Filosofia e Educação
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<p><strong>Escopo: </strong>A revista<em> Filosofia e Educação</em> é uma publicação eletrônica, quadrimestral, organizada e editada pelo Departamento de Filosofia e História da Educação (Defhe), da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Destina-se à divulgação e ao debate de ideias nas áreas de Filosofia e Educação. A revista publica textos na forma de artigos, ensaios, notas de estudos e pesquisas em andamento, relatos e reflexões sobre experiências, resenhas e leituras críticas. Busca, dessa forma, não só contribuir para uma ampla circulação de pontos de vista acerca dos assuntos que contempla e aborda, mas também honrar a tradição crítica da Filosofia e do pensamento educacional, pautando-se pelo pluralismo e pela abertura ao debate.<br><strong>Qualis</strong>: B1 <br><strong>Área do conhecimento</strong>: Ciências Humanas<br><strong>Ano de fundação</strong>:2009<br><strong>E-ISSN</strong>: 1984-9605<br><strong>Título abreviado</strong>: Filos. e Educ.<br><strong>E-mail</strong>: <a title="E-mail" href="mailto:rfe@unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">rfe@unicamp.br</a><br><strong>Unidade</strong>: <a href="http://www.fe.unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">FE</a><br><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br><a title="CC-BY-SA" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/4.0/80x15.png" alt="Licença Creative Commons"></a></p>Universidade Estadual de Campinaspt-BRFilosofia e Educação1984-9605<p dir="ltr">O periódico <strong>Filosofia e Educação</strong>utiliza a licença do <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/" target="_blank" rel="noopener">Creative Commons (CC)</a>, preservando assim, a integridade dos artigos em ambiente de acesso aberto.</p> <div> </div>Epistemologia e pandemia COVID-19
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<p>S é biólogo, médico, professor, governo, jornalista, usuário do Twitter, Facebook ou YouTube ou uma pessoa comum. Suponhamos também que P seja o coronavírus SARS-CoVid-2, sua origem, seu potencial de infestação, patógenos e pandemias. S conhece P, isto é, que sua crença sobre P é verdadeira e justificada. O objetivo deste artigo é argumentar que o reducionismo epistemológico limita a afirmação de S, cuja superação marca os caminhos da virologia, da epidemiologia, da ética e da política para o enfrentamento da pandemia COVID-19.</p>Eduardo Francisco Freyre Roach
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8663415Pedagogia da Pachamama/Tayta Inti: emancipação, libertação e vida, com educação pós pandemia
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<p>Este texto se caracteriza como debate alinhado com os esforços para lidar com o fenômeno biológico, ecológico e social desencadeado pelo vírus Corona 19 tendo como foco a abordagem amparada na Fenomenologia Schiller-Goethiana, e na Pedagogia da Pachamama/Tayta Inti com a decorrente posição anti-colonial e a abordagem trans e inter educativa sustentada em conhecimentos ancestrais e originários e nas abordagens teóricas da física contemporânea. Tem o propósito de debater possibilidades teóricas e práticas que proporcionem vida futura que atenda ao desafio pós pandêmico de forma a romper fronteiras e promover emancipação a favor da vida com dignidade</p>Ernesto Jacob Keim
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8661849Dilemas educacionais
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<p><strong>RESUMO</strong></p> <p>O artigo visa discutir no campo educacional a presença das tecnologias e suas influencias quanto à crise de desempenho do indivíduo dentro da sociedade, analisar como a escola e a educação passaram a lidar com a propagação de informações por parte dos alunos, e compreender os impactos advindos desse isolamento social provocado pela Pandemia da <em>COVID</em>-19. Com base em autores como Foucault (2009), Han (2018), França (2018) e Serres (2013). Concluindo que se deve ter criticidade ao utilizar esses recursos, ponderando o que se busca a partir deles, sendo que os mesmos podem ampliar como também contribuir para a limitação e submissão do sujeito.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Tecnologias. Educação. Pandemia.</p>Floriano Euclides Gomes da Silva SilvaMariana Pícaro Cerigatto
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8661969A educação como direito humano e o ensino tecnológico em tempo de pandemia
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<p>O presente trabalho tem por objetivo desenvolver reflexão sobre a problemática gerada com a pandemia do Covid-19, sua relação com ensino tecnológico enquanto um direito humano, assim como os limites e contradições. Revelam-se algumas situações que comprometem o acesso à educação de qualidade como um direito de todos, tais como: dificuldades de domínio do professor para com a ferramenta <em>Teams; </em>questões ideológicas, falta de flexibilidade como verdade absoluta e dificuldade de acesso do aluno ao sistema <em>on-line.</em> Isso pode comprometer a garantia da educação como direito humano, em tempos de pandemia: Covid-19.</p> <p> </p> <p> </p>Manoel Francisco do AmaralRosana Helena Nunes Kelly Janaine Amaral
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8660479O fenômeno das fake news e a pandemia
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<p>O estudo, de abordagem hermenêutica, realiza um debate acerca das <em>fake news</em> e suas ressonâncias na vida social, de modo particular, durante o período de pandemia ocasionada pelo COVID-19. Realizamos uma reflexão sobre como o contato com as <em>fake news </em>pode ocasionar interferências nos processos educacionais e nos diversos segmentos da sociedade. Elencamos considerações sobre os multiletramentos digitais como um meio de diálogo pedagógico, que envolve a mobilização de um conjunto de letramentos e práticas sociais interligadas e sensíveis aos contextos vitais enquanto condição para o enfrentamento das <em>fake news</em> na educação.</p>Adilson Cristiano HabowskiElaine Conte
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8661998Um olhar pedagógico sobre a pandemia e seus efeitos à educação
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<p>Neste ensaio abordamos os impactos da pandemia do novo coronavírus e como isso resultou em mudanças nas práticas educativas que se configuram ainda incipientes. Antes de descrever as consequências provenientes da Covid-19 no exercício docente e nas ações pedagógicas escolares, fazemos uma contextualização inter-relacionando distintos cenários socioculturais: desde o global, com informações sobre o vírus em larga escala, ao nacional e local – quando o vírus deixa de ser uma ameaça distante e se aproxima cada vez mais de nosso país, tornando-se parte de nossa realidade. Ao final, complementamos a reflexão tendo como horizonte os caminhos possíveis da Educação com a cultura digital.</p>José Douglas Alves dos SantosMaria Edivania Alves dos SantosCristiano Mezzaroba
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8661568A TIC atuando como mediadora na educação superior brasileira durante a pandemia do Covid-19
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<p>A pandemia do Coronavírus (Covid-19) coloca a sociedade em uma situação em que todos os sistemas educacionais, foram paralisados ou tiveram um comprometimento muito drástico com a interrupção de atividades pedagógicas. As universidades e faculdades privadas movimentaram uma operação sem precedentes com aulas remotas e a distância, com o intuito em não parar o calendário acadêmico. Nesse sentido, o presente artigo objetiva discutir a importância da reflexão da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) como mediadora na educação brasileira superior, durante a pandemia do Covid-19. A metodologia empregada foi qualitativa e bibliográfica, por meio de pesquisas em arcabouços teóricos, legislação brasileira, além da observação do cotidiano do ensino superior brasileiro que se dá nos veículos de comunicação de massa. A partir da análise dos resultados obtidos, foi possível concluir que o auxílio das tecnologias, o professor beneficia o aluno no período da pandemia do coronavírus, na medida em que faz uma abordagem mais ampla e o permite fazer associações, através de aulas remotas que podem ser potencializados com as metodologias ativas de ensino.</p>Joyce Karoline Pinto Oliveira PontesAldrin Bentes Pontes
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i2.8659402História das mulheres em tempos de pandemia
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<p>Este artigo pretende refletir sobre a condição feminina em tempos da pandemia provocada pela Covid-19. A historiografia evidencia o papel das mulheres como sujeitos da história, o qual durante muito tempo foi relevado ao esquecimento por concepções que as condicionavam à reclusão e às tarefas do lar. No entanto, nas entrelinhas dos discursos masculinos, os historiadores têm encontrado indícios de que, no lar ou no espaço público, elas buscaram sua realização pessoal e profissional. Em tempos de pandemia, o cotidiano revela histórias e depoimentos colocando novos desafios à mulher trabalhadora, na emergência de atender aos compromissos profissionais e ao desempenho da maternidade.</p>Wilma de Lara Bueno
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2021-02-032021-02-03123Educação das infâncias e crianças no Brasil
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<p>O artigo faz uma reflexão crítica dos impactos da pandemia para as crianças da Educação Infantil no Brasil. Delineia algumas concepções de criança e infância nos discursos normativos, apontando possibilidades que valorizem a experiência infantil.</p>Ana Lúcia Soares da Conceição Araújo
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8661850Parentalidade e Desenvolvimento Infantil em tempos de Pandemia
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<p>A situação de pandemia gerada pela COVID-19 é, sem dúvida, um dos acontecimentos mais extremos que a sociedade está tendo que enfrentar neste século, tanto por sua extensão, como pela duração, previsível continuidade e consequências. Este artigo aborda os diferentes estilos educativos parentais, objetivando subsidiar reflexões sobre a parentalidade e a adaptação psicossocial das crianças diante da pandemia. A fundamentação teórico-conceitual está baseada nos estilos educativos parentais a partir da abordagem tipológica. De acordo com a literatura, pais com um estilo educativo autorizativo e indulgente podem contribuir para que as crianças enfrentem adversidades de maneira mais adaptativa.</p>Yara Rodrigues de la Iglesia
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8661983A atuação do Profissional de Educação Física e as novas dinâmicas das atividades físicas escolares e extraescolares
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<p>Analisa a conjuntura da disseminação da COVID 19, os impactos na prática profissional do professor de Educação Física com a impossibilidade ou a redução de atuação em espaços fechados e de convivência como academias e meios coletivos, e a urgente necessidade de assimilar novos protocolos de saúde pública na oferta de qualidade de vida, de promoção de bem-estar e de práticas de Educação e de Desenvolvimento de Atividades física sistematizadas. Estuda as possibilidades de compreensão da atuação do Profissional de Educação Física na sociedade atual, de acentuada globalização econômica e cultural. Destaca as diretrizes nacionais da formação do profissional de Educação Física no Brasil e os projetos e contradições que se enfrentam na proposição deste debate, de um lado a defesa de uma concepção de formação omnilateral e social e de outro a redução aos dispositivos tecnicistas e neoliberais, voltados para as necessidades impostas pelo mercado de trabalho. Interpretação crítico-dialética que aponta possíveis superações e lições nos tempos da pandemia para o Profissional de Educação Física.</p>Cesar Adriano Ribeiro Nunes
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8662104Teoria crítica, formação cultural e educação
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<p>Resenha da obra:</p> <p>ZUIN, Antônio Álvaro Soares; COSTA, Belarmino Cesar Guimarães da; GOMES, Luiz Roberto; LASTÓRIA, Luiz Antônio Calmon Nabuco (org.).<strong> Teoria crítica, formação cultural e educação:</strong> homenagem a Bruno Pucci. Piracicaba: Editora Unimep, 2018. 396p.</p>Adilson Cristiano HabowskiElaine Conte
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8661013Da estética do tempo mínimo à poética da pandemia máxima
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<p>O ensaio discute as relações entre a produção poética e a experiência pandêmica. Estabelece o movimento identitário do narrador poético entre três modalidades de produção poética. Trata-se de triangulação artística que se envidencia entre <em>Poema Minuto</em>, <em>Diet Poesia</em> e <em>Minimalismus Pandemicus</em>. Para a caracterização do deslocamento intervérsico a tríplice produção artística, vale-se dos conceitos de “celebração móvel” de Hall (2006), das noções de dupla vocalidade da <em>Signifyin(g)</em> e da tripla dimensão de Exu e Iorubás, segundo Gates (1988), além da ideia de política da conversão de West (1994). O ensaio sugere recorrer a uma ética do amor que, segundo West, teria a capacidade de estabelecer uma epistemologia poética com vistas a proteger a terra e fazer um mundo melhor. </p>José Endoença Martins
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8661732Filosofia na busca pelo dialogo
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<p>Neste artigo, a partir de uma noção ampliada de diálogo, pretendemos sugerir algumas reflexões para que juntos possamos encontrar ações pertinentes para o momento em que vivemos, o isolamento social devido a pandemia do coronavírus. Inicialmente trabalharemos com quatro categorias: o diálogo consigo mesmo, o diálogo com as plantas, o diálogo com a história e o diálogo com os ancestrais. O artigo tem a pretensão de contribuir com as disciplinas de Filosofia e Sociologia no Ensino Médio, em diálogo com a comunidade escolar.</p>robson gabioneta
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8661993Materialismo dialético e educação comparada
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<p>O texto desenvolve o argumento que comparar, na perspectiva do materialismo dialético, requer que o pesquisador faça o movimento do concreto ao concreto pensado segundo as leis da dialética, situando o objeto no tempo, no espaço, na particularidade e no geral, nas semelhanças, diferenças e não descartando as contradições. Pelo contrário: colocando as contradições em evidência para elucidar os interesses materiais (mundo do trabalho) e ideológicos (nível da linguagem).</p>Raquel de Almeida Moraes
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8656677A lenda O riso de Demócrito e o pranto de Heráclito
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<p>O artigo explora as fontes históricas da lenda <em>O riso de Demócrito e o pranto de Heráclito</em>, com destaque para a antiguidade grecorromana e para a modernidade renascentista. É realizado um estudo genealógico da referida lenda, seguido da análise de três obras: as <em>Cartas do Pseudo-Hipócrates </em>(c. século I d.C.) e os discursos oratórios de Antônio Vieira (<em>Le lacrime d'Eraclito</em>) e de Girolamo Cattaneo (<em>Il riso di Democrito</em>) (1674). Diante da tirania da felicidade que se impõe nas sociedades contemporâneas, o resgate desse construto cultural milenar serve como <em>locus </em>de reflexão sobre prudencialidade ética e condição humana.</p>Ibrahim CamposWalter Lima
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8660762Ensino e conhecimento
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<p>Este artigo pretende revisitar as ideias do célebre filósofo John Locke na sua obra “Ensaio acerca do entendimento humano” publicado em 1689 e propor implicações pedagógicas do seu conceito de conhecimento. Começa, como Locke, pela matéria prima de todo conhecimento que são as ideias, depois apresenta como a mente opera com essas ideias de modo a produzir o conhecimento e finalmente discute implicações das ideias de Locke para o ensino e aprendizagem. Como implicações pedagógicas são apontadas: a importância de auxiliar o aluno a conhecer, a aprendizagem a partir construção do conhecimento, ampliação do trabalho docente no sentido de conduzir os alunos em todas as etapas do processo de conhecer e críticas ao modelo verbalista e transmissivo de ensino.</p>Eliseu Roque do Espírito Santo
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8655535Angústia(s) e diálogos entre Graciliano Ramos e os saberes populares.
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<p>O presente artigo reflete o fenômeno da angústia enquanto constituinte da condição humana, que se materializa em diferentes modos e expressões, correspondentes ao tempo e espaço em que os sujeitos humanos se situam históricos e geograficamente. Por não se tratar de uma abordagem estritamente filosófica ou de natureza psicanalítica, optamos em estabelecer um recorte mediante a construção de um diálogo sobre a Angústia descrita pelo romancista nordestino Graciliano Ramos e os sentimentos angustiantes dos sujeitos populares analfabetos, elaborando, desse modo, uma interlocução com a vida e aprendizagens de sujeitos excluídos que, em meio às agruras e utopias pequenas, quase diárias, produzem significados, saberes e novas agendas de resiliências para poderem ser/estar na vida.</p>adenilton moises da silvaEveraldo Fernandes da Silva
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8660833Análise epistemológica da produção do conhecimento em Educação Física da UEPA em Altamira/PA
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<p>Trata-se de uma pesquisa de natureza bibliográfica, com abordagem quanti-qualitativa, de caráter descritivo-exploratório que objetiva analisar a produção do conhecimento do Curso de Educação Física (CEDF) da Universidade do Estado do Pará (UEPA) em Altamira, no período de 2011-2018. Os achados apontam uma evolução do modo de produzir conhecimento, pois constatou-se uma redução dos vazios analíticos presentes nas pesquisas analisadas. Conclui que há um aumento no rigor cientifico presente nas produções devido uma maior utilização de técnicas, metodologias e teorias consistentes para a verificação da realidade pesquisada e para a elaboração das respostas (R) dos problemas (P) investigados.</p>Laine Rocha MoreiraLuiz Felipe dos SantosPeterson de Castro Pereira
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8660324As contribuições filosóficas de Marx para a construção da dialética e para a Filosofia
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<p>Este artigo tem como objetivo analisar a teoria dialética de Karl Marx, evidenciando suas contribuições para a filosofia. Por meio de uma revisão bibliográfica, que visa descrever as principais teorias sobre o assunto, será apresentado ao leitor que o ponto de partida para o pensamento de Marx é uma crítica a toda filosofia hegeliana, sendo a partir do confronto de ideias com o Filosofo Hegel e da esquerda hegeliana, que Marx vai construir as bases para o seu pensamento filosófico. Sua teoria que posteriormente seria chamada de materialismo histórico dialético pelos seus interpretes, seria uma síntese da dialética hegeliana e do materialismo de Feuerbach, sendo concebida como um conjunto de leis que explicam a evolução da natureza como uma relação determinada por elementos da economia, sociedade e história. Essa idéia utópica compartilhada por Marx, Engels e seus sucessores foi refutada por desenvolvimentos subsequentes da filosofia. De fato, a filosofia, por sua própria natureza, é pluralista e interminável.</p>André Luiz Alvarenga de SouzaAlexandra Ayach Anache Carina Elisabeth Maciel
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8658866Lista de Avaliadores do v.12, n.1,2,3, (2020)
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<p>Lista dos pareceristas que participaram na avaliação dos artigos selecionados para o v. 12, ns. 1,2,e 3 de 2020</p> <p>Dos 64 avaliadores, 88% são portadores do titulo de doutor. Os mestres e doutorandos participam na avaliação de resenhas e textos relativos a leituras. Consideramos a sua participação na avaliação de textos menos complexos e como incentivo aos autores em processo de formaçã. Os avaliadores estão vinculados a Instituições de Ensino Superior - IES de 19 estados da federação que representam todas as regiões do pais (Sudeste: 19; Sul: 15; Nordeste: 12; Centro-oeste: 09 e Norte: 04). A lista inclui, ainda a participação de avaliadores de quatro (4) outros países (Colômbia, Cuba, Puerto Rico e Venezuela). Indicadores esses que mostram a abrangência nacional e internacional do corpo de avaliadores.</p>Silvio Gamboa
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2021-02-032021-02-03123Quatro aulas e a experiência da pandemia
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<p>O artigo busca principalmente descrever tanto a experiência de duas aulas em um estágio iniciado em uma escola estadual na Zona Leste da cidade de São Paulo, a interrupção das atividades no colégio durante o período da crise sanitária, quanto duas aulas do Centro de Mídias transmitidas durante o isolamento social. Do mesmo modo, a partir das descrições, sugere-se algumas discussões de caráter filosófico sobre a educação neste contexto à luz de contribuições de pensadores de língua alemã do início dos séculos XIX e XX.</p>Reginaldo Rodrigues Raposo
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8661274O conceito de dialética em Lukács (István Mészaros)
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<p>Na obra o autor consegue reforçar a ideia de que o desenvolvimento do pensamento de Lukács ocorre a partir dos acontecimentos históricos-sociais em que vive e é por isso que no início, quando jovem, seus escritos são caracterizados como idealistas e, mais tarde, com seu amadurecimento intelectual, se tornam mais materialistas. Inclusive foi esse mesmo processo histórico-social que acarretou em penalizações a sua dialética. José Paulo Netto escreve o texto de Apresentação do livro e diz o seguinte: “à concepção de dialética e de totalidade de Lukács sempre faltaram [...] suportes históricos (sócio-materiais) para que a categoria de mediação fosse plenamente saturada de concreção, o que vulnerabilizou [...] a própria categoria de totalidade concreta” (p. 21).</p>Valdirene Pereira Costa
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2021-02-032021-02-0312310.20396/rfe.v12i3.8662105Editorial
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<p>Editorial elaborado pelos organizadores do número temático. Apresenta os objetivos e as justificativas do numero temático, anuncia e comenta os diversos artigos que compoem esta edição da Revista Filosofia e Educação.</p>Adolfo Ramos LamarKevin Daniel dos Santos Leyser
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