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@s outr@s cariocas: homoerotismo, hegemonia e história
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Como Citar

PINHO, Osmundo. @s outr@s cariocas: homoerotismo, hegemonia e história. Cadernos Pagu, Campinas, SP, n. 31, p. 547–552, 2016. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/8644892. Acesso em: 18 abr. 2024.

Resumo

Aceitar que as formas de opressão sexual, ou melhor, que os modos históricos de construção de sujeitos sexualizados, são modos concretos de exercício de poder e de construção de hegemonia, seria condição preliminar para compreender como o sexo e o desejo têm sido socialmente significados. As desigualdades de gênero, classe e raça, assim, eroticamente conectadas, ganham uma outra face, eventualmente negligenciada, que as faz adquirir densidade corporal e materialidade histórica. A injustiça erótica e a injustiça social partilham, nesse caso, o mesmo leito. E aqueles sujeitos “abjetos”, codificados e circunscritos, estiveram, e ainda estão, sujeitos à violência, à exploração (inclusive sexual) e ao apagamento.
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Referências

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