https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/issue/feed Línguas e Instrumentos Línguísticos 2022-07-15T17:16:48+00:00 Greciely Cristina da Costa contato@revistalinguas.com Open Journal Systems <p class="style2" style="font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: #000000; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;" align="justify"><strong>Escopo</strong>: A revista Línguas e Instrumentos Linguísticos tem como objetivo publicar textos que reflitam sobre a linguagem, sobre o funcionamento linguístico em geral, sobre as tecnologias da linguagem e sobre a história das ideias, dos conceitos e métodos dos estudos sobre a linguagem. Na realização deste objetivo este periódico tem, com continuidade e regularidade, publicado artigos das diversas áreas das ciências da linguagem e de autores das mais diversas universidades e centros de pesquisa do Brasil e do exterior.<br /><strong>Qualis</strong>: B1<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Interdisciplinar / Letras / Linguística<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 1998<br /><strong>E-ISSN</strong>: 2674-7375<br /><strong>Título abreviado</strong>: Líng. Instrum. Linguist.<br /><strong>E-mail</strong>: <a href="https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/management/settings/context/mailto:contato@revistalinguas.com" target="_blank" rel="noopener">contato@revistalinguas.com</a> <br /><strong>Unidade</strong>: <a title="LABEURBE" href="https://www.labeurb.unicamp.br/site/web/" target="_blank" rel="noopener">LABEURB</a><br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br /><a title="CC-BY-NC-SA" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/4.0/80x15.png" alt="Licença Creative Commons" /></a></p> https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8670264 Said Ali na história das ideias linguísticas no/do Brasil 2022-06-27T00:25:18+00:00 Claudia Regina Castellanos Pfeiffer claupfe@gmail.com Thaís de Araujo da Costa araujo_thais@yahoo.com.br Vanise Gomes de Medeiros vanisegm@yahoo.com.br <p>O presente Dossiê é fruto do <em>I Seminário do Arquivos de Saberes Linguísticos - Homenagem a Said Ali</em><a href="#_edn1" name="_ednref1"></a>, realizado entre os dias 08 e 12 de novembro de 2021. Pudemos ouvir e discutir reflexões potentes de pesquisadores importantes no cenário dos estudos sobre a linguagem e da história desses estudos que, em uníssono, destacaram de modos diversos o pioneirismo, o ineditismo, o vanguardismo, a beleza, a força dos escritos de Manuel Said Ali Ida, trazendo a público distintas possibilidades de significar uma homenagem a este nome de autor.</p> <p>&nbsp;</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8670265 Gramática e discurso 2022-07-15T17:14:25+00:00 Eni Puccinelli Orlandi enip@uol.com.br <p>A partir do estudo de M. Said Ali sobre o que ele denomina “expressões de situação” procuramos compreender a estrutura e funcionamento dessas expressões, observando da perspectiva da Análise de Discurso. Produzimos, desse modo, uma reflexão que nos permite relacionar gramática e discurso, considerando que o procedimento de análise de S. Ali desloca a noção de termos expletivos, ou de realce, como se trata na gramática, para expressões de situação, incluindo, assim, a relação com a exterioridade. Essa proposta de Said Ali aponta para um outro modo de pensar a língua.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8670121 Said Ali 2022-07-15T17:14:31+00:00 Eduardo Guimarães eduardo.gui@uol.com.br <p>Para analisar um certo percurso da obra de Said Ali, decisivo na história das ideias linguísticas no Brasil, tomo dois acontecimentos. De um lado a publicação da Gramática Secundária (uma gramática normativa, que ele chama de prática) e a publicação de Estrutura da Língua Portuguesa de Mattoso Câmara, em 1970. Com esta análise procuramos refletir sobre a questão do purismo, de um lado, e da consideração de uma norma linguística na obra de Said Ali, de outro. Podemos observar que, se ele considera a questão da norma linguística, de uma língua escrita como modelo, ele é radicalmente contra o purismo da língua, considerando sua história e suas relações com outras línguas. Feito o percurso, podemos considerar que o sentido do acontecimento que tomamos para análise tem no seu passado os trabalhos publicados em Dificuldades da Língua Portuguesa, a Lexeologia do português histórico e Formação das palavras e sintaxe do português histórico; no seu presente, a enunciação das definições de gramática; e no futuro o que o acontecimento projeta como sentido, no caso, entre outras coisas, a realização de uma gramática descritiva da língua portuguesa. Um aspecto importante no seu trabalho é o modo como nele opera um sujeito psicológico da linguagem e um sujeito da língua, o povo, com todas as suas divisões. Tomando seu trabalho nas condições de seu tempo, vemos como ele é decisivo e projeta outras condições para as descrições do português no Brasil.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8669272 Said Ali e a gente na história da língua e da gramatização brasileira 2022-07-15T17:15:11+00:00 Ana Cláudia Fernandes Ferreira anaclau@ymail.com Michel Marques de Faria michelmarques@id.uff.br <p>De uma perspectiva discursiva da História das Ideias Linguísticas, analisamos os modos pelos quais a pronominalização do <em>a gente</em> comparece como uma questão que é elaborada e reelaborada em diferentes produções de Said Ali. Buscamos mostrar de que maneiras sujeito e língua vão sendo significados/divididos quando o autor reflete sobre o <em>a gente</em>, ao mesmo tempo em que procuramos observar como ele lida com o problema da indeterminação e da determinação do pronome. Com essas análises, pudemos tecer algumas reflexões sobre as condições históricas específicas do funcionamento pronominal do <em>a gente</em> no Brasil articuladas à produção de um saber sobre esse funcionamento, considerando as relações de dominação e resistência constitutivas da nossa história de colonização e de descolonização.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8669259 Coordenação e subordinação na obra de Said Ali 2022-07-15T17:15:14+00:00 José Carlos Santos de Azeredo jc.azeredo@terra.com.br <p>É notável o interesse atual dos linguistas brasileiros pela história do pensamento gramatical entre nós. Uma das linhas dessa moderna reflexão se concentra nos indicadores de autonomia do autor brasileiro em face da herança colonial. Já consensual entre os pesquisadores dessa história – que em geral acompanham a proposta de Antenor Nascentes (1935) –, o marco inicial dessa fase de autonomia é a publicação da Gramática Portuguesa, de Júlio Ribeiro, em 1881. Na opinião de vários linguistas contemporâneos, o mencionado movimento de autonomia prometia uma expansão de reflexões que acabou sustada pelo advento da Nomenclatura Gramatical Brasileira, em 1959. De certa forma, foi também no caldo dessa tese que ganhou tempero o referido interesse pelo aprofundamento da formação do pensamento gramatical brasileiro. Comprovada ou não, ela já deu um auspicioso fruto: a motivação para a descoberta, pelas novas gerações de estudiosos da língua, do legado de pensadores do vulto de Manuel Said Ali, antecipador de conceitos reconhecidos como pedras-de-toque de teorias modernas sobre a enunciação e a significação. </p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8668980 Relações entre terminação e gênero morfológico em Said Ali 2022-07-15T17:16:09+00:00 Mário Eduardo Viaro maeviaro@usp.br Milena Guirelli Trindade milenagt@usp.br <p>O presente artigo busca explorar o gênero morfológico na língua portuguesa por meio da investigação da relação existente entre gênero e terminação. Said Ali (1923, p.55-68) contribuiu para essa indagação ao apresentar possíveis índices de gênero para os substantivos; no entanto, para verificar o que é apontado pelo autor, faz-se necessário analisar de forma expandida como o gênero morfológico se manifesta nas diferentes terminações possíveis de substantivos da língua portuguesa. Desse modo, este trabalho se propõe a estudar como substantivos terminados em -l se comportam, considerando a tendência ao gênero morfológico masculino; além de examinar a ocorrência das eventuais exceções, buscando hipóteses que expliquem seu funcionamento.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8669229 Investigações filológicas de Said Ali (1975) 2022-07-15T17:15:21+00:00 Gesualda Rasia gesa.rasia@gmail.com <p>Este texto (re) apresenta o filólogo-gramático Manuel Said Ali. Transcorridos 160 anos de seu nascimento, presentificamos gestos na produção do conhecimento linguístico em um tempo de sedimentação do que é a língua portuguesa do Brasil, o início dos anos 30. Construímos esse retorno a partir dos pressupostos da HIL, em diálogo com os estudos da AD francesa, atentando para a historicidade implicada na produção de saberes sobre a língua, especialmente os lugares de desestabilização e descontinuidade. Nosso recorte para tematizar a questão posta incide sobre um fato de linguagem, a relação nomeação/realidade. Para tanto, nos detemos no debate que Said Ali propõe, em Investigações Filológicas, sobre os nomes das cores. Atentamos, nos fatos de ordem semântica, para a produção de sentidos na necessária relação da linguagem com sua exterioridade.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8669226 O movimento da língua na grammatica historica de Said Ali 2022-07-15T17:15:24+00:00 Suzy Lagazzi slagazzi@gmail.com <p>Este artigo, a partir de uma abordagem discursiva materialista, faz um percurso pela Grammatica Historica da Lingua Portugueza, de M. Said Ali, discutindo e analisando o investimento descritivo do autor na comparação de diferentes momentos do português, a partir da premissa de que “deixará de ser histórico o estudo de vocábulos que desprezar as alterações semânticas” (SAID ALI, 1931, p. III, Prólogo). Numa perspectiva que se contrapõe a classificações gramaticais estanques e ao logicismo, Said Ali consegue, de maneira muito interessante, dar visibilidade ao movimento da língua portuguesa em seus diferentes usos ao longo da história, ressaltando, na materialidade linguística, processos significativos de interlocução entre o falante e o ouvinte, sem cair num reducionismo comunicacional.</p> <p> </p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8669280 Alinhavando alguns sentidos sobre Manuel Said Ali na produção e circulação do conhecimento linguístico 2022-07-15T17:15:08+00:00 Amanda Eloina Scherer amanda.scherer@gmail.com <p>Manuel Said Ali é uma das figuras constitutivas daquilo que nomeamos como um homme de lettres. A partir de tal pressuposto, queremos entender, em nosso artigo, como tal estudioso, ao escrever sobre a problemática da língua com as interrogações de sua época, acaba nos indicando caminhos para uma historicização dos estudos da linguagem no contexto brasileiro. Nossa pedra modular está ancorada nas implicações determinadas pelos estudos sobre a institucionalização e a disciplinarização.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8669189 Notas sobre o “Vocabulario Orthographico da Lingua Portugueza, precedido das regras concernentes ás principaes dificuldades orthographicas da nossa língua”, de Said Ali 2022-07-15T17:15:49+00:00 Claudia Regina Castellanos Pfeiffer claupfe@gmail.com Thaís de Araujo da Costa araujo_thais@yahoo.com.br Vanise Gomes de Medeiros vanisegm@yahoo.com.br <p>Lançando nosso olhar sobre o “Vocabulario Orthographico da Lingua Portugueza, precedido das regras concernentes ás principaes difficuldades orthographicas da nossa língua”, de Said Ali, publicado em 1905, observamos o fato discursivo em torno da ausência de referência a essa obra nos estudos que se dedicam à história do conhecimento linguístico-gramatical. Importa-nos refletir sobre essa ausência ao lado de um nome de autor – Said Ali – que faz parte das periodizações, mas a partir de um rol de publicações do qual o Vocabulário não é significado como pertencente. Como pesquisadoras inscritas na História das Ideias Linguísticas, filiadas à Análise de Discurso Materialista, nos movimentamos em torno da compreensão do que interdita a disciplinarização do Vocabulário em nossa história. Nesse percurso, que se abre para novas investidas, demos a ver algumas tensões, equivocidades e contradições em diferentes ordens que se entrelaçam, se enredam, se tecem no fio do discurso inscrito no Vocabulário.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8667023 Ferramentas linguísticas da modernidade colonial-capitalista 2022-07-15T17:16:45+00:00 Isadora Machado isadoralmac@gmail.com Luiz Felipe Andrade Silva lfelipe.andrades@gmail.com <p>A partir dos estudos materialistas da linguagem, questionamos: é possível enunciar na América Latina sem que os sentidos de nossos enunciados estejam construídos na/pela memória da colonização? Capitalismo e colonização, nesse contexto, se encontram no mesmo princípio histórico de modo dialético. Defendemos que a colonialidade emerge enquanto filosofia espontânea do capitalismo, assim como o colonialismo é condição de possibilidade (sobredeterminante) do capitalismo. Criticamos a abordagem da Modernidade em Kant e Foucault, e nos alinhamos ao pensamento decolonial latino-americano, para quem a Modernidade coincide com o início da exploração e colonização da América. Analisamos e deslocamos a importância que Sylvain Auroux atribui ao Renascimento para a gramatização. Demonstramos que a escrita da História das Ideias Linguísticas no Brasil compreende a colonização como ponto de inflexão para o conhecimento sobre a linguagem, o que nos leva a repensar a própria natureza dos <em>instrumentos linguísticos</em> enquanto ferramentas da modernidade colonial-capitalista.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8668533 Fake news 2022-07-15T17:16:39+00:00 Jucineia Seraglio jucineiaseraglio@gmail.com Joelma Aparecida Bressanin bressanin.joelma@unemat.br <p>Neste estudo propomos uma reflexão sobre a discursividade fake news, pensando sua ampla circulação nos dicionários online, objetivando compreender a produção dos sentidos na relação do sujeito lexicógrafo com a língua, com as condições de produção e com uma determinada rede de memória. Para tanto, tomamos a palavra fake news como um fato de linguagem, um acontecimento e, sobretudo, uma materialidade simbólica, uma vez que, discursivamente, o que importa não é o acontecimento em si, o evento empírico, mas sim o acontecimento, enquanto ato histórico, resultado de uma interpretação. Pautamo-nos, então, na teoria da Análise de Discurso de linha francesa com base em Pêcheux (2012; 2014a; 2014b; 2014c) e Orlandi (1998; 2000; 2007; 2013), em um diálogo com a História das Ideias Linguísticas (AUROUX, 1992; NUNES, 2006 e BARBAI, 2015), que nos propiciam ler os dicionários de um modo particular, enquanto objetos históricos.</p> <p><br /><br /></p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8665483 A designação do índio nas relações integrativas de enunciados da lei 6.001/73 2022-07-15T17:16:48+00:00 Neures Batista de Paula Soares neures_paula@hotmail.com Neuza Benedita da Silva Zattar neuza.zattar@gmail.com <p>Este texto traz uma análise, na perspectiva teórica da Semântica da Enunciação, sobre o modo como o nome índio é designado pelo Estado na Lei 6.001/73. Como material de análise tomamos a Lei 6.001/73 que institui o Estatuto do Índio. Podemos dizer que as relações integrativas e os procedimentos de articulação, reescrituração e de Domínios Semânticos de Determinação, dentre outros conceitos mobilizados nas análises, dão a ler um funcionamento enunciativo da Lei pela qual o Estado significou o nome índio, designando-o como primitivo, brasileiro, fora da comunhão nacional – não cidadão –, significou selvagem, tribal, e juridicamente o designou, de forma genérica, como incapaz, de modo que a designação do índio pelo Estado brasileiro nas legislações faz lembrar o etnocentrismo característico da supremacia do colonizador sobre o colonizado, evocando o memorável das civilizações ocidentais.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8667901 Interlíngua, análise de erros e influências interlinguísticas 2022-07-15T17:16:42+00:00 Sandrine Allain sandrineallain@gmail.com Adja Balbino de Amorim Barbieri Durão adjabalbino@gmail.com <p>Este artigo presenta uma análise de erros nas interlínguas de aprendizes de FLE de nível B1.2 (QECR) de curso on-line em 2020. Através da identificação, classificação e descrição de erros (CORDER, 1973; DURÃO, 2004, 2007; JAMES, 2013, GIMENEZ, 2017) em três produções textuais assíncronas de cinco participantes e da coleta de dados por meio de questionário, os critérios linguístico (CORDER, 1981) e etiológico (SELINKER, 1972; RICHARDS, 1973) permitiram analisar 182 erros. A língua inglesa confirmou-se como L2 das participantes, de repertórios plurilinguísticos; observando-se o fator de recenticidade de uso (HAMMARBERG, 2001) e a variação de recurso a lexemas e estruturas sintáticas da L2 em função dos sujeitos (NEMSER, 1971; AL-SOBHI, 2019). Interferências de L2 por substituição ou empréstimos foram identificadas, além de transferências positivas e criativas. O uso contrastivo da L2 inglesa pode facilitar da aprendizagem e o aprofundamento da consciência linguística dos sujeitos aprendizes de FLE.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8669165 Said Ali pelas lentes de Evanildo Bechara 2022-07-15T17:16:06+00:00 Thaís de Araujo da Costa araujo_thais@yahoo.com.br Michel Marques de Faria michelmarques@id.uff.br <p>O presente texto consiste na retextualização de uma entrevista realizada, por telefone, em 30 de junho de 2021, por Thaís de Araujo da Costa com o Professor Evanildo Cavalcante Bechara a respeito de Manuel Said Ali Ida.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8670319 Apresentação 2022-07-15T17:14:08+00:00 Greciely Cristina da Costa greciely@gmail.com <p>Na composição de seu 49º número, a Línguas e Instrumentos Linguísticos apresenta quatro artigos na Seção Aberta, nove artigos no Dossiê Said Ali na história das ideias linguísticas no/do Brasil e uma entrevista na Seção Crônicas e Controvérsias.</p> 2022-07-06T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Línguas e Instrumentos Linguísticos