Paisagem Criativa: Por que permanecemos na Província? de Martin Heidegger

  • Maria Assumpção Rodrigues Universidade Estadual de Campinas
Palavras-chave: Não se aplica

Resumo

Paisagem Criativa: Por que permanecemos na Província?  de Martin Heidegger

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Biografia do Autor

Maria Assumpção Rodrigues, Universidade Estadual de Campinas
Guest Scholar, Kellogg Institute of International Studies, University of Notre Dame, 2011. Ph.D. em Ciência Política, University of Notre Dame (Dept. of Govt., 1999). M.A. em Estudos da Paz, The Joan Kroc Institute for International Peace Studies (University of Notre Dame, 1993). Bacharel em Filosofia - Universidade de São Paulo (FFLCH/USP, 1987). Bacharel em Ciências Sociais - Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP, 1980). Ocupa o cargo de Professor Doutor 2 (MS-3.2) na Universidade de São Paulo (EACH/USP, 2005-). Pesquisadora Associada do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da Universidade de S.Paulo (NUPPs/USP, 2006-). Ocupou o cargo de Professor Adjunto (nível 2) na Universidade Federal de Minas Gerais (DCP/UFMG, 2001-2005). Foi pesquisadora do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas da Universidade Estadual de Campinas (NEPP/UNICAMP, 1999-2001), onde realizou pós-doutorado (2000-2001), e do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP, 1990-1992). Tem experiência na área de Ciência Política: política comparada, democracia no Brasil, cidadania, políticas públicas, educação para o trabalho e instituições políticas.
Publicado
2015-06-16
Como Citar
Rodrigues, M. A. (2015). Paisagem Criativa: Por que permanecemos na Província? de Martin Heidegger. Idéias, 5(2), 275-280. Recuperado de https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/ideias/article/view/8649440