O conceito de representação inconsciente em Kant e Wolff

Autores

  • Aline Brasiliense dos Santos Brito Universidade Federal do Pará

DOI:

https://doi.org/10.20396/ideias.v8i2.8650129

Palavras-chave:

Representação. Inconsciente. I. Kant. C. Wolff. Obscuro. Claro.

Resumo

Este artigo tem por objetivo apresentar a concepção de Kant e Wolff acerca da representação inconsciente, assim como analisar a referência crítica de Kant a Wolff no que diz respeito a alguns conceitos, como de “nota” e a “divisão das faculdades” entre inferiores e superiores com base no critério clareza-obscuridade. Wolff estabelece a dicotomia claro-obscuro e concebe a representação inconsciente como uma representação obscura pouco iluminada pela claridade da consciência. Kant mantém essa distinção de Wolff, porém, com relação ao conceito de obscuro, e ampliará seu alcance para o âmbito teórico, prático e estético.

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Biografia do Autor

Aline Brasiliense dos Santos Brito, Universidade Federal do Pará

Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Pará (2015). Bolsista PIBIC na mesma instituição. Mestranda no programa de pós-graduação pela UFPA (2016), bolsista CAPES. Tem experiência na área de filosofia, atuando principalmente nos seguintes temas: Nietzsche, Freud, Kant, inconsciente. Participa atualmente do grupo de pesquisa 'Kant e o kantismo' (UFPA).

Referências

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Publicado

2017-08-23

Como Citar

Brito, A. B. dos S. (2017). O conceito de representação inconsciente em Kant e Wolff. Ideias, 8(2), 153–176. https://doi.org/10.20396/ideias.v8i2.8650129