Reforma conventual: atuação feminina no México setecentista

Autores

  • Luciana Gandelman Universidad de Léon

Resumo

Em meados do século XVIII a cidade do México, capital do vice-reino da Nova Espanha e sede do arcebispado, estava em plena expansão. Segundo os censos do período, a cidade contava com algo em torno de 112.462 habitantes, sendo possivelmente a maior da América. Por suas numerosas e movimentadas ruas espalhavam-se 84 igrejas, 7 hospitais, 9 colégios de meninos, 2 escolas de meninas, 1 academia de artes, 1 escola de mineração, 1 universidade, 36 mosteiros de religiosos, alguns recolhimentos de mulheres e 19 conventos femininos

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Biografia do Autor

Luciana Gandelman, Universidad de Léon

Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1995), mestrado e doutorado em História pela Universidade Estadual de Campinas (2001 e 2005, respectivamente). Entre 2006 e 2009 realizou pesquisa de pós-doutorado na Cátedra Jaime Cortesão da Universidade de São Paulo. É integrante do Núcleo de Pesquisa e Estudos em História Cultural, NUPEHC, coordenado pela Profa. Dra. Rachel Soihet, da UFF e coordenadora do Laboratório de Mundos Ibéricos da UFRRJ. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil e História Moderna.

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Publicado

2016-04-04

Como Citar

GANDELMAN, L. Reforma conventual: atuação feminina no México setecentista. Cadernos Pagu, Campinas, SP, n. 26, p. 443–454, 2016. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/8644749. Acesso em: 24 set. 2021.

Edição

Seção

Resenhas