Planos diretores: experiências negativas de Juiz de Fora e São Luiz

Autores

  • ìtalo Itamar Caixeiro Stephan Universidade Federal de Viçosa

DOI:

https://doi.org/10.20396/rua.v13i1.8640813

Palavras-chave:

Planos diretores. Experiências

Resumo

Neste artigo serão apresentadas duas experiências sobre planos diretores. A primeira é sobre São Luiz, com o Plano Diretor e Zoncamento de 1992. O plano expressou como objetivo estabelecer um compromisso com as idéias da Reforma Urbana, mas obteve poucos resultados positivos. O segundo caso é o de Juiz de Fora, com a proposta de 1996, mas aprovado em 2000, com modificações. Depois, o plano foi ignorado.

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Biografia do Autor

ìtalo Itamar Caixeiro Stephan, Universidade Federal de Viçosa

Arquiteto e Urbanista (UFRJ, 1982) possui mestrado em Urban and Rural Planning - Technical University of Nova Scotia (Halifax, Canadá, 1996) e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2006). Atualmente é professor Associado I do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Viçosa. Tem atuado na gradução em disciplinas de Projeto de Arquitetura e Ética e Prática Profissional. Desenvolve atividades de pesquisa e extensão em planejamento urbano em cidades de pequeno porte demográfico. É professor do curso de mestrado em Arquitetura e Urbanismo com a disciplina Planejamento Municipal no Brasil: perspectivas e desafios. É conselheiro fundador do Conselho de Arquitetos e Urbanistas de Minas Gerais - CAU/MG. É membro fundador da Associação de Amigos e Moradores de Viçosa - AMEVIÇOSA.

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Publicado

2015-10-07

Como Citar

STEPHAN, ìtalo I. C. Planos diretores: experiências negativas de Juiz de Fora e São Luiz. RUA, Campinas, SP, v. 13, n. 1, p. 41–59, 2015. DOI: 10.20396/rua.v13i1.8640813. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rua/article/view/8640813. Acesso em: 30 nov. 2022.

Edição

Seção

Estudos