MODOS: Revista de História da Arte https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod <p><strong>Escopo</strong>: A revista <strong>MODOS</strong> é uma publicação especializada na área de Artes Visuais, especialmente dedicada a publicar textos que envolvam pesquisas voltadas para o campo da Teoria, Crítica e História da Arte. Enfatiza a produção artística, crítica e historiográfica dedicada às artes visuais em suas várias dimensões, dando ênfase aos lugares de exibição, à circulação, às coleções e às narrativas que instituem como percebemos, interpretamos e divulgamos a produção artística e o objeto de arte. <strong>MODOS</strong><em> es</em>tá vinculada a seis Programas de pós-graduação em Artes/Artes Visuais (UNICAMP, UFRJ, UnB, UFRGS, UFBA e UERJ). A revista aceita artigos, entrevistas e resenhas de exposições, bem como textos para dossiês temáticos, organizados por pesquisadores convidados pela Comissão Editorial ou pelos Editores.<br /><strong>Qualis: </strong>A1<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Artes<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 2017<br /><strong>ISSN</strong>: 2526-2963<br /><strong>Título abreviado</strong>: MODOS: Rev. Hist. Arte<br /><strong>E-mail</strong>: <a title="E-mail" href="https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/management/settings/context/mailto:mfmcouto@iar.unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">mfmcouto@iar.unicamp.br</a><br /><strong>Unidade</strong>: <a href="https://www.iar.unicamp.br/" target="_blank" rel="noopener">IA</a><br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.24978<br /><a title="CC BY ND" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nd/4.0/80x15.png" alt="Licença Creative Commons" /></a></p> Universidade Estadual de Campinas pt-BR MODOS: Revista de História da Arte 2526-2963 <div id="deed-conditions" class="row"> <ul class="license-properties col-md-offset-2 col-md-8" dir="ltr"> <li class="license by"> <p><span><strong>Atribuição</strong> — Você deve dar o crédito <a id="appropriate_credit_popup" class="helpLink" tabindex="0" title="" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/" data-original-title="">adequado,</a>fornecer um link para a licença e <a id="indicate_changes_popup" class="helpLink" tabindex="0" title="" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/" data-original-title="">indicar se foram feitas alterações</a>. Você pode fazê-lo de qualquer maneira razoável, mas não de forma alguma que sugira que o licenciador endossa você ou seu uso.</span><span id="by-more-container"></span></p> </li> <li class="license nd"> <p><span><strong>Não Derivados</strong> — Se você <a id="some_kinds_of_mods_popup" class="helpLink" tabindex="0" title="" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/" data-original-title="">remixar, transformar ou construir sobre</a> o material, você não poderá distribuir o material modificado.</span><span id="nd-more-container"></span></p> </li> </ul> </div> <div class="row"> <ul id="deed-conditions-no-icons" class="col-md-offset-2 col-md-8"> <li class="license"><span><strong>Sem restrições adicionais</strong> — Você não pode aplicar termos legais ou <a id="technological_measures_popup" class="helpLink" tabindex="0" title="" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/" data-original-title="">medidas tecnológicas</a> que restrinjam legalmente outros de fazer qualquer coisa que a licença permita.</span></li> </ul> </div> Modos de reinventar, pensar e fazer instituições https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8669169 <p>Estruturas de saber. Estruturas de poder. Modos estético-políticos de organização. Autoridades temporárias. Exercícios de revisão histórica. Operações de adaptação discursiva. Pluralidade de formatos, escalas, agentes, narrativas. Materialidades experimentais. Vínculos interdependentes. Novas, antigas, outras institucionalidades. O dossiê temático desta edição da Revista Modos tem como foco entender de que forma e sob que circunstâncias as configurações institucionais têm respondido às demandas das proposições artísticas e dos agentes do sistema da arte; também, de que maneiras tais agentes têm pensado e abordado as instituições e os modos de institucionalidade da arte desde suas práticas; e, ainda, como as diferentes formas de existir em sociedade têm provocado outras institucionalidades na arte. Redes que se formam, afetam e são tensionadas mutuamente, ora a partir de orientações tradicionais, muitas delas replicando modelos coloniais, ora a partir de exercícios contrapedagógicos, inventando outras formas de coexistir.</p> Bruna Wulff Fetter Mônica Hoff Gonçalves Copyright (c) 2022 Bruna Wulff Fetter, Mônica Hoff https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-13 2022-05-13 6 2 135 145 10.20396/modos.v6i2.8669169 Implodindo a colonialidade https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8668411 <p>Se outrora a Academia chegou a ser rejeitada por atores sociais relacionados à constituição do modernismo, após o advento da arte contemporânea, a universidade tem sido um espaço importante aos processos de legitimação de artistas e demais profissionais da arte. Em pesquisa anterior, pode-se constatar que artistas visuais que têm logrado ser selecionados(as/es) em editais voltados a jovens artistas, em geral, possuem um alto grau de escolaridade. Ademais, é nas últimas décadas que, no Brasil, a população negra tem obtido maior entrada no âmbito universitário; um reflexo de políticas públicas que visaram estabelecer equidade para indivíduos pertencentes as camadas marginalizadas de uma sociedade profundamente desigual. Destarte, este artigo focaliza a produção acadêmica de artistas negras brasileiras, por meio da análise de suas teses. Isto porque a pesquisa parte do entendimento de que o universo da arte, sendo parte da sociedade, possui regras tanto inclusivas quanto excludentes, favorecendo a legitimação de alguns indivíduos em detrimento de outros. A pesquisa objetiva, então, compreender os efeitos de tais processos na legitimação de artistas negrodescendentes. Ao focalizar a produção acadêmica de três artistas, Janaina Barros, Maria Cecília Felix Calaça e Renata Felinto, objetiva-se compreender e pormenorizar as suas narrativas acerca de seus trabalhos, o campo da arte e a sociedade envolvente.</p> Guilherme Marcondes Copyright (c) 2022 Guilherme Marcondes https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-15 2022-05-15 6 2 147 177 10.20396/modos.v6i2.8668411 Museus de arte, das práticas coloniais aos desafios da virada digital https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8668410 <p>Os museus de arte, que trazem em sua gênese as sementes das práticas de dominação colonial, apresentaram bastante resistência aos diferentes tipos de pluralidade e inclusão, entre eles aqueles promovidos pelo uso da internet. Com a pandemia da COVID-19 e o afastamento social imposto para seu controle, ocorreu uma virada digital, que coloca grandes desafios neste cenário institucional. Propomos uma análise dessas mudanças, apontando as emergentes e inúmeras possibilidades que se evidenciam e os grandes riscos a serem enfrentados.</p> Maria Amélia Bulhões Copyright (c) 2022 Maria Amélia Bulhões https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-15 2022-05-15 6 2 179 200 10.20396/modos.v6i2.8668410 Continuum histórico e normatizações em acervos de arte e datasets https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8667715 <p>Este artigo apresenta um conjunto de experimentos no campo da História da Arte com tecnologias de Inteligência Artificial (visão computacional) realizados no âmbito do demonumenta, um projeto de pesquisa e extensão universitária que busca tensionar crítica e criativamente políticas públicas de memória. A partir do entendimento de que <em>datasets</em> (conjuntos de dados organizados) e acervos artísticos são práticas análogas, questionamos como trabalhar nesta intersecção para subverter os pressupostos normativos que caracterizam a organização de coleções de arte, bancos de dados e os discursos que suas ferramentas enunciam. Acreditamos que parte desta resposta está na ativação crítica de acervos públicos para reformular o modo como hoje treinamos as máquinas. Para tanto, elaboramos um dataset, com base nas obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo (USP) disponíveis no seu GLAM (Galleries, Libraries, Archives &amp; Museums) nos projetos Wiki. A sistematização desse dataset foi a base para a realização de cinco experimentos analíticos com algoritmos de Inteligência Artificial. São eles: Naturezas Numéricas, Paisagens Possíveis, Arqueologia das Cores, Álbum Afirmativo e Ignorância Animada. Tais experimentos evidenciam o <em>continuum</em> colonialista que elabora a narrativa histórica a partir de parâmetros e padrões visuais normatizantes.</p> Bruno Moreschi Amanda Jurno Giselle Beiguelman Copyright (c) 2022 Bruno Moreschi, Amanda Jurno, Giselle Beiguelman https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-15 2022-05-15 6 2 202 267 10.20396/modos.v6i2.8667715 Estratégias para pensar o colecionismo de arte contemporânea no Brasil https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8668462 <p>O presente artigo surgiu como possibilidade de propor uma versão sintética da tese “Colecionismo de arte contemporânea: entre a centralidade das bordas e o mainstream”, defendida em setembro de 2021 no Programa de Pós-Graduação em Arte Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A pesquisa investigou o colecionismo privado de arte contemporânea em suas distintas manifestações e escalas de inserção, buscando entender suas características e contribuições para o desenvolvimento do sistema da arte no Brasil. Foi adotado o modelo qualiquantitativo como metodologia para levantamento de indicadores e conteúdo, unindo um formulário eletrônico com 45 questões, com 201 respondentes, a 83 entrevistas presenciais com colecionadoras e colecionadores residentes em 16 estados das cinco regiões do país. Partiu-se de uma conformação de ordem sistêmica e polissistêmica para melhor entender a abrangência do colecionismo de arte contemporânea, o que facilitou observar as diferentes escalas de atuação e inserção que o conjunto desta prática tem alcançando nas últimas décadas. A partir dos resultados foi possível conceber uma modulação conceitual com base em três vetores: aquisição, gerenciamento e empresariamento das coleções, perfazendo um modelo epistemológico que ganha qualidade de instrumento de reflexão para compreender os processos envolvidos no modo como o colecionismo tem sido conduzido na realidade brasileira nas últimas décadas.</p> Nei Vargas Rosa Copyright (c) 2022 Nei Vargas Rosa https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-17 2022-05-17 6 2 269 300 10.20396/modos.v6i2.8668462 Da crítica institucional à institucionalidade crítica https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8667244 <p>Com o objetivo de interrogar alguns dos horizontes da crítica social que permeiam nosso tempo, o presente artigo aborda uma série de polêmicas suscitadas pelo suporte instalativo Poética do Dissenso. Exibido no âmbito da mostra O Abrigo e o Terreno, ocorrida no Museu de Arte do Rio entre março e julho de 2013, ele retratava a órbita do coletivismo artístico e ativista paulistano que se reuniu em torno da ocupação Prestes Maia, em São Paulo, no começo dos anos 2000. Contudo, esta mostra reacendeu a crítica institucional que havia acompanhado a própria formação dos coletivos paulistanos. Esta crítica foi agravada pela contradição de ocupar o Museu de Arte do Rio, epicentro simbólico de processos urbanos muito similares aos que os coletivos haviam combatido na cidade de São Paulo. Partindo do pensamento de Bruno Latour, Jacques Rancière e Michel Foucault, buscamos estabelecer os horizontes para uma institucionalidade crítica, a contrapelo da crítica institucional encetada pelos críticos a esta exposição. Ao final, reformulamos o conjunto de questões estabelecidos para interrogar o estatuto político da exposição.</p> Pedro Caetano Eboli Nogueira Copyright (c) 2022 Pedro Caetano Eboli Nogueira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-17 2022-05-17 6 2 302 325 10.20396/modos.v6i2.8667244 Nenhuma galeria é um artista https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8668463 <p>Poderia um artista ser uma galeria? A partir de um fragmento de um livro de artista de Antonio Dias e de considerações sobre o idealismo, esse artigo discorre sobre a publicação de periódicos no Brasil nas décadas de 1970 e 1980, procurando mostrar a sua importância para a circulação de proposições que não tinham espaço no circuito de museus e galerias e no contexto das grandes casas editoriais. Tomando essas publicações pelo viés institucional, o artigo procura mostrar como os artistas ampliaram o seu espectro de ação, interferindo nos processos de institucionalização e contribuindo para a renovação da crítica de arte. </p> Jorge Alberto Silva Bucksdricker Copyright (c) 2022 Jorge Alberto Silva Bucksdricker https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-18 2022-05-18 6 2 327 348 10.20396/modos.v6i2.8668463 MAM Rio em chamas https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8667423 <p>O presente artigo estabelece uma análise do debate instaurado após o incêndio ocorrido no Museu de Arte Moderna do Rio em 1978. Partindo da fala de diversos artistas e críticos que buscaram repensar o futuro do MAM Rio, o texto se propõe a elencar a conjuntura social e cultural do período, refletindo sobre o incêndio como um marco simbólico de falência de um determinado projeto de museu moderno.</p> Felipe Paranaguá Braga Copyright (c) 2022 Felipe Paranaguá Braga https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-19 2022-05-19 6 2 350 378 10.20396/modos.v6i2.8667423 A mesma exposição, acionamentos conceituais distintos https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8668469 <p>A mostra <em>A Mão do Povo Brasileiro</em> foi apresentada pela primeira vez em 1969 na inauguração do novo edifício do Museu de Arte de São Paulo (MASP), na Avenida Paulista. A estratégia curatorial e expográfica, elaborada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi, propôs a disposição dos artefatos em núcleos temáticos, sugerindo uma taxonomia da cultura material brasileira. Em 2016, após uma reestruturação administrativa e conceitual no MASP, a mostra foi remontada, na mesma sala de exibição, respeitando a expografia e curadoria originais. Este texto tem como objetivo descrever como ocorreu a nova encenação para, então, compreender os acionamentos conceituais realizados na ocasião. O método que fundamentou essa investigação foi documental, com levantamento de documentos alocados no Centro de Pesquisa e Documentação do MASP e no Arquivo do Instituto Bardi, além da revisão do catálogo da mostra contemporânea e de textos produzidos pelos(as) curadores(as) e pela crítica. Demonstramos, a partir dessa pesquisa, que a nova apresentação da exposição buscou acionar o conceito de decolonialidade, sustentado não apenas pela exibição de artefatos populares e ordinários no Museu de Arte, mas pela vinculação e relevo dado à Lina Bo Bardi nos discursos elaborados a partir da exposição.</p> Yasmin Fabris Ronaldo de Oliveira Corrêa Copyright (c) 2022 Yasmin Fabris, Ronaldo de Oliveira Corrêa https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-10 2022-05-10 6 2 20 57 10.20396/modos.v6i2.8668469 A difícil arte de dar nome aos bois https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8667337 <p>O artigo aborda a importância dos títulos em obras de artes visuais como um elemento constitutivo da obra. Apresentamos aspectos históricos, teóricos e críticos associados ao ato de nomear os trabalhos artísticos. A partir de uma amostra diversa de obras (pinturas, performances, instalações, fotografias, objetos, livros de artista), de diferentes períodos, elaboramos uma tipologia dos títulos: narrativos, descritivos, poéticos, irônicos, tautológicos. Utilizamos como fonte de informação depoimentos e entrevistas dos artistas em que comentam a respeito dos títulos em suas obras.&nbsp;O ensaio "As palavras na pintura" de Michel Butor foi o ponto de partida para este texto, escrito originalmente para acompanhar uma tradução do ensaio.&nbsp;</p> Amir Brito Cador Copyright (c) 2022 Amir Brito Cador https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-11 2022-05-11 6 2 59 91 10.20396/modos.v6i2.8667337 O saber artesanal de Gilda de Mello e Souza https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/mod/article/view/8668480 <p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: small;">A partir d</span><span style="font-size: small;">e </span><span style="font-size: small;">alguns dados </span><span style="font-size: small;">biográficos</span><span style="font-size: small;"> d</span><span style="font-size: small;">a crítica brasileira de arte</span><span style="font-size: small;"> Gilda </span><span style="font-size: small;">de Mello e Souza</span> <span style="font-size: small;">(1919-2005),</span> <span style="font-size: small;">desenvolvemos, </span><span style="font-size: small;">n</span><span style="font-size: small;">o presente artigo,</span> <span style="font-size: small;">ao menos</span><span style="font-size: small;"> três situações coletivas, </span><span style="font-size: small;">a saber, gênero, </span><span style="font-size: small;"><em>locus</em></span><span style="font-size: small;"> e geração</span><span style="font-size: small;">, </span><span style="font-size: small;">defendendo</span><span style="font-size: small;"> que sua atuação no campo </span><span style="font-size: small;">crítico </span><span style="font-size: small;">das artes, no Brasil, deu-se </span><span style="font-size: small;">antes por</span> <span style="font-size: small;">uma </span><span style="font-size: small;">certa artesania intelectual do que </span><span style="font-size: small;">por</span><span style="font-size: small;"> uma formação especializada. </span><span style="font-size: small;">Nesta </span><span style="font-size: small;">nossa </span><span style="font-size: small;">conjugação analítica entre vida e obra, buscamos ressaltar a diferença de uma crítica </span><span style="font-size: small;">de arte</span><span style="font-size: small;"> que se pauta, </span><span style="font-size: small;">sobretudo,</span><span style="font-size: small;"> pelo </span><span style="font-size: small;">objeto </span><span style="font-size: small;">concreto e pel</span><span style="font-size: small;">a atenção aos </span><span style="font-size: small;">detalhe</span><span style="font-size: small;">s</span><span style="font-size: small;">; </span><span style="font-size: small;">além de </span><span style="font-size: small;">sugerirmos, ao final,</span><span style="font-size: small;"> a proximidade intelectual de Gilda a do também crítico de arte Mário de Andrade.</span></span></span></span></p> Carlos Henrique dos Santos Fernandes Copyright (c) 2022 Carlos Henrique dos Santos Fernandes https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2022-05-12 2022-05-12 6 2 92 133 10.20396/modos.v6i2.8668480