Banner Portal
Docências e movimentos formativos
PORTUGUÊS
ENGLISH (English)

Palavras-chave

Educação superior
Desenvolvimento profissional
Docências
Movimentos formativos
Formação de professores

Como Citar

BOLZAN, Doris Pires Vargas; CUNHA, Maria Isabel da; POWACZUK , Ana Carla Hollweg. Docências e movimentos formativos: desafios e tensões nas práticas pedagógicas. Revista Internacional de Educação Superior, Campinas, SP, v. 8, n. 00, p. e022032, 2022. DOI: 10.20396/riesup.v8i00.8663812. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/riesup/article/view/8663812. Acesso em: 13 abr. 2024.

Resumo

Neste artigo, discutem-se as implicações do cenário pandêmico na reconfiguração das docências no contexto  universitário. A dinâmica interdiscursiva proposta abrange as dimensões macro e micro das políticas educacionais em curso e os tensionamentos que delas decorrem nas instituições de ensino superior, em especial, no que tange à autonomia pedagógica e à sua relação com o trabalho docente. Nessa perspectiva, problematizam-se as (in)visibilidades manifestadas no e pelo trabalho pedagógico diante da transposição dos modelos presenciais de ensino para os modelos digitais. Os processos de transição em andamento circunscrevem o modo como o trabalho pedagógico é compreendido e vivenciado pelos professores e estudantes, permeados pelas dinâmicas institucionais, exigindo novos desenhos pedagógicos. Nesse cenário, busca-se a defesa de políticas institucionais capazes de impulsionar movimentos formativos e disrupções necessárias aos contextos insurgentes, favorecendo a geratividade e o protagonismo docente e discente nas IES.

https://doi.org/10.20396/riesup.v8i00.8663812
PORTUGUÊS
ENGLISH (English)

Referências

BACICH, Lilian; TANZI NETO, Adolfo; TREVISANI, Fernando de Mello. (Orgs.). Ensino Híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.

AUTORA 1. Formação continuada de Professores: dinâmicas interativas e mediadoras.3ed. Porto Alegre: Editora Mediação, 2020.

BONDIA, Jorge Larrosa. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação. Jan/Fev/Mar/Abr, nº 19, 2002.pp. 20-28. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=s1413-24782002000100003&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso em: 20 nov. 2020.

FLACH, S. de F., 2012. Contribuições para o debate sobre a qualidade social da educação na realidade brasileira. Contexto & Educação. Editora Unijuí, Ano 27, n. 87, Jan./Jun. 2012. Disponível em: https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoeducacao/issue/archive/2. Acesso em: 2 nov. 2020.

FREIRE, Paulo. Conscientização. Teorias e práticas da libertação. São Paulo: Centaruro, 3.ed., 2 reimpressão, 2008.

HELLER, Agnes. Sociologia de la vida cotidiana. Impresso em Nova-grafick s/a., Puigcerd127, 08019, Barcelona, 1991.

HELLER, Agnes. O cotidiano e a história. São Paulo: Paz e Terra, 2008.

ISAIA, Silvia M. de A.; AUTORA 1.; MACIEL, Adriana, M. da R. Indicadores de qualidade e desenvolvimento profissional docente. In: MOROSINI, Marília. Qualidade da Educação Superior: reflexões e práticas investigativas. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011. p. 361-381.

LÉVY, Piérre. Cibercultura. Rio de Janeiro: Editora 34, 1999.

LÉVY, Piérre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática.13. Ed. São Paulo: Editora 34, 2004.

CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 2005.

LEMOS, A. Cibercultura. Tecnologia e Vida Social na Cultura Contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2002.

LEMOS, André. Cibercultura como território recombinante. In: Trivinho, E., Cazeloto, E. (Ed.), A cibercultura e seu espelho: campo de conhecimento emergente e nova vivência humana na era da imersão interativa. São Paulo: ABCiber, Instituto Itaú Cultural, 38-46, 2009. Disponível em: http://abciber.org/publicacoes/livro1/a_cibercultura_e_seu_espelho.pdf. Acesso em: 20 nov. 2020.

NÓVOA, António. In: XX Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino. ENDIPE, 2020. Palestra de Encerramento Youtube. Disponível em: https://youtu.be/qMQhtXoV9Y0. Acesso em: 12 nov. 2020.

AUTORA 3. Movimentos da professoralidade: a tessitura da docência. 2012. 219p. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2012.

SANTOS, Boaventura de Souza. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000.

SANTOS, Boaventura de Sousa. A cruel pedagogia do vírus. Coimbra: Edições Almedina, S.A., 2020.

VYGOTSKI, Lev S..Obras escogidas. Tomo I. Madrid: Visor: Distribuciones, S.A. Madrid, 1991.

VYGOTSKI, Lev S.. La imaginación y el arte en la infância. Madri- Espana. Ediciones Akal, S.A, 2003.

Creative Commons License
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Educação Superior

Downloads

Não há dados estatísticos.