Versões controversas na leitura de arquivos: o Museu Penitenciário Paulista

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rua.v24i2.8653946

Palavras-chave:

Linguagem. Sociedade. Discurso. Museu. Carandiru.

Resumo

Este trabalho analisa o processo de produção de sentidos em um espaço simbólico muito específico, a saber, o Museu Penitenciário Paulista (MPP). A partir do dispositivo teórico-analítico da Análise de Discurso, compreendeu-se que o museu, como arquivo e como interdiscurso, se configura na relação com o espaço urbano, com as instituições e com as condições de produção (artefatos, visitantes, etc.). As análises apontam para as versões controversas que são postas em funcionamento pelo Museu Penitenciário Paulista na produção de um discurso autoritário em que a única versão aceita, aparentemente, é aquela do Estado.

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Biografia do Autor

Débora Massmann, Universidade do Vale do Sapucaí

Possui Doutorado em Letras pela Universidade de São Paulo (USP). É docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem (PPGCL) da Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVAS).

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Publicado

2018-11-11

Como Citar

MASSMANN, D. Versões controversas na leitura de arquivos: o Museu Penitenciário Paulista. RUA, Campinas, SP, v. 24, n. 2, 2018. DOI: 10.20396/rua.v24i2.8653946. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rua/article/view/8653946. Acesso em: 29 jun. 2022.

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