Documentação jurídica

interfaces da leitura documentária, linguagem e análise de discurso no tratamento da informação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rdbci.v16i3.8650313

Palavras-chave:

Documentação jurídica. Análise documental. Linguística. Terminologia

Resumo

Reflexões sobre o tratamento da informação na Documentação Jurídica, com base na tríade: leitura documentária, linguagem jurídica e análise de discurso. Nesse contexto, discutem-se terminologia e representação da informação, em função do hermetismo da linguagem e da dificuldade para o profissional bibliotecário na identificação os tipos de discursos jurídicos presentes nos documentos da área. Conclui ressaltando a importância da pesquisa sobre a análise de discurso voltada para os tipos de discursos empregados na Documentação Jurídica, que podem propiciar o reconhecimento da estrutura do documento e das partes que contém informações relevantes, contribuindo com a representação da informação.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Biografia do Autor

Roseli Miranda, Universidade de São Paulo

Mestre em Ciência da Informação pela ECA/USP.

Cibele Araújo Camargo Marques dos Santos, Universidade de São Paulo

Docente do Departamento de Informação e Cultura da ECA/USP.

Referências

BARROS, Lídia A. Curso básico de terminologia. São Paulo: Edusp, 2004.

BARRETO, Aldo. A. A questão da informação. São Paulo em Perspectiva, v.8, n 4, out./dez. 1994. Disponível em http://www.seade.gov.br/produtos/spp/v08n04/v08n04_01.pdf . Acesso em 15.08.2013

BITTAR, Eduardo Carlos B. Metodologia da pesquisa jurídica: teoria e prática da monografia para os cursos de direito. São Paulo: Saraiva, 2001.

BITTAR, Eduardo Carlos B. Linguagem jurídica. São Paulo: Saraiva, 2003.

BORDIEU, Pierre. O que falar quer dizer. In: A economia das trocas linguísticas. São Paulo: EDUSP, p.21-52, 1996.

CABRÉ, Maria Teresa. La terminología: representación y comunicación. Barcelona : IULA-UPF, 1999.

CHARTIER, Roger. A aventura do livro do leitor ao navegador. São Paulo: UNESP, 1999.

CINTRA, Anna Maria. Estratégias de leitura em documentação. In: Smit, J.W. (Coord.). Análise documentária: análise da síntese. Brasília: IBICT, 2ª ed., p. 29-37, 1987.

FUJITA, Mariângela Spotti Lopes. A Leitura Documentária na perspectiva de suas variáveis: leitor-texto-contexto. DataGramaZero, v. 5, n. 4, ago. 2004

FUJITA, Mariângela Spotti Lopes; NARDI, Maria Izabel Aspeti.; SANTOS, Silvana. A leitura em análise documentária. Transinformação, Campinas, v. 10, n.3, p.13-31, set/dez. 1998.

GARCÍA GUTIÉRREZ, Antonio Luis. Estructura linguística de la documentación: teoria y método. Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones, 1990.

KOBASHI, Nair Yumiko. A elaboração de informações documentárias: em busca de uma metodologia. Tese (Doutorado em Ciências) – Escola de Comunicação e Arte, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1994.

JOSEPH, Irmã Miriam. O Trivium: as artes liberais da lógica, gramática e retórica. São Paulo: Realizações, 2002.

LARA, Marilda Lopes Ginez. Linguagem documentária e terminologia. Transinformação, Campinas, n.16 set/dez 2004.

LARA, Marilda Lopes Ginez. Conceitos de Organização e Representação do Conhecimento na ótica das reflexões do Grupo Temma. Revista Informação & Informação, Londrina, v. 16, n. esp., jan/jun 2011.

MOURA, Maria Aparecida. Leitor-bibliotecário: interpretação, memória e as contradições da subjetividade. Perspectiva em Ciência da Informação, v. 9, n.2, p.158-169, jul/set. 2004.

ORLANDI, Eni Puccinelli. Análise de Discurso: princípios e procedimentos. 7ªed. Campinas: Pontes, 2007.

ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem em seu funcionamento: as formas de discurso. São Paulo: Brasiliense, 1983.

PASSOS, Edilenice. O controle da informação jurídica no Brasil: a contribuição do Senado Federal. Revista Ciência da Informação, Brasília v.23 n.3. set/dez. 1994.

PASSO, Edilenice; BARROS, Lucivaldo Vasconcelos. Fontes de informação para pesquisa em direito. Brasilia: Briquet de Lemos, 2009.

PÊCHEUX, Michel. Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. Campinas: UNICAMP, 1988.

REALE, Miguel. Lições preliminares do Direito. São Paulo: Saraiva, 25ª ed., 2001.

SILVA, Andreia Gonçalves. Fontes de informação jurídica: conceitos e técnicas de leitura para o profissional da informação. Rio de Janeiro: Interciência, 2010.

TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira. Terminologia e documentação. TradTerm: revista do Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia FFLCH/USP, São Paulo, n.7, p.141-151, 2001.

TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira, LARA, Marilda Lopes Ginez. O campo da Linguística Documentária. Transinformação, Campinas, v.18, n.3, p.203-211, set./dez. 2006.

VOGEL, Michely Jabala Mamede. A noção de estrutura linguística e de processo de estruturação e sua influência no conceito e na elaboração de linguagem documentária. 124f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo, 2007.

Publicado

2018-06-04

Como Citar

MIRANDA, R.; SANTOS, C. A. C. M. dos. Documentação jurídica: interfaces da leitura documentária, linguagem e análise de discurso no tratamento da informação. RDBCI: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, SP, v. 16, n. 3, p. 299–316, 2018. DOI: 10.20396/rdbci.v16i3.8650313. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8650313. Acesso em: 29 nov. 2022.