https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/issue/feed MODOS: Revista de História da Arte 2021-10-15T11:34:16+00:00 Maria de Fátima Morethy Couto mfmcouto@iar.unicamp.br Open Journal Systems <p><strong>Escopo</strong>: A revista <strong>MODOS</strong> é uma publicação especializada na área de Artes Visuais, especialmente dedicada a publicar textos que envolvam pesquisas voltadas para o campo da Teoria, Crítica e História da Arte. Enfatiza a produção artística, crítica e historiográfica dedicada às artes visuais em suas várias dimensões, dando ênfase aos lugares de exibição, à circulação, às coleções e às narrativas que instituem como percebemos, interpretamos e divulgamos a produção artística e o objeto de arte. <strong>MODOS</strong><em> es</em>tá vinculada a seis Programas de pós-graduação em Artes/Artes Visuais (UNICAMP, UFRJ, UnB, UFRGS, UFBA e UERJ). A revista aceita artigos, entrevistas e resenhas de exposições, bem como textos para dossiês temáticos, organizados por pesquisadores convidados pela Comissão Editorial ou pelos Editores.<br /><strong>Qualis: </strong>A1<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Artes<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 2017<br /><strong>ISSN</strong>: 2526-2963<br /><strong>Título abreviado</strong>: MODOS: Rev. Hist. Arte<br /><strong>E-mail</strong>: <a title="E-mail" href="https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/management/settings/context/mailto:mfmcouto@iar.unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">mfmcouto@iar.unicamp.br</a><br /><strong>Unidade</strong>: <a href="https://www.iar.unicamp.br/" target="_blank" rel="noopener">IA</a><br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.24978<br /><a title="CC BY ND" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nd/4.0/80x15.png" alt="Licença Creative Commons" /></a></p> https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8666881 Letter from Brazil 2021-09-03T12:24:51+00:00 Viviana Pozzoli 1viviana.pozzoli@unimi.it <p>A pesquisa aborda um segmento até então desconhecido da trajetória do jornalista e marchand Pietro Maria Bardi, destacando a centralidade do tema editorial em sua atividade como organizador da cultura artística. A partir das cartas trocadas com o editor Valentino Bompiani de 1946 - data da chegada de Bardi ao Brasil, juntamente com Lina Bo - até o início da década de 1950, este artigo traça os projetos comuns, entre Itália e a América do Sul, numa perspectiva transnacional, abrindo portanto novos insights sobre o papel de Bardi dentro da indústria editorial de arte ilustrada daquele momento e detendo-se no planejamento de seus primeiros anos no Brasil à frente do projeto modernista do Museu de Arte de São Paulo.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Viviana Pozzoli https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8666481 ‘Espantos legíveis’ 2021-07-25T22:31:10+00:00 Ana Mannarino ana.mannarino@eba.ufrj.br <p>O texto aborda a produção do artista Waltercio Caldas (Rio de Janeiro, 1946) a partir do encontro entre palavra escrita e visualidade, refletindo sobre a experiência que esse tipo de combinação é capaz de produzir, tanto do ponto de vista da arte como também do ponto de vista mais amplo da linguagem em geral. Serão analisadas três obras do artista: o ensaio visual <em>Ficção nas coisas</em> (2012), o conjunto de trabalhos intitulado <em>Frases sólidas</em> (2002) e as instalações da <em>Série Veneza</em> (1997). As análises partem da vivência dos trabalhos, na conjunção entre visão e leitura que promovem, de declarações do artista sobre a sua produção que explora a união entre escrita e visualidade, além de textos críticos sobre sua obra e de referências da história da arte que ajudam a pensar seus trabalhos sob o ponto de vista da junção entre palavra e artes visuais: Mallarmé, Marcel Duchamp, o movimento Surrealista e os movimentos concretistas brasileiros. Os experimentos de Waltercio Caldas com a palavra escrita nos levam ao entendimento de que a arte, pela via da experiência sensível, possibilita a reflexão sobre a linguagem e seus limites, tensionando-a de um modo que a via do conceito não seria capaz de fazê-lo.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Ana Mannarino https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8666742 O banal, o doméstico e o corpo feminino 2021-08-22T22:39:36+00:00 Vanessa Lúcia de Assis Rebesco vanessarebesco@hotmail.com <p>O objetivo desse artigo é analisar a série <em>La casa viuda</em> (1992-1995) da artista colombiana Doris Salcedo (Bogotá, 1958). Esse trabalho foi inspirado em mulheres rurais colombianas que foram forçadas a sair de suas casas em busca de segurança. Ele é composto por portas, armários, móveis domésticos deslocados de suas edificações e que evocam a ausência do corpo, a perda da casa e falta de abrigo que essas famílias foram obrigadas a suportar. Investigaremos como Salcedo altera as funções de uso de objetos domésticos e como ela rompe com a tradição que estabelece uma pintura de interior constituída em torno da intimidade e do corpo feminino, visto que todas essas relações desaparecem nessa instalação. Além disso, procuraremos observar de que forma questões relacionadas à cultura material e ao corpo se articulam com problemas de gênero, raça e classe social na América do Sul, tendo em vista que <em>La casa viuda </em>foi elaborada a partir de testemunhos de mulheres vítimas da violência política na Colômbia.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Vanessa Lúcia de Assis Rebesco https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8667178 O global é aqui 2021-09-30T22:15:40+00:00 Marize Malta marizemalta@eba.ufrj.br Maria de Fátima Morethy Couto mfmcouto@unicamp.br Emerson Dionisio Oliveira emerdione@gmail.com <p>Como aquilo que é considerado global, pode estar associado a um lugar específico, como o Brasil ou a cidade em que nascemos ou moramos no Brasil, ou seja, um local? Por que podemos afirmar que o global é aqui? Um país “descoberto”, colonizado, no Atlântico Sul, periférico, “exótico”, que, a partir do século XIX ainda buscou civilizar-se aos moldes europeus, assumindo como modelos instituições do Velho Mundo e suas formas de pensamento, legando uma herança construída a partir da colonização do pensamento?</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Marize Malta, Maria de Fátima Morethy Couto, Emerson Dionisio Oliveira https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8667052 A "virada global" como um futuro disciplinar para a História da Arte 2021-09-21T18:45:52+00:00 Flavia Galli Tatsch gtflavia@gmail.com Claire Farago farago@colorado.edu <p>As discussões sobre a "virada global" na História da Arte estão ganhando cada vez mais espaço. Desde o final do século passado, os historiadores da arte voltaram seus procedimentos e métodos para aprofundar as conexões, trocas, interdependências, mobilidade e culturas visuais compartilhadas entre grupos geograficamente diversos. As pesquisas realizadas nesse contexto abriram novos caminhos para materialidades, obras e objetos pouco estudados ou conhecidos. É cada vez mais necessário incentivar a pesquisa que conecte as várias regiões e formas culturais. Como os <em>insights</em> de estudos regionais e locais podem ser integrados em uma rede internacional inclusiva de atividades acadêmicas? Convidamos propostas teóricas criativas e estudos de caso estratégicos de todos os campos, locais e épocas para prever um futuro para a história da arte global, concentrando-nos em conectividades, diferenças culturais negociadas e processos históricos dinâmicos. Esse futuro disciplinar resiste à lógica da globalização econômica, evita o enquadramento nacional de seus objetos de investigação, evita hierarquias de gênero, rejeita o presentismo histórico e põe em causa reivindicações não examinadas de universalidade.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Flavia Galli Tatsch, Claire Farago https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8666208 Thoughts on the "global turn" as a disciplinary future 2021-06-28T22:16:52+00:00 Claire Farago farago@colorado.edu <p>Com ênfase especial nos estudos regionais, este artigo assume o desafio de teorizar sobre as complexidades da interação cultural sem impor categorias etnocêntricas como as que historicamente definiram a disciplina de História da Arte em termos euro-americanos. Um dos principais obstáculos para repensar a disciplina de História da Arte tem sido a segmentação de nossos arquivos por estilo de época e cultura nacional. Como podemos acessar esse passado (e presente) sem também transmitir valores que podem não ser mais sustentáveis, mas são inerentes a nossos termos e estruturas de classificação? Eu reviso questões de interesse comum em uma ampla extensão de métodos e assuntos sob quatro categorias: (1) o problema dos universais e universalismo; (2) trabalhar dentro de um modelo de cultura nacional em um ambiente transcultural; (3) a base epistêmica e ontológica da pesquisa; e (4) a ética da bolsa de estudos. Eu defendo uma ontologia não transcendental baseada em material com capacidade suficiente para apelar a muitos objetivos interpretativos diferentes no centro das abordagens transculturais, como o que acontece quando valores, crenças e informações não são mantidos em comum. Nesses casos, a interpretação se concentra na heterogeneidade da própria obra de arte.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Claire Farago https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8666207 Imagens do canibalismo na primeira modernidade 2021-06-28T22:07:55+00:00 Maria Berbara 1maria.berbara@uerj.br <p>Em ilustrações de livros, gravuras e mapas europeus produzidos na primeira época moderna é comum representar o canibalismo através de mesas de abate sobre as quais seres humanos são desmembrados. Este artigo investiga os meandros globais percorridos pela mesa de açougueiro, ou de abate, antes de ser firmemente incorporada à iconografia do “canibalismo brasileiro”. Importantes precedentes são, de um lado, elementos retóricos e visuais remontantes à antropofagia mongol; de outro, a iconografia da profanação da hóstia e o conceito da contrafação do sagrado. </p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Maria Berbara https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8667107 Pressing “rewind” and “forward” to negotiate a transcultural position 2021-09-25T22:09:01+00:00 Franziska Koch 1koch@hcts.uni-heidelberg.de <p>As estratégias artísticas transculturais formuladas pela rede Fluxus durante a década de 1960, abrangendo Europa, Leste Asiático e Estados Unidos, são uma importante referência na busca de maneiras de escrever história da arte de forma global. Essas estratégias desafiaram os enquadramentos artísticos nacionais construídos pelo legado eurocêntrico do modernismo. Neste artigo, centro-me no (auto) posicionamento de Nam June Paik em sua negociação com os mecanismos taxonômicos do Museu Guggenheim de Nova York em 1994. Analisarei as condições e os limites de sua mediação cultural. A primeira parte do meu artigo mostra como Paik criou um quadro refinado da arte experimental japonesa, como um coreano que havia estudado em Tóquio durante os anos 1950 e que revisitou a cidade nos anos 1960. Em sua versão, Paik emprega estratégias discursivas transculturais voltadas para a reescrita da história da arte de maneiras que levam em conta as múltiplas agências e emaranhados culturais. A segunda parte do meu estudo analisa o conflito institucional resultante entre Paik e a mostra panorâmica sobre o Japão do Guggenheim, <em>Scream against the sky</em>, para o qual ele contribuiu com um ensaio, mas se recusou a participar com um trabalho. Este artigo articula o (contra) potencial transcultural de artistas que trabalha(ra)m além das fronteiras, especialmente em momentos em que a canonização ocidental era uma faca de dois gumes.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Franziska Koch https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8665547 Gêneros artísticos em discussão através de coleções de objetos asiáticos 2021-05-04T04:17:02+00:00 Madalena Hashimoto Cordaro mn.cordaro@usp.br Michiko Okano michikokano@uol.com.br <p>A partir de pesquisas de levantamento e de campo já realizadas das principais coleções asiáticas no Brasil – Ema Klabin, Instituto Moreira Salles, Museu Oscar Niemeyer e Museu da Imigração Japonesa – analisaremos e refletiremos sobre o alargamento de gêneros artísticos baseado na história da arte japonesa em contraponto à eurocêntrica. Assim, a metodologia utilizada será qualitativa, dentro de uma abordagem historiográfica, indutiva e analítica. As coleções estudadas foram formadas por mobilidades e conexões pessoais estabelecidas sem uma pré-agenda institucional, por dois empresários e um diplomata brasileiros bem como por imigrantes japoneses. Externam a não hierarquização de gêneros artísticos e descortinam a compreensão oriental tradicional de arte.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Madalena Hashimoto Cordaro, Michiko Okano https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8666380 A ‘breve história da arte’ e a arte indígena 2021-07-17T14:22:09+00:00 Fernanda Mendonça Pitta 1fernandapitta@gmail.com <p>O artigo examina a gênese da noção de arte indígena a partir do ensaio “l’Art” de Eduardo Prado, publicado em francês no livro <em>Le Brésil</em>, em 1889. Historicizando a noção e refletindo sobre as implicações que teve essa invenção para a construção de uma ideia de arte brasileira, o artigo conclui com uma discussão a respeito das demandas contemporâneas formuladas por agentes e artistas indígenas que convidam à uma mudança de perspectiva: ao invés de assentar a origem de uma noção de arte brasileira na apropriação das manifestações artísticas indígenas, <em>indigenizar</em> o campo da história da arte no Brasil, respeitando as demandas de vários agentes indígenas que exigem que as instituições reconheçam suas cosmovisões, experiências e proposições sobre arte e criação.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Fernanda Mendonça Pitta https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8665515 De artistas e abutres 2021-05-02T23:28:30+00:00 Marco Túlio Lustosa de Alencar 1marcotulioalencar@gmail.com <p>Animais foram deslocados do ambiente natural, apropriados como as coisas em geral e, ao serem expostos em instituições legitimadas, confirmados como objetos de arte. Embora constatemos a regularidade desses seres em trabalhos artísticos, a temática carece de reconhecimento. Mudanças na abordagem da História da Arte, contudo, favorecem o debate em torno da questão ao atentar para práticas pouco ou quase nunca estudadas, como o emprego do corpo do animal. Ainda assim, os artistas não desistiram de utilizar em seus trabalhos exemplares das mais inusitadas espécies, incluindo aqueles que se alimentam de matéria em decomposição, classificados como necrófagos. Este artigo intenta engendrar um paralelismo entre esses espécimes que, apesar de gozarem de má-reputação, ocupam posição fundamental no ciclo da vida e artistas contemporâneos que desempenham papel estratégico na manutenção do equilíbrio do ecossistema da arte ao fazer uso de animais de toda origem em suas produções.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Marco Túlio Lustosa de Alencar https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8665521 Ai Weiwei e o testemunho da catástrofe 2021-05-03T00:27:58+00:00 Daniel Vladimir Tapia Lira de Siqueira 1daniel_tapia@usp.br Edson Leite edsonleite@usp.br <p>Este trabalho relaciona a obra de Ai Weiwei com o conceito de <em>testemunho,</em> discute a questão da violência e aponta o valor artístico de sua obra, inserida na sua postura de ativista. Recorre-se a Walter Benjamin para apontar a ambiguidade da ação policial e como através dela o Estado mantém a ordem e controla as ações dos cidadãos. Para ilustrar isto, escolheu-se o que aconteceu ao artista no episódio relacionado ao terremoto da China em 2008, no qual cerca de 5.000 crianças morreram. Houve denúncias de que o material usado para construção era de má qualidade e acusou-se as autoridades e as construtoras de desvio de verbas. O governo se recusou a publicar o nome das crianças mortas e o artista se mobilizou para descobrir o nome delas e as publicou em seu <em>blog</em>. Posteriormente, o artista realizou várias obras para que a morte dessas crianças não fosse esquecida.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Daniel Vladimir Tapia Lira de Siqueira, Edson Leite https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8666746 A Virgem Abrideira dos Gozos de Maria da Coleção Ivani e Jorge Yunes 2021-08-23T17:23:01+00:00 Flavia Galli Tatsch gtflavia@gmail.com <p>Este artigo tem como objetivo analisar a Virgem Abrideira dos Gozos de Maria pertencente à Coleção Ivani e Jorge Yunes, em São Paulo. Virgens Abrideiras dos Gozos de Maria são esculturas de vulto que possuem um tipo de mecanismo frontal que permite abrir seus corpos totalmente ou apenas em parte, revelando cenas marianas em seu interior. Existem três exemplares ibéricos, dos séculos XIII e XIV, que se encontram em acervos nas cidades de Allariz, Évora e Salamanca. Apesar dos temas entalhados em seu interior, a Abrideira da Coleção Yunes foi elaborada em outro espaço temporal e geográfico (em alguma possessão ibérica no Extremo Oriente). Na falta de exemplares similares que pudessem conduzir a análise, esta pesquisa procurou vislumbrá-la à luz das imaginárias resultantes dos encontros culturais entre europeus e asiáticos, como a indo-portuguesa, singalesa, hispano-filipina ou chinesa. Os enigmas que cercam os fatores de sua produção levantaram questões a respeito das fronteiras impostas pela historiografia ― como taxonomias e categorias etnocêntricas ― e apontaram para a necessidade de se pensar a transculturalidade e os espaços “intermediários”.</p> 2021-10-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Flavia Galli Tatsch