Terrae Didatica https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/td <p><strong>Escopo</strong>: <strong><em>Terræ Didatica</em> </strong>apoia a comunicação entre geocientistas e educadores brasileiros e seus pares de outros países. <strong><em>Terræ Didatica</em> </strong>fundiu-se com outro periódico mantido pelo IG-Unicamp em 2018, a revista <strong><em>Terræ </em></strong>. Embora originárias de perfis inicialmente distintos, evidenciou-se ao longo dos anos certa complementaridade entre as revistas. Consagrada a fusão, a revista assumiu o formato de publicação contínua e abriu a possibilidade de integrar conjuntos temáticos de artigos contendo resultados de pesquisas relevantes no plano internacional. Contribuições de diferentes tipos, como animações, jogos, demonstrações ou aplicações didáticas de pesquisas acadêmicas e profissionais são bem-vindas, na medida em que constituírem inovações científicas ou educacionais. <br /><strong>Quali</strong><strong>s</strong>: A2<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Ciências Exatas e da Terra<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 2005<br /><strong>E-ISSN</strong>: 1980-4407<br /><strong>Título abreviado</strong>: Terrae Didat. <br /><strong>E-mail</strong>: <a href="mailto:terraed@unicamp.br">terraed@unicamp.br</a><br /><strong>Unidade</strong>: <a href="http://portal.ige.unicamp.br/">IG</a><br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br /><a title="CC-BY-NC" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc/4.0/80x15.png" alt="Licença Creative Commons" /></a></p> University of Campinas pt-BR Terrae Didatica 1679-2300 <p>A&nbsp;<strong>Terrae Didatica</strong> utiliza a licença do <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0" target="_blank" rel="noopener">Creative Commons (CC)</a>, preservando assim, a integridade dos artigos em ambiente de acesso aberto.</p> As coleções mineralógicas e a aventura humana na busca do conhecimento https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/td/article/view/8671329 <p class="Paragrafo">Dos primeiros materiais coletados pelos ancestrais humanos às primeiras coleções mineralógicas de ensino, os minerais despontam como um dos mais importantes objetos da natureza manuseados pelo homem. A história destas coleções permite resgatar as motivações para a sua coleta ao longo do tempo, desde utensílios necessários à sobrevivência até objetos científicos. Diante da necessidade conhece-los cientificamente, as coleções mineralógicas destacam-se como subsídios didáticos e tornam-se os embriões das primeiras Escolas de Engenharia de Minas do planeta e do primeiro curso superior do Brasil. Descobre-se também que o ato de “contar” a história das coleções históricas as faz transcender do seu objetivo básico, aproximando-as do observador (pesquisador ou visitante), porque o colocamos diante do envolvimento dos coletores durante a sua elaboração, promovendo assim a sua ressignificação para além de um conjunto de objetos científicos e/ou estéticos a elementos de uma narrativa da aventura humana na busca do conhecimento.</p> Cicera Neysi de Almeida Copyright (c) 2022 Terrae Didatica https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2023-01-02 2023-01-02 19 e023002 e023002 10.20396/td.v19i00.8671329 Integração entre geografia acadêmica e escolar na Educação Básica https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/td/article/view/8671643 <p>A Geografia, na condição de disciplina científico-escolar permite, entre outros aspectos, que os estudantes aprendam sobre a importância dos solos. Entretanto, em virtude da ausência de recursos pedagógicos adequados para o ensino da temática, muitos estudantes não compreendem tal importância. Assim, estimular a participação discente em práticas científicas no ensino básico, como por exemplo análise de solos, é essencial para despertar o interesse pela ciência. O objetivo desta pesquisa é aproximar estudantes do ensino básico de práticas científicas, a partir da criação do primeiro Laboratório de Análises de Solos em uma escola pública do município do Rio de Janeiro. Para tanto, após a implementação do laboratório na escola Municipal Marília de Dirceu, alguns alunos foram capacitados para realizar análises de solos e, como monitores do laboratório, apresentaram as práticas para outros estudantes. Concluiu-se que, a partir das atividades realizadas, o conteúdo de Geografia Física foi mais bem assimilado e ocorreu aprendizagem significativa.</p> Luana de Almeida Rangel Maria Vitoria Gomes Allochio Antonio Jose Teixeira Guerra Copyright (c) 2023 Terrae Didatica https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2023-01-24 2023-01-24 19 e023003 e023003 10.20396/td.v19i00.8671643 Radiação infravermelha e efeito de inverno https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/td/article/view/8671534 <p>O sistema climático compreende um conjunto de interações de energia e matéria das esferas terrestres. Ele pode ser descrito por meio de modelo sistêmico e examinado em termos de seus parâmetros. As mudanças climáticas configuram um conjunto complexo de fenômenos que afetam a humanidade. O aumento da quantidade dos gases de efeito estufa na atmosfera é o resultado do excesso de emissão de origem antrópica e se acha correlacionado ao aquecimento global. Neste contexto, é necessário tratar esses conceitos na sala de aula. Tal objeto de estudo inclui aspectos físicos e físico-químicos para abordar os processos climáticos e suas repercussões – o que usualmente é tratado pela Biologia e Geografia. Este artigo apresenta uma unidade didática voltada a conceitos chave para compreender o efeito estufa. É apoiado em pequenos experimentos e reflexões coletivas para ajudar a construir conceitos estratégicos do modelo climático.</p> Rodrigo Sebastián Martín Walter Quiñonez Daniel Vicente LoPrete Paula Vanesa Rossi Copyright (c) 2023 Terrae Didatica https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2023-01-24 2023-01-24 19 e023004 e023004 10.20396/td.v19i00.8671534 Rumos ‘pós-pandêmicos’ da Pesquisa, Educação e História de Ciências da Terra https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/td/article/view/8671875 <p>A notável recepção de manuscritos por <a href="https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/td/index"><em>Terræ Didatica</em></a> em 2022 compreende mais de 80 contribuições inéditas. Os números indicam que a comunidade geocientífica nacional e internacional considera a revista um veículo ágil e eficaz para divulgar resultados de suas pesquisas. Os editores agradecem a generosa cooperação de dezenas de especialistas, altamente capacitados, do Brasil e do exterior, que compõem um exigente sistema de revisão por pares. A capacidade de processamento de novas contribuições ampliou-se, mas a resposta nem sempre ocorre na velocidade esperada. É digno de nota o relevante papel educativo do trabalho editorial junto aos/às jovens novos/as autores/as. A inusitada quantidade de 39 trabalhos rejeitados no ano se deve tanto a casos de submissão incompleta, quanto de baixa qualidade detectados pelos pareceristas, a quem compete aplicar rigorosamente os critérios de seleção. Para aprimorar os manuscritos, os editores tentaram adotar alguns mecanismos de interação junto aos autores, sem grande sucesso; muitas comunicações foram arquivadas. Assim, o volume 18 publicou a menor quantidade total de trabalhos desde 2019.</p> Celso Dal Ré Carneiro Pedro Wagner Gonçalves Sueli Yoshinaga Pereira Fresia Soledad Ricardi Torres Branco Copyright (c) 2023 Terrae Didatica https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2023-01-02 2023-01-02 19 e023001 e023001 10.20396/td.v19i00.8671875