CHATEAUBRIAND ON PROPOSITIONAL LOGIC

Autores

  • E. G. K. López-Escobar Mathematics Department/University of Maryland.

Palavras-chave:

Propositional logic. Extended propositional logic. Number theory. Set theory

Resumo

In Logical Forms Part II, Chateaubriand begins the Chapter on “Propositional Logic” by considering the reading of the ‘conditional’ by ‘implies’; in fact he states that: There is a confusion, as a matter of fact, and it runs deep, but it is a confusion in propositional logic itself, and the mathematician’s reading is a rather sensible one. After a careful, erudite analysis of various philosophical viewpoints of (two-valued propositional) logic, Chateaubriand comes to the conclusion that: Pure propositional logic, as just characterized, belongs to ontological logic, and it does not include a theory of deduction as a human activity. This is a part of epistemological logic, and is more closely connected to the applications of pure propositional logic. An implicit assumption in Chateaubriand’s reasoning appears to be that propositions (logic, number, etc.) have a timeless status. I will present arguments for the opposite viewpoint which leads to an analysis of Propositional Logic not covered under Chateaubriand’s monograph and perhaps resolves some conflicts therein; much as the conflict between the Intuitionist and Classical Mathematician on whether every function on the Reals is continuous is resolved by the realization that they are talking about different “entities”.

 

Resumo:

Em Logical Forms II, Chateaubriand inicia o capítulo “Lógica Proposicional” considerando a leitura do ‘condicional’ como ‘implica’. De fato, ele diz o seguinte: Na verdade, existe uma confusão, e ela é profunda, mas é uma confusão na lógica proposicional ela mesma, e a leitura de um matemático é bastante sensível. Depois de uma análise cuidadosa e erudita dos vários pontos de vista filosóficos da lógica (proposicional bivalente), Chateaubriand chega à conclusão que: A lógica proposicional pura, tal como aqui caracterizada, pertence à lógica ontológica, e não inclui uma teoria da dedução como atividade humana. Isto é parte da lógica epistemológica, e é mais intimamente conectada às aplicações da lógica proposicional. Uma premissa implícita no raciocínio de Chateaubriand parece ser a de que proposições (assim como a lógica, os números, etc.) têm um estatuto atemporal. Eu argumentarei em favor da visão oposta, que leva a uma análise da Lógica Proposicional não abordada no texto de Chateaubriand e que talvez resolva alguns conflitos. Muito do conflito entre Intuicionistas e Matemáticos Clássicos sobre se toda função sobre os números reais é contínua é resolvido pela compreensão de que eles estão falando de “entidades” diferentes.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

BROUWER, L. E. J. “Historical background, principles and methods of Intutitionism”. South African Journal of Science, pp. 139-146, 1952.

CROSSLEY, J. N. The Emergence of Number. New Jersey: World

Scientific, 1987.

RUSSELL, B. Logic and Knowledge. Essays 1901-1952. New York:

George Allen & Unwin Ltd, 1956.

Downloads

Publicado

2015-12-11

Como Citar

LÓPEZ-ESCOBAR, E. G. K. CHATEAUBRIAND ON PROPOSITIONAL LOGIC. Manuscrito: Revista Internacional de Filosofia, Campinas, SP, v. 31, n. 1, p. 103–113, 2015. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/manuscrito/article/view/8642076. Acesso em: 8 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos