Era um negócio artesanal e a gente tinha gosto de fazer: Entrevista com Sergio Miceli

João Paulo Lima e Silva Filho

Resumo


Entrevista com o sociólogo Ségio Miceli. Aposta na tese de que há um diálogo a ser ampliado entre a sociologia dos intelectuais defendida e praticada pelo sociólogo uspiano e disciplinas como a crítica e a teoria literárias. A abordagem, preocupada e comprometida com o tipo de centralidade do trabalho empírico por ele defendido, pressupõe um ambiente de debates no qual possa ser avaliado o alcance e o limite desse modus operandi no contexto desses diálogos latentes.

Diferente de como se apresentam outras entrevistas que ele já respondeu, a arquitetura desta orienta-se a partir de uma gama de preocupações e recursos próprios à sociologia que auxiliam na construção de conteúdo sensível desde a fala de Miceli: a distinção entre sociabilidade e socialização. A sociabilidade sendo entendida para fins da entrevista como perguntas que dessem conta das preocupações com a manutenção de capital social das relações entre os intelectuais e a socialização como processo de incorporação dos saberes específicos ligados ao metier


Palavras-chave


Negócio artesanal. Sérgio Miceli. Socialização acadêmica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.20396/remate.v36i2.8647921

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