Masculinidade, feminilidade e a reprodução das desigualdades

  • Guita Grin Debert Universidade Estadual de Campinas

Resumo

Declarando que não teve muita sorte na loteria genética, Ilana Löwy abre L’ empire du genre com uma das descrições mais densas e penetrantes do que é a discriminação racial. Morena de olhos escuros e cabelos pretos e ondulados, ela conta, no prólogo do livro, com tiradas em que não falta senso de humor, que bastava haver um anti-semita num lugar público, na Polônia do pós-guerra, para que sua aparência, invariavelmente, atraísse observações discriminatórias sobre os judeus

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Biografia do Autor

Guita Grin Debert, Universidade Estadual de Campinas
Professora Titular do Departamento de Antropologia da UNICAMP, possui graduação em Ciências Sociais (1973), mestrado em Ciência Política (1977), doutorado em Ciência Política (1986) pela Universidade de São Paulo, e estudos de pós-doutorado no Department of Anthropology, University of California, Berkeley (1989-1990). Foi Vice-Presidente da Associação Brasileira de Antropologia (2000-2002); membro do Comitê Acadêmico de Ciências Sociais (Antropologia) do CNPq (2001 a 2003); editora da Revista Brasileira de Ciências Sociais, secretária adjunta da ANPOCS - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (1992-1996); membro da Coordenação da Ciências Humanas e Sociais da FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (2007-2014); e coordenadora do PAGU - Núcleo de Estudos de Gênero da UNICAMP (2007-2009). 
Publicado
2016-04-07
Como Citar
Debert, G. G. (2016). Masculinidade, feminilidade e a reprodução das desigualdades. Cadernos Pagu, (30), 409-414. Recuperado de https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/8644861
Seção
Resenhas