-04-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Conexões