Pilão Arcado e Remanso: patrimônios que dormitam

Autores

  • Gercinair Silvério Gandara Universidade Estadual de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.20396/lobore.v8i3.203

Palavras-chave:

Cidades, Território, Espaço vivido, Tempo, Patrimônio ambiental

Resumo

O patrimônio construído das cidades-beira de Remanso e Pilão Arcado dormita nas águas doces do lago Sobradinho. Elas foram submersas e/ou ilhadas em toda sua territorialidade, suas práticas, hábitos, sonhos e marcas nas águas doces do Lago de Sobradinho. É, pois, preciso recuperar a dimensão material, ou seja, a geograficidade da paisagem arquitetônica que descreve a história das cidades-beira submersas. As comunidades beiradeiras não podem ser compreendidas sem o seu espaço, pois a identidade sociocultural das pessoas está ligada aos atributos do espaço concreto, do seu território que nada mais é do que uma complexa rede de relações sócio-espacial. Saliento que a força geradora sociocultural das cidade-beira e sua sinergia com o espaço geográfico coloca em destaque a importância do Patrimônio Ambiental.

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Biografia do Autor

Gercinair Silvério Gandara, Universidade Estadual de Goiás

Pós-Doutoranda Programa Nacional de Pós-Doutorado (PNPD-CAPES/Universidade Federal de Goiás). Doutora e Mestre em História. Historiadora. Docente da Universidade Estadual de Goiás. Pires do Rio [GO], Brasil.

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Publicado

2014-09-01

Como Citar

GANDARA, G. S. Pilão Arcado e Remanso: patrimônios que dormitam. Labor e Engenho, Campinas, SP, v. 8, n. 3, p. 5–18, 2014. DOI: 10.20396/lobore.v8i3.203. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/labore/article/view/203. Acesso em: 19 out. 2021.

Edição

Seção

Artigos