“Pra tá aqui tem que montar, desmontar e carregar”. Mobilidade, território e cotidiano do trabalho na feira de artesanato da Avenida Beira-mar, Fortaleza (CE)

Autores

  • Luiz Antonio Araújo Gonçalves Universidade Estadual do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.20396/rua.v20i1.8637538

Palavras-chave:

Comércio ambulante. Artesanato. Mobilidade. Território. Territorialidade

Resumo

Este trabalho teve como objetivo refletir sobre a relação do trabalho informal e a cidade por meio da territorialização e mobilidade do comércio ambulante de artesanato na avenida BeiraMar de Fortaleza (CE). Buscou-se tratar do cotidiano do trabalho na feira de artesanato, denominada “feirinha da Beira-Mar”, a partir da dimensão do território e da mobilidade dos trabalhadores e trabalhadoras na constituição da feira que é montada e desmontada, todos os dias, no calçadão da orla.

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Biografia do Autor

Luiz Antonio Araújo Gonçalves, Universidade Estadual do Ceará

Doutorando em Geografia (PropGEO/UECE). Professor Substituto do Curso de Geografia - Bach./Licenc. Membro do Laboratório de Estudos Urbanos e Geografia Cultural (LEURC), da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Endereço postal: Universidade Estadual do Ceará, Centro de Ciências e Tecnologia, Bloco do Programa de Pós-Graduação em Geografia, Lab. de Estudos Urbanos e Geografia Cultural.

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Publicado

2015-07-03

Como Citar

GONÇALVES, L. A. A. “Pra tá aqui tem que montar, desmontar e carregar”. Mobilidade, território e cotidiano do trabalho na feira de artesanato da Avenida Beira-mar, Fortaleza (CE). RUA, Campinas, SP, v. 20, n. 1, p. 66–79, 2015. DOI: 10.20396/rua.v20i1.8637538. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rua/article/view/8637538. Acesso em: 8 dez. 2022.

Edição

Seção

Estudos