Paráfrase e polissemia: a fluidez nos limites do simbólico

  • Eni Puccinelli Orlandi Universidade Estadual de Campinas
Palavras-chave: Processo de ensino e aprendizagem. Relação professor - aluno

Resumo

A partir de uma reflexão que aprofunda a explicitação da natureza da relação entre paráfrase (o mesmo) e polissmia (o diferente), a autora re-coloca a questão da redação entre a posição-professor e a posição-aluno na Escola. Desenvolvendo novos elementos da noção de reversibilidade (movimento entre posições), e intercambilidade (substituição na mesma posição), mostra o que é uma posição que promove a diferença tanto pelo lado do professor quanto do aluno.

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Biografia do Autor

Eni Puccinelli Orlandi, Universidade Estadual de Campinas
Possui graduação em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara (1964), mestrado em Lingüística pela Universidade de São Paulo (1970), doutorado em Lingüística pela Universidade de São Paulo e pela Universidade de Paris/Vincennes(1976). Foi docente na USP de 1967 a 1979, onde ensinou Filologia Românica, Lingüística, Sociolingüística e Análise do Discurso Pedagógico. De 1971 a 1974 ministrou a disciplina de análise de discurso no curso de especialização em tradução na PUC/Campinas. Atuou como docente do Departamento de Lingüística do IEL, na Unicamp, de 1979 a 2002. Atualmente é pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos da Unicamp, professora e coordenadora do Programa de Pós Graduação em Ciências da Linguagem da Universidade do Vale do Sapucaí e professora colaboradora do IEL da Universidade Estadual de Campinas. 
Publicado
2015-10-07
Como Citar
Orlandi, E. P. (2015). Paráfrase e polissemia: a fluidez nos limites do simbólico. RUA, 4(1), 9-20. https://doi.org/10.20396/rua.v4i1.8640626
Seção
Estudos