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Paráfrase e polissemia: a fluidez nos limites do simbólico
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Palavras-chave

Processo de ensino e aprendizagem. Relação professor - aluno

Como Citar

ORLANDI, E. P. Paráfrase e polissemia: a fluidez nos limites do simbólico. RUA, Campinas, SP, v. 4, n. 1, p. 9–20, 2015. DOI: 10.20396/rua.v4i1.8640626. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rua/article/view/8640626. Acesso em: 24 fev. 2024.

Resumo

A partir de uma reflexão que aprofunda a explicitação da natureza da relação entre paráfrase (o mesmo) e polissmia (o diferente), a autora re-coloca a questão da redação entre a posição-professor e a posição-aluno na Escola. Desenvolvendo novos elementos da noção de reversibilidade (movimento entre posições), e intercambilidade (substituição na mesma posição), mostra o que é uma posição que promove a diferença tanto pelo lado do professor quanto do aluno.
https://doi.org/10.20396/rua.v4i1.8640626
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