https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/sss/issue/feed Serviço Social e Saúde 2022-10-19T15:28:02+00:00 Edna Maria Goulart Joazeiro sssaude@hc.unicamp.br Open Journal Systems <p><strong>Escopo</strong>: Serviço Social &amp; Saúde é um periódico especializado, aberto à contribuições da comunidade científica nacional e internacional, arbitrado e distribuído a leitores do Brasil e de vários outros países. Os trabalhos submetidos são avaliados por pelo menos dois revisores pertencentes ao quadro de colaboradores da revista em procedimento sigiloso quanto à identidade tanto do(s) autor(es) quanto dos revisores. Os autores são responsáveis pelas informações contidas nos trabalhos, bem como pela devida permissão ao uso de figuras ou tabelas publicadas em outras fontes.<br /><strong>Quali</strong><strong>s</strong>: B3<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Ciências Sociais Aplicadas<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 2002<br /><strong>E-ISSN</strong>: 2446-5992<br /><strong>Título abreviado</strong>: Serv. Soc. &amp; Saúde<br /><strong>E-mail</strong>: <a href="https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/sss/management/settings/context/mailto:sss@hc.unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">sss@hc.unicamp.br</a><br /><strong>Unidade</strong>: <a href="http://www.hc.unicamp.br/?q=taxonomy/term/116" target="_blank" rel="noopener">HC /SS</a><br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br /><a title="CC-BY-NC-SA" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/4.0/80x15.png" alt="Licença Creative Commons" /></a></p> https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/sss/article/view/8665080 Prática profissional do assistente social e suspeita de negligência em crianças e adolescentes 2022-10-19T15:27:59+00:00 Silvia Leticia Morabito Porto mmorabitoporto@gmail.com Meiriani Rodrigues Fachin meirianirodrigues@gmail.com Luzia Cristina de Almeida Serrano cristinna.serrano@gmail.com <p>As variadas modalidades de violência que ocorrem em âmbito doméstico ou intrafamiliar, são reconhecidas como: física, sexual, psicológica e negligência, que representa a omissão em termos de prover as necessidades físicas e emocionais de uma criança ou adolescente, sendo uma das mais notificadas no sistema de notificação de violação de direitos humanos. Este artigo objetiva refletir sobre a prática profissional do assistente social nos atendimentos de suspeita de negligência contra crianças e adolescentes na saúde. A pesquisa foi bibliográfica, a partir de artigos nacionais e internacionais referentes ao tema, com análise dialética dos dados obtidos. Os artigos analisados apresentaram a negligência como uma questão de saúde pública, ao mesmo tempo em que demonstram seus rebatimentos. Ainda pontuam o trabalho do assistente social, enquanto integrante da equipe multidisciplinar, suas atividades que compõe a práxis dialética, interventiva, ética e legal. Conclui-se que o assistente social que atua em instituições de saúde pode contribuir para assegurar a proteção de crianças e adolescentes que sofrem com a negligência, seja prestando orientação aos profissionais de saúde e às famílias, seja notificando as autoridades competentes sobre a violência sofrida ou sobre o risco ao qual a criança e ao adolescente estão expostos.</p> 2022-10-18T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Serviço Social & Saúde https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/sss/article/view/8658781 Desafios no reconhecimento de uma política pública de saúde mental para a população em situação de rua 2022-10-19T15:28:02+00:00 Rayoni Ralfh Silva Pereira Salgado ray.asocial@hotmail.com <p>Este artigo tem como objetivo apresentar um resumo das princiapais conquistas históricas no campo da saúde pública com ênfase à saúde mental e a legislação envolvida, refletindo sobre os desafios em incluir a População em Situação de Rua nas ações e serviços dessa política pública. Tal resumo dos marcos históricos e legais é resultado de uma pesquisa de mestrado mais ampla realizado com profissionais da Rede de Atenção Psicossocial do município de Limeira-SP. O presente trabalho discorre sobre a Reforma Psiquiátrica brasileira, a inserção desse grupo vulnerável na agenda pública e finaliza refletindo sobre os desafios e propostas para o reconhecimento de uma política pública de saúde mental para pessoas que vivem em condição de rua, bem como, sugere a criação de Comitês Intersetoriais de Acompanhamento e Monitoramento e outros espaços de discussão permanente, com vistas à elaboração de Políticas Estaduais e Municipais para a População em</p> <p><strong> </strong></p> 2022-10-18T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Serviço Social & Saúde https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/sss/article/view/8665213 Imunodeficiência de imunoglobulinas IgG subclasse 3 2022-10-19T15:27:56+00:00 Flávia Dufloth Chiaradia flavia.chiaradia@outlook.com Lara Richter richter.lara@gmail.com Letícia Tavares leticiaa_tavaress@hotmail.com Daiane Cobianchi da Costa daiane_co@univali.br Edneia Casagranda Bueno ecbueno@univali.br Alexandre Geraldo alexandregeraldo01@gmail.com <p>As imunodeficiências primárias ou congênitas (IDPs) são um grupo de patologias com etiopatogenia muito diversa, em que há défice quantitativo e/ou qualitativo do sistema imunitário, afetando a qualidade de vida dos portadores. Este estudo tem por objetivo relatar um caso de imunodeficiência de IgG subclasse 3. Durante a infância, a paciente apresentava alergias respiratórias graves com internações frequêntes por quadros de pneumonias. Na adolescência manifestava infecções que evoluíam com rapidez para quadros mais graves, principalmente no trato respiratório e sistema urinário. Na vida adulta apresentou pneumonia bacteriana após sintomas gripais. A suspeita de que as infecções recorrentes poderiam ser indícios de outra patologia iniciou quando a paciente percebeu que, além de suas infecções se desenvolverem de forma grave, também não apresentava resposta imunológica aparente a elas. A paciente relatou ter vida social e pessoal prejudicada até receber o diagnóstico correto e o tratamento adequado. O tratamento inicial consistiu em corticoterapia associada ao uso contínuo de sulfametoxazol com trimetoprima, sem resolutividade, somado à administração de vacinas, para as quais houve pouca soroconversão. Devido a esta ineficiência, foi iniciado o tratamento por infusão de imunoglobulinas, o qual apresentou resultados positivos na paciente, cujo tratamento continua atualmente. Este relato de caso evidencia o impacto social causado pelas complicações clínicas anteriores ao diagnóstico, a significativa melhora na qualidade de vida da paciente após o tratamento adequado, assim como a dificuldade diagnóstica da doença e a falta de profissionais qualificados para isso.</p> 2022-10-18T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Serviço Social e Saúde