À flor da pedra. Formas tumulares e processos sociais nos cemitérios brasileiros

Autores

  • Oscar Calavia Sáez Universidade Federal de Santa Catarina

Resumo

Gosto também dos cemitérios porque são cidades monstruosas, enormemente povoadas. Pensem em quantos mortos não cabem nesse reduzido espaço, em todas as gerações de parisienses alocados ali para sempre, trogloditas estabelecidos definitivamente, encerrados nos seus pequenos panteões, nos seus pequenos buracos cobertos com uma laje ou assinalados com uma cruz, enquanto os vivos ocupam tanto espaço e fazem tanto ruído, os imbecis (Maupassant, 1891).

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Oscar Calavia Sáez, Universidade Federal de Santa Catarina

Possui graduação em Geografía e Historia pela Universidad Complutense de Madrid(1986), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas(1991), doutorado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo(1995) e pós-doutorado pela Centre National de la Recherche Scientifique(2003). Atualmente é PROFESSOR ADJUNTO da Universidade Federal de Santa Catarina, da Universidad Complutense de Madrid, Chercheur Associé da Centre National de la Recherche Scientifique, Membro correspondente da Societe Des Americanistes e Membro de corpo editorial da Journal de la Société des Américanistes. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena.

Downloads

Publicado

2016-04-14

Como Citar

Sáez, O. C. (2016). À flor da pedra. Formas tumulares e processos sociais nos cemitérios brasileiros. Cadernos Pagu, (37), 427–431. Recuperado de https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/8645028

Edição

Seção

Resenhas