https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/issue/feed Revista Arqueologia Pública 2022-05-12T14:48:49+00:00 Aline Vieira de Carvalho rap@unicamp.br Open Journal Systems <p><strong>Escopo</strong>:A<span class="apple-converted-space"> </span>Revista Arqueologia Pública<span class="apple-converted-space"> </span>está integrada as atividades desenvolvidas pelo<span class="apple-converted-space"> </span>Laboratório de Arqueologia Pública Paulo Duarte, vinculado ao<span class="apple-converted-space"> </span>Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (NEPAM) da UNICAMP. O periódico tem como objetivo divulgar trabalhos que abordam temáticas da Arqueologia Pública, do Patrimônio e da Memória.<br /><strong>Estrato Qualis</strong>: B1<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Ciências Humanas<br /><strong>Ano de fundação</strong>:2006<br /><strong>E-ISSN</strong>:2237-8294<br /><strong>Título abreviado</strong>:Rev. Arqueol. Pública<br /><strong>E-mail</strong>: <a title="e-mail" href="https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/management/settings/context/mailto:rap@unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">rap@unicamp.br</a><br /><strong>Unidade</strong>: <a href="http://www.nepam.unicamp.br/nepam/" target="_blank" rel="noopener">NEPAM</a><br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br /><a title="CC-BY-NC" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc/4.0/80x15.png" alt="Licença Creative Commons" /></a></p> https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8667968 O uso de métodos geoestatísticos para predição de sítios arqueológicos na fronteira entre Paraná e São Paulo, Brasil 2022-05-12T14:48:25+00:00 Tatiane Souza tatiane_sza@yahoo.com.br Carlos Alberto Rizzi carlos.rizzi@alumni.usp.br <p>O objetivo deste trabalho é discutir diferenças paisagísticas que podem ter influenciado a ocupação humana pré-colonial e prever onde as atividades tiveram lugar num ambiente agora modificado. Os resultados, considerando a ocupação humana passada, sugerem importantes diferenças paisagísticas. De um ponto de vista preditivo, a existência de uma fronteira entre os sítios arqueológicos do Paraná e São Paulo, até agora não confirmada, foi ratificada.</p> <p> </p> 2022-04-07T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8666251 Relato de experiência sobre a construção de um espaço museal em uma escola privada 2022-05-12T14:48:29+00:00 Kássia Lima Zanchett kl.zanchett@gmail.com Lilian Louise Fabre Santos arqlilianfabre@gmail.com Suzane Faita suzane.faita@gmail.com <p>Este relato de experiência aborda a criação do Espaço de Memória Santa Rosa de Lima, localizado na cidade de Lages, no Planalto Sul de Santa Catarina, e discute a relevância da preservação histórica e da memória. O processo de criação do espaço desde a escolha dos objetos até a apresentação deles na exposição, e as dificuldades enfrentadas pela equipe, são descritos neste texto. Os trabalhos iniciaram em 2019, sendo concluídos em 2021.</p> 2022-02-22T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8667349 Quantas tumbas cabem em megabites 2021-11-24T12:52:38+00:00 Bruno Sanches Ranzani da Silva brunorzn@gmail.com Wallace Hora Lessa Neto wallace.neto@outlook.com <p>Este artigo é resultado de um Projeto de Iniciação Científica, realizado na Universidade Federal de Sergipe, entre 2019 e 2020. Seu objetivo foi um mapeamento inicial de jogos eletrônicos (<em>videogames</em>) com algum tipo de menção à arqueologia (explícita ou que apresente conteúdo oriundo de pesquisas arqueológicas) disponíveis no mercado. Com isso, buscamos criar uma primeira versão de banco de dados que facilite dimensionar objetos de pesquisa no campo de arqueojogos (<em>archaeogaming</em>) no Brasil.</p> 2022-09-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8668669 Arqueologia com a cidade 2022-05-12T14:48:21+00:00 Piero Alessandro Bohn Tessaro pierotessaro@usp.br <p>A Arqueologia Urbana na Cidade de São Paulo propiciou o desenvolvimento de um novo conceito, extrapolando os já estabelecidos para essa temática: arqueologia <em>na</em>, <em>da</em> e <em>para</em> a cidade; porém, agregando-os e explorando aspectos que se aproximam da arqueologia pública, sintetizados na ideia de uma arqueologia com a cidade. Seu desenvolvimento, no entanto, se deu primeiramente através de aspectos relacionados a Sociomuseologia, em uma tarefa dentro da perspectiva de uma Ciência Social Nômade e pautada pelo processo de ressignificação. Junto a esses agrega-se o fator de se pensar uma cidade, das proporções de São Paulo, considerando-a, em seu todo, um sítio arqueológico e com uma perspectiva de não exclusão social.</p> 2022-05-10T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8668069 Patrimônio, legislação e licenciamento ambiental 2022-02-08T12:48:59+00:00 Aline Bertoncello alinebert@unochapeco.edu.br Mirian Carbonera mirianc@unochapeco.edu.br Arlene Anélia Renk arlene@unochapeco.edu.br <p class="western">O objetivo deste artigo é apresentar a análise das ações educativas que foram desenvolvidas em processos de arqueologia vinculadas ao licenciamento ambiental, realizando uma comparação entre a Portaria nº 230/2002 e a Instrução Normativa nº 001/2015 – ambas lançadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A partir da análise dos dados, foi possível perceber que embora existam algumas inconsistências no que diz respeito à Educação Patrimonial, os instrumentos normativos vigentes são um avanço em termos de legislação cultural; afinal, eles regulamentam a proteção do patrimônio em projetos de licenciamento ambiental e também estão preocupados com a difusão dos resultados para as comunidades do entorno dos empreendimentos.</p> 2022-09-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8668743 A magnitude da tecnosfera 2022-05-10T13:21:41+00:00 Orestes Jayme Mega orestesjaymemega@gmail.com <p><strong>&nbsp;</strong>O Antropoceno é tema de intensos debates científicos desde a primeira vez em que foi apresentado no ano 2000. De lá para cá, vários termos cruzaram fronteiras disciplinares e começaram a ser abordados de forma interdisciplinar. Entre estes termos estão: tecnodiversidade, tecnosfera, psicotecnosfera, tecnofóssil, tecnoestratigrafia e Sexta Extinção em Massa. Este artigo traz uma reflexão sobre a importância destes termos para a Arqueologia, mostrando um estudo que visa apreender a magnitude de tudo o que foi produzido pela humanidade. A partir deste estudo, elaborei algumas ideias que podem ser úteis para a reflexão arqueológica dos ambientes que construímos.</p> 2022-07-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8666579 Yâdé Kiirîbawa Yepé Wasú! Uma reflexão sobre a luta Tupinambá em defesa de seu território 2022-05-12T14:48:36+00:00 Hudson Romário Melo de Jesus melohudson@rocketmail.com <p>Esta é uma reflexão importante sobre como nós, o povo Tupinambá da região do rio Tapajós, estamos praticando políticas de proteção ambiental e territorial. Aqui discuto como ainda somos negados pela sociedade, mas que, na verdade, somos uma primeira parte da história do Brasil. Apresento como exemplo o "II Encontro Ancestral Tupinambá" que deliberou pelo manifesto em defesa da vida e do amor ao sagrado rio Tapajós, junto às etnias Arapiun, Borari, Kumaruara e Tapuia. Por fim, discuto que continuaremos resistindo às políticas do Estado que buscam infringir nosso território e também à luta conceitual que travamos por nossa afirmação e resitência étnica.</p> 2022-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8666740 O gótico e a morte 2022-05-12T14:48:32+00:00 Fábio Ortiz Goulart fabioortiz@furg.br <p>O presente trabalho busca compreender a possibilidade de pensar as Histórias em Quadrinhos como objetos de análise para a Arqueologia, tornando as HQs agenciadoras das relações sócio-simbólicas estabelecidas entre objetos e humanos. Nesse sentido, traz, de forma a ilustrar essa possibilidade, um estudo de caso realizado com a HQ <em>Morte</em>, escrita pelo quadrinista britânico Neil Gaiman na década de 1990, demonstrando a forma como a subcultura gótica é representada nesta HQ</p> 2022-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8664052 Os cursos de arqueologia nas regiões nordeste e sudeste do Brasil e o seu viés social e material 2022-05-12T14:48:43+00:00 Gabriela Monteiro gabrieladeandrademonteiro@gmail.com <p>A Arqueologia brasileira vem passando por uma nova fase em todos os seus campos: teóricos, metodológicos, temáticos e normativos. Nesta nova caminhada está sendo colocada, persistentemente, em pauta a importância de uma efetiva inclusão das sociedades atuais nas pesquisas, em oposição a um caráter mais tecnicista que sempre prevaleceu nesta ciência. À vista disso, será apresentado o contraste entre esse viés material e social, tendo como plano de fundo uma série de dados sobre os cursos de Arqueologia das universidades e faculdades do Nordeste e Sudeste – regiões nas quais estão situados os cursos mais antigos do país. A partir desses dados, pôde-se confirmar que alguns cursos estão assumindo um viés mais social em contraponto a sua origem histórica, em razão de uma demanda, sobretudo, dos alunos de graduação e das novas abordagens que vêm surgindo em todas as ciências humanas.&nbsp;&nbsp;</p> 2022-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8663907 A arqueologia entre o jogo acadêmico e a desesperança 2022-05-12T14:48:46+00:00 Jaqueline Gomes jaquelinegomes06@gmail.com Lara de Paula Passos laradepaulapassos@gmail.com <p>Partindo de um incômodo pessoal construímos o presente texto procurando refletir sobre as redes acadêmicas operadas nos cursos de Arqueologia em universidades públicas brasileiras. Acessando os sites dos departamentos e programas de pós-graduação em Arqueologia e/ou Antropologia (com concentração em Arqueologia) e a Plataforma Sucupira, coletamos informações sobre docentes titulares e suas respectivas instituições de formação (mestrado e/ou doutorado). Foi possível vislumbrar tendências de “vínculos” entre programas e departamentos específicos, cujos números evidenciam sistemáticas desigualdades e hierarquias, que em nossa análise, podem ser explicadas por influências de instituições tradicionais de formação, bem como redes acionadas por relações docentes de elevado prestígio acadêmico. Contextualizamos tais dados considerando aspectos de gênero, étnicos, de classe e geopolíticos, e acreditamos que podem contribuir para um debate amplo que deve ser feito sobre reprodução de desigualdades nos espaços institucionalizados da prática arqueológica no caso brasileiro.</p> 2022-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8661891 Possibilidades e desafios para enfrentar o passado na educação formal na província de Buenos Aires, Argentina 2022-05-12T14:48:49+00:00 Lencina Rocio rociolencina@gmail.com María Eugenia Conforti mariaeugeniaconforti@gmail.com <p>O objetivo deste trabalho é refletir sobre o lugar da arqueologia no campo da educação na Este trabalho aborda o lugar da arqueologia no campo da educação na província de Buenos Aires (Argentina). São analisadas as dimensões prescritivas do Sistema Educacional e dos Conteúdos Curriculares do Ensino Fundamental e Médio. Para isso, se refere ao caso de Benito Juárez, área onde são desenvolvidos projetos relacionados ao tema. Para a sua abordagem, foram reconstruídos os antecedentes da relação entre a arqueologia e a educação a nível nacional, provincial e local. Foi utilizado um desenho metodológico qualitativo baseado na análise documental, aplicado especificamente a arquivos normativos e desenhos curriculares provinciais referentes a contextos formais de aprendizagem. Por fim, é construída uma matriz DAFO orientada para o cruzamento de variáveis e a abordagem multidimensional e comparações do caso.</p> 2022-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8666338 A construção de narrativas e os estudos de cultura material 2022-05-12T14:48:40+00:00 Camilla Agostini camilla.rio.br@gmail.com Enrico Baggio dalmasenrico@gmail.com <p>A Arqueologia cresce em possibilidades na interface com os Estudos de Cultura Material, particularmente ao se aproximar de tempos mais recentes. O processo de construção de narrativas a partir das coisas é um domínio que pode ser aprofundado, do ponto de vista das linguagens, bem como do seu papel no processo de produção do conhecimento. O estudo tanto da construção de narrativas, quanto a aproximação aos Estudos de Cultura Material se mostram terreno fértil para pesquisadores, bem como campo em experimentações para estudantes de graduação. Nesse artigo desenvolvemos o potencial de exercícios de construção de narrativas a partir de práticas interdisciplinares com estudantes de graduação, especialmente em atenção a relação das coisas com as pessoas e os espaços. É apresentada também uma breve reflexão sobre a aproximação da arqueologia com a literatura. Nesse caso, trazemos para a cena Howard Philips Lovecraft e sua literatura Fantástica de Horror, observando como ela conversa e nos faz pensar sobre os estudos das coisas do passado.</p> 2022-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Arqueologia Pública https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8668267 O potencial gastronômico e a redução da sociobiodiversidade: 2022-03-10T14:08:15+00:00 Talitha Alessandra Ferreira talitha_ferreira@yahoo.com <p>Este artigo reúne notas a partir de uma pesquisa em andamento, de um trabalho de campo impedido, e do fracasso do Projeto Baunilha do Cerrado, desenvolvido entre 2015 e 2019 no território e comunidade Kalunga pelo Instituto Atá, do chef Alex Atala. O último caso ficou especialmente marcado pela denúncia das tentativas de registro de uma marca para as baunilhas à revelia da comunidade. Tais fatos nos levaram a repensar e a questionar as ações de valorização de ingredientes provenientes da sociobiodiversidade por parte da gastronomia brasileira, incluindo os discursos de seus representantes quanto a necessidade de descolonizá-la. Após retomarmos alguns dados da pesquisa, faremos a inferência que o modo como essa valorização tem se construído pode tornar a busca por ingredientes, como as baunilhas nativas, tanto predatória quanto redutora da sociobiodiversidade e sua importância.</p> 2022-08-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Arqueologia Pública