Modernidades Industriais do Maranhão

Palavras-chave: Arquitetura do século XX, Modernidades, Patrimônio industrial, Arquitetura industrial no Maranhão, História econômica.

Resumo

Este artigo tem por objetivo compreender as modernidades industriais do Maranhão, abordando os ciclos econômicos do Estado e desenvolvimento urbano, com destaque a implantação das fábricas da virada do século XIX para o XX e sua influência nas transformações urbanas da capital São Luís, entre o centro e os eixos de expansão urbana do Caminho Grande até o Anil, ressaltando o aparecimento dos bungalows burgueses e dos bairros operários como o Filipinho. Como conclusão, o artigo apresenta uma reflexão sobre toda a trajetória urbano econômica do Estado e sua percepção como patrimônio industrial brasileiro.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Anna Karla de Almeida Santos , US/ICOMOS

Arquiteta Urbanista (UEMA); Mestre em História pela Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Colaboradora externa no Master Erasmus Mundus Techniques, Patrimoine, Territoires de l’Industrie no Dipartimento di Scienze Storiche, Geografiche e dell'Antichità da Università degli studi di Padova, Italia. Membro ativo do US/ICOMOS.

Grete Soares Pflueger, Universidade Estadual do Maranhão

Doutora em urbanismo (UFRJ); Profa adjunta IV do Departamento de arquitetura e do Programa de pós-graduação em Desenvolvimento Socioespacial e Regional da Universidade Estadual do Maranhão – UEMA. São Luís [MA].

Referências

Amaral Filho, J. (1990). A economia política do Babaçu: um estudo sobre a organização da indústria do Babaçu no Maranhão e suas tendências. São Luís: Sioge.

Beaucure, F. (2012). Un paysage nommé... chemin de fer ? Revue d’Histoire des Chemins de fer, pp. 32-33.

Silva, Rachel Coutinho M. da (1998). A formação da rede urbana na fronteira noroeste do Estado de São Paulo: 1890-1950. In: Nino PADILHA (Org.). Cidade e urbanismo: história, teorias e práticas (v.1, pp.332-354). Salvador: UFBA.

Cunha, G. (1987). Maranhão 1908: álbum de fotografia. Rio de Janeiro: Spala.

Gaioso, R. J. de S. (1970). Compêndio histórico-político dos princípios da lavoura do Maranhão. Rio de Janeiro: Livros do Mundo Inteiro (Coleção São Luís, 1). Reedição em off set SUDEMA.

Holanda, F. de. (2011). A economia maranhense e os desafios de 2011. Jornal O Imparcial, 2/01/20110, p.10, São Luís.

Holanda, F. de. (2008). A Dinâmica da economia maranhense nos últimos 25 anos. São Luís: Cadernos IMESC 4.

Lacroix, M. de L. L. (2012). São Luís do Maranhão: corpo e alma. São Luís: Gráfica Santa Marta.

Meireles, M. M. (1992). História do comércio do Maranhão: 1934-1960 (v.4). São Luís: Associação Comercial do Maranhão; Lithograf.

Meireles, M. M. (2001). História do Maranhão. São Paulo: Siciliano.

Marques, C. A. (2008). Dicionário histórico e geográfico da província do Maranhão (3a ed.). São Luís: Academia Maranhense de Letras. (Edição crítica de Jomar Moraes e Lino Moreira).

Moraes, J. Prefácio. (1987) In: G. Cunha. Maranhão 1908: álbum de fotografia. Rio de Janeiro: Spala.

Jorge, M. de M. (1950). Álbum do Maranhão. São Luís.

Prado Jr., C. (1987). História econômica do Brasil (35a ed.). São Paulo: Brasiliense.

Santos, A. K. de A. (2018). La ville patrimoine mondiale et son paysage industriel. Dissertação de mestrado. Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Paris, França.

Tribuzi, Bandeira (1981). Formação econômica do Maranhão: uma proposta de desenvolvimento. São Luís: FIPES.

Viveiros, J. de (1992). História do comércio do Maranhão: 1896-1934 (v. 3). São Luís: Lithograf. (Reedição fac similar da Associação Comercial do Maranhão).

Publicado
2019-12-17
Como Citar
Santos , A. K. de A., & Pflueger, G. S. (2019). Modernidades Industriais do Maranhão. Labor E Engenho, 13, e019021. https://doi.org/10.20396/labore.v13i0.8656090
Seção
Artigos