Sexualidade, gênero e afeto nos hospitais-colônias de hanseníase

  • Claudia Fonseca Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Resumo

Instigada pelos organizadores deste debate para a revista cadernos pagu, proponho nos próximos parágrafos refletir sobre a noção de sexualidade – “frequentemente imaginadas como própria das camadas médias urbanas, brancas ou ‘Ocidentais’” – questionando sua rentabilidade em lugares inesperados, a saber, populações tradicionais – indígenas, ribeirinhos, grupos populares, etc. Organizo minha discussão em torno de uma pesquisa em andamento sobre os hospitais-colônias para portadores de hanseníase que surgiram no Brasil no decorrer do último século.

 

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Biografia do Autor

Claudia Fonseca, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Possui graduação em Letras - University of Kansas (1967), mestrado em Estudos Orientais - University of Kansas (1969), doutorado em Sociologia - Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (1981) e doutorado em Ethnologie - Université de Nanterre (1993). Atualmente é professora titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Urbana, atuando principalmente nos seguintes temas: grupos populares, familia, antropologia, adocao e genero, antropologia do direito, antropologia das ciências

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Publicado
2016-04-15
Como Citar
Fonseca, C. (2016). Sexualidade, gênero e afeto nos hospitais-colônias de hanseníase. Cadernos Pagu, (41), 29-40. Recuperado de https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/8645090