O corpo vivo da cidade: um lugar de memória

Autores

  • Claire Brossaud École Nationale Supérieure d'Architecture de Lyon: ENSAL

DOI:

https://doi.org/10.20396/rua.v9i1.8640751

Palavras-chave:

Cidades planejadas. Urbanização. Memória

Resumo

No decorrer dos anos 1960, o Direito à cidade de H. Lefehvre foi aplicado na concepção de uma cidade planejada franceses situada na alta Normandia. Isto favoreceu a visão de uma "cidade-corpo" trabalhada, no plano urban´stico, pela autodeterminação: era necessário das a cidade aos habitantes, como se se tratasse de tomar as rédeas do próprio destino. Trinta anos mais tarde, a memória oficial local passa a celebrar um indivíduo-ator no espaço público, no local e em lugar da cidade. Assiste-se à aparição de um "personalismo de ficção" cujos limites consistem, por um lado, em levar em consideração apenas um eterno presente individual e, por outro lado, em tornar invisíveis as razões que levaram este mesmo indivíduo a tornar-se ator de sua cidade-vida.

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Biografia do Autor

Claire Brossaud, École Nationale Supérieure d'Architecture de Lyon: ENSAL

Pesquisadora.

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Publicado

2015-10-07

Como Citar

BROSSAUD, C. O corpo vivo da cidade: um lugar de memória. RUA, Campinas, SP, v. 9, n. 1, p. 85–99, 2015. DOI: 10.20396/rua.v9i1.8640751. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rua/article/view/8640751. Acesso em: 1 dez. 2022.

Edição

Seção

Estudos