Patrimônio como categoria de luta LGBT+

Autores

  • Bruno Sanches Ranzani da Silva Universidade Federal de Sergipe
  • Julia Xavier Barros Universidade Federal de Pelotas

DOI:

https://doi.org/10.20396/rap.v13i1.8654798

Palavras-chave:

Patrimônio cultural, Movimento LGBT, Movimento social

Resumo

Para os propósitos deste resumo, partirei da concepção de patrimônio como uma categoria Estatal de gestão do espaço público e da memória social (SILVA 2017). Nesse escopo, gostaria de fazer algumas considerações sobre o uso dessa categoria como instrumento de luta, como retórica que possa carregar pautas sociais em negociação com o Estado pela melhoria da qualidade de vida da população – aqui, falo da população LGBT+. Veremos brevemente, ao final, o caso da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.

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Biografia do Autor

Bruno Sanches Ranzani da Silva, Universidade Federal de Sergipe

Doutor em Arqueologia pela Universidade de São Paulo. Professor efetivo do Departamento de Arquiologia pela Universidade Federal de Sergipe.

Julia Xavier Barros, Universidade Federal de Pelotas

Bacharel em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis pela Universidade Federal de Pelota.

Referências

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Autor. Tese (Doutorado em Arqueologia). Programa de Pós-Graduação em Arqueologia. Museu de Arqueologia e Etnologia. Universidade de São Paulo. 2017. 311f.

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Publicado

2019-07-22

Como Citar

SILVA, B. S. R. da; BARROS, J. X. Patrimônio como categoria de luta LGBT+. Revista Arqueologia Pública, Campinas, SP, v. 13, n. 1[22], p. 54–65, 2019. DOI: 10.20396/rap.v13i1.8654798. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8654798. Acesso em: 4 fev. 2023.