Greenstone: uso atual na Argentina

Marcela Fushimi, Mariana Pichinini, Ana María Sanllorenti, Martín Williman

Resumo


Este artigo apresenta as características e a história do software para criar e gerenciar bibliotecas digitais Greenstone, desenvolvidas inicialmente pela Universidade de Waikato, Nova Zelândia, em 1997. Primeiro, a comunidade de usuários é descrita a nível global, com foco no uso atual que o software conseguiu na Argentina: o número de implementações disponíveis, sua evolução, o tipo, tamanho e variedade dos desenvolvimentos existentes, bem como a sua aplicação à gestão de repositórios digitais de ciência e tecnologia no campo das instituições científicas, tecnológicas e de ensino superior na Argentina. Em segundo lugar, são detalhadas as ações realizadas após a criação do Centro Nacional para a Promoção da Greenstone na Argentina em 2009. Os dados coletados das pesquisas permitiram observar que os motivos predominantes para a escolha desta plataforma foram, entre outros, a facilidade de instalação e configuração, seu baixo nível de requisitos tecnológicos, a escassez geral de recursos humanos dedicados a essa atividade e a complexidade do software alternativo existente naquele momento. Ao longo destes 8 anos, tanto os repositórios digitais quanto os sistemas que os suportam evoluíram drasticamente, modificando o cenário atual. Paralelamente, em 2016, a nova versão principal da Greenstone implementou uma reengenharia completa do software para adaptá-la às tecnologias em uso: XML, XSLT, serviços Web e Java. Como conseqüência disso, a comunidade de desenvolvimento local apresenta novos desafios para a migração de bibliotecas digitais e repositórios implementados com versões anteriores.


Palavras-chave


Biblioteca digital Biblioteca da universidade Software de código aberto Desenvolvimento de capacidade. Repositórios Institucionais Greenstone

Referências


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DOI: https://doi.org/10.20396/rdbci.v16i2.8651806

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