A pedagogia das políticas públicas de saúde: norma e fricções de gênero na feitura de corpos

  • Michele de Freitas Faria de Vasconcelos Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Fernando Seffner Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Palavras-chave: Governamentalidade. Subjetividade. Políticas Públicas de Saúde. Corpo. Gênero

Resumo

A finalidade deste artigo, inspirado e vitalizado por nossas inserções no campo da saúde pública, é pensar políticas corporais de subjetivação e de gênero inscritas no empreendimento da governamentalidade. As políticas públicas de saúde são entendidas como territórios de ensino, atuando como pedagogias engajadas na formatação de corpos marcados por normas regulatórias de gênero, mas também como territórios de (des)aprendizagem, na medida em que experimentações de gênero friccionam e subvertem tais normas, abrindo corpos ao descaminho.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Michele de Freitas Faria de Vasconcelos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
UFS e pesquisadora no Grupo de Estudos em Educação e Relações de Gênero, da Faculdade de Educação, UFRGS, e no Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Exclusão, Cidadania e Direitos Humanos, da UFS, Aracaju,
Fernando Seffner, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação e coordenador do Grupo de Estudos em Educação e Relações de Gênero, ambos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS
Publicado
2015-06-24
Como Citar
Vasconcelos, M. de F. F. de, & Seffner, F. (2015). A pedagogia das políticas públicas de saúde: norma e fricções de gênero na feitura de corpos. Cadernos Pagu, (44), 261-298. Recuperado de https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/8637333