https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/issue/feed Revista HISTEDBR On-line 2022-08-15T12:20:33+00:00 Luciana Cristina Salvatti Coutinho luciana.histedbr@gmail.com Open Journal Systems <div> <p><strong>Escopo: </strong>A <em>Revista HISTEDBR On-line</em> do Grupo de Estudos e Pesquisas em “História, Sociedade e Educação no Brasil” – HISTEDBR cuja sede nacional é na Faculdade de Educação/UNICAMP, utiliza a modalidade de publicação contínua objetivando publicar artigos resultantes de estudos e pesquisas científicas que abordam a educação como fenômeno social em sua vinculação com a reflexão histórica. Também compõem o escopo da revista a publicação de resenhas de obras relevantes para os debates na área, sejam elas de autores(as) nacionais ou estrangeiros(as).<br /><strong>Qualis</strong>: B1 <br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Ciências Humanas<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 2000<br /><strong>ISSN</strong>: 1676-2584<br /><strong>Título abreviado</strong>: Rev. HISTEDBR On-line <br /><strong>E-mail</strong>:<a href="https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/management/settings/context/mailto:%72%65%76%69%73%74%61%5f%68%69%73%74%65%64%62%72@%79%61%68%6f%6f.%63%6f%6d.%62%72">histedbr@unicamp.br</a><br /><strong>Unidade</strong>: <a href="http://www.fe.unicamp.br/" target="_blank" rel="noopener">FE</a><br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br /><a title="CC-BY-NC" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc/4.0/80x15.png" alt="Licença Creative Commons" /></a></p> </div> https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8665789 “Quando eu lembro da massa da mandioca” 2022-03-31T12:20:33+00:00 Marisa Oliveira Santos momarisa@gmail.com Ana Elizabeth Santos Alves ana_alves183@hotmail.com <p>Os saberes do trabalho são construtos sociais, que nascem do processo educacional entre homem e natureza, na reprodução ampliada da vida. No desenvolvimento dos estudos acerca das memórias do trabalho familiar em casas de farinha, pesquisaram-se as importantes contribuições indígenas no cultivo da mandioca e na produção dos seus derivados na história do Brasil. Neste sentido, o presente artigo tem como objetivos: apresentar o demarco de um recorte histórico da aproximação dos europeus com os saberes da produção com a mandioca – produção e produtos –, que não somente precintariam um marco da adaptação alimentar dos até então “visitantes”, mas também forjariam o interesse de exploração do tubérculo; e, ao mesmo tempo, analisar a desarticulação da primeira base de trabalho familiar e a troca de saberes sociais, os do trabalho indígena, compreendidos como rastros das primeiras casas de farinha existentes no país. Os fundamentos teóricos de Cascudo (1983; 2004); Pedroza (2014); Algranti (1997); Rodrigues (2012), entre outros, respaldaram a discussão preterida. Ao término das contribuições, verificou-se que os interesses mercantis, embora se aproximem dos saberes sociais pelas vias capitalistas, nem sempre conseguem anulá-los integralmente, pois subsistem na processualidade histórica por meio da resistência no saber-fazer e nos modos de vida de homens e mulheres do campo, perceptíveis nas casas de farinha dos dias atuais.</p> <p> </p> 2022-03-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Marisa Oliveira Santos, Ana Elizabeth Santos Alves https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8659142 Pedagogia da UNESPAR 2022-03-31T12:20:46+00:00 Beatriz Fernanda Almeida da Silva biiaallmeida2227@gmail.com Marcia Marlene Stentzler mmstentzler@gmail.com <p>Neste artigo, analisamos o acesso da mulher ao Curso de Pedagogia e o processo sócio-histórico de criação desse curso em âmbito nacional e na Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), <em>campus</em> Paranavaí, região noroeste do Estado do Paraná. Nesta instituição o curso foi criado em 1965. Nasceu com a Faculdade de Filosofia Ciências e Letras (FAFI) e foi fundamental para a formação da mulher no ensino superior em um período de escassez de professores formados nas escolas da região. A pesquisa foi realizada por meio de estudo bibliográfico, da legislação, de fontes históricas disponíveis no arquivo do <em>campus</em> da Unespar em Paranavaí e em acervo particular de uma pedagoga formada na primeira turma. A análise de documentos foi entretecida a estudos já publicados na área, como por exemplo Furlan (2008); Aragão e Kreutz (2011); Castro (2018), entre outros. Além disso, consultamos estudantes matriculados no Curso de Pedagogia em 2019, via formulário do <em>google</em>. Dessa forma, por meio da pesquisa, foi possível conhecer a história da criação do curso e da antiga FAFI como parte de um projeto para a formação de professores, expectativas profissionais e perspectivas dos estudantes com a formação obtida no Curso de Pedagogia presencial desta Universidade pública.</p> 2022-03-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Beatriz Fernanda Almeida da Silva, Marcia Marlene Stentzler https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8659855 Neoliberalismo e políticas de educação especial 2022-03-31T12:20:36+00:00 Kamylla Pereira Borges mylla567@gmail.com <p>As políticas de educação inclusiva são marcadas por embates entre diferentes projetos de sociedade. Este artigo tem como objetivo geral compreender a relação entre os princípios neoliberais e as políticas de educação especial inclusiva dos Governos do Partido dos Trabalhadores (PT): Lula (2003-2010) e Dilma Rousseff (2011-2016). Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, do tipo exploratório, descritivo e analítico. A coleta de dados se deu por meio de uma pesquisa bibliográfica e da análise documental. Após a análise, concluímos que tanto os recursos para financiamento quanto as matrículas de alunos com necessidades educacionais específicas aumentaram, mas a lógica neoliberal se manteve. Isso pode ser visto na manutenção do financiamento público às instituições assistenciais privadas, na terceirização do Atendimento Educacional Especializado (AEE) via parcerias público-privadas e na definição da educação como um serviço em vez de um direito.</p> 2022-03-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Kamylla Pereira Borges https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8659809 Análise das orientações políticas para o ensino médio no Brasil (1998-2012) 2022-03-31T12:20:40+00:00 Leonardo Dorneles Gonçalves dorneles05@gmail.com Jani Alves da Silva Moreira professorajani@hotmail.com <p>O objetivo deste texto é analisar as principais orientações políticas para o ensino médio no Brasil, no período de 1998 a 2012. Apresenta-se o resultado de uma pesquisa exploratória, de análise crítica documental na qual foram selecionados quatro documentos, sendo dois oficiais do Ministério da Educação (MEC) e dois produzidos pela Organização das Nações Unidades para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no período analisado. Enunciados dos documentos evidenciam as principais categorias políticas que foram consideradas como principais eixos da política delineada para o ensino médio nesse período. Os resultados denotam a comprovação de que os 14 anos, antecedentes à atual Reforma do Ensino Médio, Lei n.º 13.415/2017, foram prenúncios de um avanço empresarial e conservador na formação escolar da juventude brasileira.</p> 2022-03-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Leonardo Dorneles Gonçalves, Jani Alves da Silva Moreira https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8659737 "A zona rural é a que recebe os neófitos..." 2022-03-31T12:20:43+00:00 Carminha Aparecida Visquetti carminha.visquetti@vgd.ifmt.edu.br Nilce Vieira Campos Ferreira nilcevieiraufmt@gmail.com <p>Neste texto temos como objetivo analisar a educação rural, a formação ofertada a professoras rurais com enfoque na região Centro Oeste e a atuação do Movimento de Educação de Base – MEB em Mato Grosso. De caráter qualitativo e documental, a pesquisa consubstanciou-se nos elementos da História Nova. Constituem fontes para esta pesquisa: jornal impresso A Cruz (1963, 1964), produzido em Cuiabá/MT; Revistas da Campanha Nacional de Educação Rural – RCNER, (1957, 1959); Anais do Oitavo Congresso Brasileiro de Educação (1944) e mensagens presidenciais do estado de Mato Grosso (1951, 1952, 1956). Como aporte teórico para reflexões que trazemos, temos Sud Mennucci (1934), Gervásio Leite (1944), Ferreira Mendes (1944), entre outros. Inicialmente discutimos algumas diretrizes da educação rural mato-grossense e os desafios da formação de professoras rurais dessa região. Por fim, evidenciamos algumas ações do Movimento de Educação de Base em Mato Grosso. Apontamos que apesar das justificativas em defesa da escola rural e da formação de normalistas para atuarem na educação rural, não foi proporcionado meios para o seu desenvolvimento, evidenciados nos baixos salários pagos a professores, infraestrutura precária ou inexistência de prédios escolares adequados, livros didáticos que não condiziam com a realidade do meio rural, entre outros fatores.</p> 2022-03-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Carminha Visquetti; Nilce Ferreira https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8659963 A intelligentsia feminina na escola nova 2022-04-01T13:47:47+00:00 Hebelyanne Pimentel da Silva hebelyannepimentel@gmail.com Charliton José dos Santos Machado charlitonlara97@gmail.com <p>Este texto busca expor reflexões acerca do movimento da <strong>Escola Nova (1932)</strong>, por meio das crônicas publicadas pela intelectual brasileira <strong>Cecília Meireles (1901-1964)</strong> no periódico carioca <strong>Diario de Noticias</strong>, nos anos iniciais da década de 1930. Considerando os princípios da Nova Historiografia (BURKE, 2010), fundamenta-se em diferentes documentos que dialogam com os mencionados registros, localizando-os em tempo e espaço de escrita e circulação, como indicado pela concepção escriturária seguida. (CERTEAU, 2017; LUCA, 2008). Dada a escolha do jornal como principal fonte, analisa-se o ideal de <strong>criança </strong>e <strong>professor</strong> propagados ela mestra, extraindo, com o apoio destes, o conceito atribuído por ela à categoria democracia, reivindicada pela Nova Escola em suas limitações e contradições. Os periódicos, principais veículos de informação de tais tempos, possibilitaram a formulação de redes de sociabilidade entre representantes dos mais variados segmentos, sendo, portanto, rico material para investigações históricas. (LUCA, 2008). Percebe-se que, ao discutir os problemas comuns no Brasil e na América do início do século XX, a personagem favorece visualização microscópica dos segmentos mencionados, ora assemelhando-se, ora distanciando-se dos demais <em>escolanovistas</em>. Em contexto de modernização educacional, expôs peculiaridades e globalidades do seu olhar feminino, docente e literato.</p> 2022-03-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Hebelyanne Pimentel da Silva, ConfiguraçõesCharliton José dos Santos Machado https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8659947 A gestão democrática nos marcos legais 2022-04-01T13:47:51+00:00 Suellem Pantoja smartinspantoja@gmail.com Alberto Damasceno albertod@ufpa.br <p>O presente artigo versa sobre a gestão democrática da educação e tem como objetivo demonstrar em perspectiva histórica como esse princípio vem sendo tratado nos documentos oficiais desde a Constituição Federal de 1988 até o Plano Nacional de Educação – PNE 2014/2024. Trata-se de uma pesquisa documental na qual utilizamos a Constituição Federal de 1988, a LDB/1996, o PNE 2001/2010 e o PNE 2014/2024, além de realizarmos uma revisão bibliográfica acerca do tema com base em autores como Azevedo e Farias (2018), Fagnani (2017), Souza e Pires (2018). Destacamos que passados mais de 30 anos desde a promulgação da Constituição Federal de 1988 as questões referentes à gestão democrática não alcançaram consenso, tanto que os documentos refletem essas disputas e discordâncias.</p> 2022-03-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Suellem Pantoja, Alberto Damasceno https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8660008 A revista O Ensino (Paraná, 1922-1924) 2022-04-01T13:47:45+00:00 José Ricardo Skolmovski da Silva josericardo@prof.unipar.br Analete Regina Schelbauer analeteregina@gmail.com Maria Cristina Gomes Machado mcgm.uem@gmail.com <p>Este artigo tem como temática a imprensa pedagógica como fonte de pesquisa. Centramos nossa atenção por meio da seguinte investigação: Quais são as possibilidades que a imprensa pedagógica como fonte nos permite pesquisar a fim de elaborarmos possíveis interpretações da história da educação? Objetivamos investigar a revista <em>O Ensino</em> (PARANÁ, 1922-1924). Trata-se de uma publicação oficial da inspetoria geral do ensino no Paraná. A pesquisa situa-se no campo da história e historiografia da educação e corrobora os esforços empreendidos pelos integrantes do Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação, Intelectuais e Instituições Escolares. A metodologia utilizada é a pesquisa bibliográfica e documental baseado no materialismo histórico. Como resultados, evidenciamos a revista como um meio de comunicação utilizado pelo governo para direcionar a prática dos professores e para solucionar os problemas que impediam o avanço e desenvolvimento do capital. Dentre as temáticas predominantes, destacamos os métodos de ensino, saúde e higiene, nacionalização e história pátria/cívica, ensino moral, trabalho e progresso.</p> 2022-03-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 José Ricardo Skolmovski da Silva, Analete Regina Schelbauer, Maria Cristina Gomes Machado https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8664554 Eco “conteudista" 2022-04-01T13:47:37+00:00 Diego Tadeu de Oliveira Rocha diego.tadeu@edu.pucrs.br Luciana Cristina Salvatti Coutinho lucscoutinho@gmail.com <p>O presente artigo analisa a importância dada pela Pedagogia Histórico-Crítica aos conteúdos escolares e a construção curricular, realizando um contraponto com o discurso neoliberal contrário a função principal dos conteúdos dentro da prática pedagógica; denominando “conteudista” os docentes e as propostas pedagógicas que procuram realizar o processo de transmissão-assimilação dos conhecimentos científicos, artísticos e filosóficos evidenciado nos conteúdos escolares. Orientando-se pela nossa própria prática docente e pelo nosso próprio desenvolvimento da síncrese, abstração/análise e síntese diante da pedagogia analisada, desdobramos os principais conceitos que envolvem a teoria curricular e os conteúdos escolares como prioritários.</p> 2022-03-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Diego Tadeu de Oliveira Rocha, Luciana Cristina Salvatti Coutinho https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8661128 Revolução e transição política 2022-04-01T13:47:41+00:00 Renata Riva Finatti rrfinatti@gmail.com <p class="Resumos"><span style="font-size: 11.0pt; font-weight: normal;">O presente trabalho, de cunho qualitativo e documental, objetiva analisar o desenho de democratização da gestão da educação em articulação com a forma pela qual os países saem de um regime autoritário e constituem-se Estados Democráticos. As análises deram-se a partir da legislação promulgada nos primeiros anos após uma transição política (Brasil, década de 1980) e uma revolução (Portugal, 1974), bem como dos estudos sobre a temática publicadas em cada um dos contextos. Descrevem-se, portanto, duas experiências que, apesar das semelhanças nas normativas, são distintas especialmente quanto às vivências e à construção de processos democratizantes para a gestão de seus sistemas educacionais. Estas vivências, no âmbito da escola, caracterizaram fortemente a constituição legal em Portugal, enquanto no Brasil as normativas foram construídas sem esta vinculação à realidade escolar, mas com pautas ainda discursivas de diversos movimentos. </span></p> 2022-03-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Renata Riva Finatti https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8665242 Criação, instalação e expansão das primeiras escolas de Campo Grande/MS 2022-05-05T15:06:36+00:00 Jucileia Nascimento de Oliveira jucileia.nascimento@gmail.com Marcelo Pereira Rocha mp.1983@bol.com.br Margarita Victoria Rodríguez poroyan@uol.com.br <p>O artigo evidencia a importância da Escola Visconde de Cairu, no contexto do desenvolvimento acelerado de Campo Grande, entre os anos de 1918 e 1945. Para isso, objetiva-se analisar a criação, instalação (zona rural e urbana) e consolidação da referida escola, sediada em Campo Grande, capital do Estado do Mato Grosso do Sul. O estudo baseia-se na análise de fontes documentais constituídas por mensagens presidenciais enviadas à Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso; relatórios dos intendentes de Campo Grande; documentos coletados nos arquivos da Escola Visconde de Cairu; atas da Câmara Municipal de Campo Grande e jornais da época, obtidos em arquivos públicos e particulares (presencial e/ou on-line). Conclui-se que as escolas de iniciativa particular, no início da década de 1910, introduziram o ensino primário em Campo Grande e expandiram-se consideravelmente na década seguinte. A Escola Visconde de Cairu apresenta crescimento no número de matrícula desde sua criação, sendo mais expressivo nos anos de 1944 e 1945, acompanhando o crescimento populacional lépido do município. Os alunos eram descendentes de japoneses e muitos desses egressos foram admitidos no ensino secundário (Ginásio Osvaldo Cruz e Ginásio Municipal de Campo Grande). O quadro de corpo docente estava constituído por professores de origem japonesa e brasileira, com predominância do sexo feminino.</p> 2022-05-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8659871 Crítica à formação de competências socioemocionais na escola 2022-05-05T15:06:39+00:00 Márcio Magalhães da Silva marcio.dasilva@ufla.br <p>A formação de competências socioemocionais na escola tem sido apontada como uma necessidade premente para garantir o sucesso individual de crianças e adolescentes. Quem defende essas ideias considera que a escola, desde o seu surgimento, tem se preocupado apenas com o desenvolvimento intelectual de alunas e alunos, sem se importar com o seu desenvolvimento afetivo-emocional, causando prejuízos a todas e todos. Assim, este artigo apresenta uma análise de algumas propostas de formação de competências socioemocionais na escola produzidas pelo Instituto Ayrton Senna, BID, OCDE e presentes na reforma do ensino médio e na BNCC. Foram selecionadas nessas propostas algumas informações organizadas em categorias pré-definidas, de acordo com o referencial teórico adotado, a psicologia histórico-cultural e a pedagogia histórico-crítica. Como resultado, constata-se a artificialidade da cisão estabelecida entre as funções cognitivas e afetivas do psiquismo humano que se expressa na dicotomia entre competências cognitivas e socioemocionais, e que a formação de competências socioemocionais é apresentada como solução para os problemas decorrentes da alienação inerente à sociedade capitalista, contribuindo, porém, tão somente para o aprofundamento dessa alienação e a manutenção das relações de dominação vigentes.</p> 2022-05-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8666486 Relações seres humanos/natureza e saberes do trabalho associado 2022-05-05T15:06:32+00:00 Maria Clara Bueno Fischer mariaclara180211@gmail.com Betânia Cordeiro betaniascordeiro@gmail.com Lia Tiriba liatiriba@gmail.com <p>Partimos da premissa marxiana do princípio educativo do trabalho, ou seja, de que nas relações que estabelecemos com a natureza, mediadas pelo trabalho, transformamos a nós mesmo como parte integrante da natureza. Produzimos cultura e, portanto saberes. Neste artigo, revisitamos e problematizamos procedimentos teórico-metodológicos utilizados em nossas pesquisas sobre saberes que emergem de práticas econômico-culturais de mulheres e homens que vivem e trabalham de forma associada no campo. Trata-se de pesquisas que tiveram como objeto de estudo comunidades tradicionais e uma rede de economia solidária nacional que articula trabalhadores(as) do campo e da cidade. Como resultado, sistematizamos premissas político-epistemológicas para apreensão e análise de saberes do trabalho associado, entendidos como saberes caracterizados por uma forte relação seres humanos/natureza e que são produzidos por trabalhadores(as) nos processos de trabalho marcados pela apropriação coletiva dos meios de produção, pela apropriação igualitária dos frutos do trabalho e pela gestão democrática das decisões quanto à utilização dos excedentes e aos rumos da produção.</p> 2022-05-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8666523 Ensino de História na formação das crianças dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental 2022-05-05T15:06:29+00:00 Gabriela Aparecida de Assis gabiassis94@hotmail.com Vanessa Campos Mariano Ruckstadter vanessaruckstadter@uenp.edu.br Marisa Noda mnoda@uenp.edu.br <p>Este artigo apresenta o resultado de uma pesquisa de mestrado que teve como objetivo apresentar as possibilidades do ensino de História para crianças dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental a partir da perspectiva da Pedagogia Histórico-Crítica. (PHC). A metodologia adotada para esta pesquisa foi a própria PHC, teoria da educação elaborada por Dermeval Saviani no final dos anos de 1970, que se fundamenta no materialismo histórico-dialético e visa, através da apropriação do conhecimento historicamente acumulado e sistematizado pelos homens e mulheres a partir da prática social, a emancipação dos indivíduos. Para que haja essa relação com o ensino de História, é preciso considerar que ainda são muitos os desafios que perpassam esse ensino nos Anos Iniciais. O recorte deste artigo aborda justamente esses desafios e a importância do ensino de História já nos primeiros anos de escolarização. Concluiu-se que o ensino de História em uma perspectiva crítica possibilita o fortalecimento da noção de pertencimento e coletividade para a construção de uma sociedade democrática. Ensinar História para crianças tornou-se uma necessidade, mais do que um conteúdo a mais no currículo, pois essa disciplina prepara as crianças para agirem em sociedade como sujeitos, estimula a pensar a realidade de forma autônoma e crítica, ativa a reflexão e a ação sobre a prática social de forma sistematizada e consciente.</p> 2022-05-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8666398 O golpe de 2016, as fragilidades da democracia liberal brasileira e o papel da educação 2022-05-23T15:47:10+00:00 Jorge Fernando Hermida professorjfh@yahoo.com.br Jailton de Souza Lira professorjfh@yahoo.com.br <p>O artigo apresenta uma análise das causas pelas quais a democracia liberal – instituída no Brasil após vinte anos de ditadura militar – vem sendo desconstruída desde a concretização do Golpe jurídico-midiático-parlamentar de 2016. Fundamentado no materialismo histórico e dialético e na pedagogia histórico-crítica, traz uma caracterização da dinâmica democrática, das formas de fazer política pós-Golpe de 2016 e dos modelos de Estado e democracia na realidade brasileira. Também ressalta o protagonismo que a educação exerce nos processos de formação de cidadãos críticos e compromissados com a mudança social. O artigo conclui que, historicamente, a cultura democrática sempre foi mal assimilada pelas classes dominantes no Brasil. Nesse contexto, a educação precisa ser concebida, definitivamente, como uma modalidade primordial da prática social global para a garantia da posse do saber objetivo produzido historicamente pela sociedade. Quando trabalhada sob perspectivas críticas, a educação torna-se ainda mais essencial para a formação de mulheres e homens críticos, criativos e comprometidos com princípios e valores solidários, inclusivos e democráticos.</p> 2022-05-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8665150 O papel mediador das instituições educacionais nas políticas de desenvolvimento econômico-social 2022-05-23T15:47:19+00:00 Aline de Carvalho Moura licacmoura@hotmail.com Alexandre Augusto e Souza augustoesouza@gmail.com <p>Neste artigo, nos propomos a discutir sobre o papel mediador das instituições educacionais como tema de pesquisa. O trabalho tem como objetivo discutir a relação mediadora das instituições educacionais junto às políticas de desenvolvimento econômico-social no Brasil. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, na qual a principal base de referencial teórico para esse debate é o autor Florestan Fernandes, considerando suas análises quanto às transformações histórico-sociais e, especificamente, a participação das instituições nos processos de desenvolvimento. Considerando uma abordagem teórico-metodológica que se pauta nas relações entre educação, sociedade e história, argumenta-se que as instituições educacionais são mediadoras entre os aspectos materiais e as formas ideais concebidas para a organização das relações econômico-político-sociais. Algumas instituições educacionais destacaram-se mais do que outras no processo de implementação de debates e projetos no campo educacional, como é o caso do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (Inep), que, desde sua inauguração na década de 1930, vem contribuindo para as transformações econômico-políticas através das políticas educacionais. Conclui-se que as instituições educacionais podem ser compreendidas como parte dos processos de transformação econômica e política, de intervenção social, promovendo a acomodação de uma série de forças políticas em disputa, restringindo e/ou eliminando desvios prejudiciais para o equilíbrio e o rendimento das mais variadas relações de poder.</p> 2022-05-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8661085 Educação especial e políticas educacionais 2022-05-23T15:47:24+00:00 Neide da Silveira Duarte de Matos neide.matos@unioeste.br Lucia Terezinha Zanato Tureck lucia.tureck@unioeste.br <p>O artigo busca expor alguns marcos históricos presentes na legislação brasileira que permitam compreender as concepções de aprendizagem e desenvolvimento humano de pessoas com deficiência, em especial nas políticas educacionais para a Educação Especial. De natureza bibliográfica e documental, analisa documentos de organismos nacionais e internacionais que orientaram essas políticas, considerando que revelam em cada momento histórico uma interpretação própria de desenvolvimento humano e da perspectiva de educação ofertada. Cada documento e/ou diretriz curricular remete a dado entendimento sobre a construção social da deficiência associada às formas de educação escolar necessárias. Constata-se disputas entre concepções sobre aprendizagem e desenvolvimento humano nas políticas de Educação Especial no Brasil, que tomaram forma na organização da modalidade, suas definições de atendimento e formação de professores. Nos limites dessa análise, levanta-se aspectos que contribuam para apreender as configurações que tais disputas assumem na política de Educação Especial, face às orientações internacionais que consideram o acesso à educação escolar como meio de promoção de justiça e igualdade social e, também, a uma educação para todos com participação efetiva das pessoas com deficiência e as possibilidades de sua instrumentalização.</p> 2022-05-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8666021 O novo ensino médio no respaldo liberal 2021-10-25T12:37:51+00:00 Isis Tomas da Silva isistomas@gmail.com Luciana Nair Moretto luciana.moretto0811@gmail.com Glaucia Andreza Kronbauer glaucia.kronbauer@gmail.com Carla Michele Ramos Torres carla.ramos@ifpr.edu.br Isabel Castilho Palhano pedisabel@yahoo.com.br <p>A pesquisa tem como objetivo analisar como o pensamento liberal influencia as políticas educacionais no Estado brasileiro contemporâneo. Trata-se de um estudo documental que terá como fontes a Lei Federal n. 13.415/2017 (BRASIL, 2017) e o Guia de Implementação do Novo Ensino Médio. Estudo do qual foi realizado à luz do materialismo histórico dialético. Portanto chega-se ao entendimento que esta flexibilização curricular garantida nos referidos documentos, apesar de mencionar a liberdade do jovem na escolha do itinerário curricular, este acaba sendo induzido na sua opção enquanto condição de estar atendendo uma demanda de qualificação técnica para o mercado de trabalho condicionada pelo capitalismo mundial.</p> 2022-05-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Isis Silva; Luciana Moretto; Glaucia Kronbauer; Carla Torres; Isabel Palhano https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8660162 Lendo fotografias de escolas rurais do Município de Ariquemes – Rondônia 2022-08-15T12:20:33+00:00 Rony Von de Jesus Santos profronyvon@hotmail.com Sérgio Candido Gouveia Neto sergio.gouveia@unir.br Cristiane Talita Gromann de Gouveia thalita_hehe@hotmail.com <p>Na década de 1990, a Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) de Ariquemes/RO fotografou diversas escolas multisseriadas da zona rural do município. Que leituras podemos fazer das imagens fotográficas das escolas multisseriadas das zonas rurais de Ariquemes, Rondônia na década de 1990? Dessa forma, o artigo em tela como objetivo realizar uma leitura das fotografias das escolas rurais do Município de Ariquemes, Rondônia na década de 1990. Para as possíveis leituras, escolhemos algumas imagens fotográficas de um álbum de 400 fotografias, algumas que retratassem as diferentes estruturas das escolas no período, bem como, os mobiliários escolares e indícios das práticas pedagógicas dos professores. Apoiamos principalmente em autores que estudam a leitura de imagens, tais como, Manguel (2001) e Dalcin e Silva (2020). Essas fotografias nos mostram a mudança na estrutura das escolas de taperas de babaçu as construções de alvenarias, além de mobiliários típicos de escolas multisseriadas da zona rural de Rondônia. Mais do que isso, podemos ler algumas práticas pedagógicas realizadas por professores.</p> 2022-08-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8660433 O que importa na leitura de bons livros 2022-08-15T12:20:27+00:00 Paulo Romualdo Hernandes paulorh_mancini@hotmail.com João Ricardo dos Santos Campanholo joao_campanholo@hotmail.com Antônio Santos de Oliveira Júnior profantoniosoj@gmail.com <p>Neste artigo, analisa-se a Autobiografia de Loyola e o Sermão a Santo Inácio, do Padre Antônio Vieira, investigando aspectos importantes narrados por Loyola e aproveitados por Vieira, relacionados às mudanças nos modos de leitura para homens leigos: a leitura solitária, íntima, interior, individual. Esses novos modos de leitura tiveram início, segundo parece a Foucault, no século XIV, com a <em>Devotio Moderna</em>, propagados pelos Irmãos de Vida Comum, transformações que seriam consideradas por Ariès e Chartier como de maior avanço da modernidade. O caminho de análise do discurso leva em conta que tanto Inácio de Loyola quanto o Padre Vieira expressam em seus escritos o que lhes era visível enquanto membros de uma ordem religiosa católica, dos séculos XVI e XVII, respectivamente. O estudo da narrativa e do Sermão a Santo Inácio revela que os jesuítas, embora inscritos na modernidade, seguiam firmes na defesa de uma mentalidade religiosa de disciplinar o que os fiéis deviam ou não ler. No século XVI, de Loyola, os perigos da leitura solitária envolviam a interpretação, compreensão e escrita de textos por pessoas leigas e protestantes, longe dos olhos vigilantes da Igreja Católica. No século XVII, de Vieira, o ataque à autoridade e tradição da Igreja devia-se à mentalidade racional/científica que se estabelecia na Europa nesse mesmo período.</p> 2022-08-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8663949 Um clube agrícola no grupo escolar rural 2022-08-15T12:20:21+00:00 Rosa Fátima de Souza Chaloba rosa.souza@unesp.br Tarcísio dos Santos da Silva tarcisio.silva@unesp.br <p>O objetivo deste texto é reconstituir aspectos da história dos Clubes Agrícolas no estado de São Paulo por meio do estudo da trajetória do Clube Agrícola “Comendador Hélio Morganti” que funcionou no Grupo Escolar Rural “Comendador Pedro Morganti”, Araraquara – SP, no período de 1953 a 1969, problematizando as finalidades, as normatizações, os agentes responsáveis pela sua implementação e as práticas agrícolas e educativas desenvolvidas nessa associação. O estudo fundamenta-se em um conjunto diverso de fontes envolvendo a legislação do estado de São Paulo e documentos sobre o clube agrícola encontrados no arquivo permanente da EMEF Hermínio Pagôtto, como atas de reuniões do clube, registro de sócios, relação de doações, correspondências, relação de materiais e relatórios. O texto destaca a presença marcante do Ministério da Agricultura na normatização dos Clubes Agrícolas e as práticas de educação rural neles desenvolvidas com vistas à formação de valores ruralistas.</p> 2022-08-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8661095 Revisão integrativa sobre a formação de professores na Finlândia 2022-08-15T12:20:24+00:00 Luciano Marcelo Stern Diniz de Oliveira luciano@gentedebem.org Tania Stoltz tania.stoltz795@gmail.com <p>A Finlândia é um país marcado por eventos negativos em seu passado, mas suas escolhas de investimento em educação pública o colocaram nas últimas décadas no topo das avaliações educacionais e, como consequência, transformaram o país em uma referência mundial. O objetivo deste artigo é analisar os princípios norteadores das formações de professores na Finlândia, visto que esse é um dos pontos considerados como chave para o sucesso desse sistema educacional. A metodologia utilizada no estudo consistiu em uma revisão integrativa sobre o tema nas bases <a href="about:blank"><em>Scientific Electronic Library Online</em></a> (SciELO), no catálogo de teses e dissertações da CAPES e no portal de periódicos CAPES/MEC. Utilizou-se os descritores Finlândia e Professor na língua portuguesa e suas traduções na língua inglesa e espanhola. Conclui-se que as pesquisas sobre a formação de professores na Finlândia podem subsidiar as discussões na área da Educação e a formulação de políticas públicas quanto a diferentes possibilidades de formação, com resultados amplamente comprovados e referendados internacionalmente, para potencializar as transformações necessárias das formações docentes no Brasil.</p> 2022-08-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8660318 Trajetórias, ideias e referenciais 2022-08-15T12:20:30+00:00 Damiana de Matos Costa França damianamcf@yahoo.com.br <p>O artigo apresenta uma análise dos referenciais e trajetória(s) das políticas públicas implementadas pelo governo federal para a educação no meio rural brasileiro no período de 1930 a 1990. Ancorado na abordagem cognitiva, o estudo assumiu um olhar a partir de uma perspectiva histórica. A análise evidencia que os referenciais refletem ideias e interesses de grupos de atores distintos que resultam de trocas políticas estabelecidas entre estes em diversos momentos no cenário político nacional. Portanto, a trajetória expressa que os referenciais estabeleceram relações com a reprodução e a produção das desigualdades educacionais e os seus efeitos de distanciamento em relação à garantia da justiça social (justiça distributiva), de atender ao direito da escolarização da população do campo.</p> 2022-08-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8660329 A práxis político-educativa nas ocupações secundaristas na região dos Campos Gerais – PR 2021-04-14T17:02:02+00:00 Simone de Fátima Flach eflach@uol.com.br Aldimara Catarina Brito Delabona Boutin audiboutin@hotmail.com <p>O tema deste artigo é a práxis político-educativa das ocupações secundaristas realizadas nos Campos Gerais, no Paraná (PR), em 2016. Sob a luz do materialismo histórico-dialético, a partir do levantamento bibliográfico sobre as ocupações de 2016 e da realização de entrevistas com jovens que participaram do processo, analisam-se as ocupações em escolas de Ponta Grossa e de Ventania, de modo a evidenciar as particularidades e os elementos comuns circunscritos às pautas políticas desenvolvidas pelos “ocupas”. As análises foram orientadas pela categoria teórica gramsciana “filosofia da práxis”. Ao final, indica-se que as ocupações se desenvolveram de modos distintos, evidenciaram a práxis político-educativa e foram norteadas por elementos comuns em defesa de direitos sociais fundamentais. </p> 2022-08-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Simone Flach; Aldimara Boutin https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8667687 Discursos oficiais e políticas nacionais e de santafecinas de educação agrotécnica durante a Revolução Argentina (1966-1973) 2021-11-25T20:33:41+00:00 Gabriela Andrea D'Ascanio gabidascanio@gmail.com <p>Este artigo enfoca a história recente do agro-técnico de nível médio na província de Santa Fé com o propósito de reconhecer a interação de atores, discursos, ações e órgãos estaduais que intervieram no desenvolvimento da agro-técnica nacional e de Santa Fé. escolas, criadas naquela jurisdição, durante o governo da “Revolução Argentina”. Por meio da análise dos discursos de autoridades estaduais, nacionais e provinciais, e das políticas educacionais que foram implementadas na educação agrotécnica na província de Santa Fé, busca-se desvendar seus alcances e limites no plano institucional. Ao mesmo tempo, investiga sua vinculação com o desenvolvimento das economias regionais, observando a relação das novas instituições escolares com as atividades econômicas das áreas onde foram instaladas. O corpus das fontes analisadas é constituído por documentos oficiais e artigos de jornais de circulação nacional e regional.</p> 2022-08-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Gabriela Andrea D'Ascanio https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8658283 Pedagogia histórico-crítica, educação e revolução 2022-04-01T13:47:55+00:00 Rafaella Barbosa Alparone rbalparone@hotmail.com <p>Resenha: CASTANHA, A. P.; MALANCHEN, J.; ORSO, P. J. (Org.). <strong>Pedagogia histórico-crítica, educação e revolução</strong>: 100 anos da revolução russa. 2. ed. Uberlândia: Navegando Publicações; Campinas: Autores Associados, 2018.</p> 2022-03-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Rafaella Barbosa Alparone https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8665538 O hino, o sermão e a ordem do dia 2022-05-23T15:47:17+00:00 Fernanda Bahia fcmbahia77@gmail.com <p>HORTA, J. S. B. <strong>O hino, o sermão e a ordem do dia</strong>: regime autoritário e educação no Brasil (1930-1945). 2. ed. rev. Campinas, SP: Autores Associados, 2012.</p> 2022-05-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista HISTEDBR On-line