Rotatividade da mão-de-obra e diferenciação das remunerações no Estado de São Paulo

Autores

  • Paulo Eduardo de Andrade Baltar Universidade Estadual de Campinas

Palavras-chave:

Rotatividade. Salários. São Paulo. Emprego

Resumo

Este artigo examina a relação entre a alta rotatividade da mão-de-obra e o perfil da distribuição dos salários dos empregados formais no Estado de São Paulo. Considera-se, também, o grau de instrução desses empregados. A facilidade com que os empregados são dispensados ressalta as diferenças de salário: muitos continuam mudando de emprego recebendo salários de entrada enquanto poucos estabilizam o vínculo empregatício usufruindo aumentos expressivos de salário com a acumulação do tempo de serviço. As diferenças de salário de entrada e de possibilidade de perda de emprego, pouco tempo após a contratação, favorecem aqueles com maior grau de instrução causando enorme diferenciação de remuneração entre os empregados.

 

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Biografia do Autor

Paulo Eduardo de Andrade Baltar, Universidade Estadual de Campinas

Possui graduação em Ciencias Economicas e Administrativas pela Universidad de Chile(1971), mestrado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas(1977) e doutorado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas(1985). Atualmente é Professor Associado da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Economia do Bem-Estar Social.

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Publicado

2016-10-27

Como Citar

BALTAR, P. E. de A. Rotatividade da mão-de-obra e diferenciação das remunerações no Estado de São Paulo. Economia e Sociedade, Campinas, SP, v. 3, n. 1, p. 99-113, 2016. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/ecos/article/view/8643220. Acesso em: 31 out. 2020.

Edição

Seção

Artigos