Foco e Escopo

A Revista Brasileira de Inovação (RBI) é um periódico interdisciplinar com foco em estudos da inovação. Tem o propósito de servir ao debate acadêmico sobre a inovação e os avanços científicos e tecnológicos e seus impactos econômicos, sociais, organizacionais e ambientais, contribuindo para a disseminação de novos conhecimentos e para a formulação de políticas públicas e a gestão de organizações privadas.

De circulação nacional e internacional, a RBI edita dois números anuais e está aberta à comunidade científica para divulgação de artigos originais e inéditos, de natureza teórica ou aplicada, resultados de pesquisas, bem como de trabalhos que contribuam para o resgate da história das instituições, sobretudo brasileiras, no campo da ciência, da tecnologia e da inovação. 

Processo de Avaliação pelos Pares

Os artigos submetidos à RBI passam por três etapas de avaliação no decorrer do processo editorial: 1) Verificação de Formato – realizada pela secretaria executiva; 2) Avaliação de Admissão – realizada pelos editores e; 3) Avaliação de Mérito – realizada pelos pareceristas anônimos.

A etapa de Verificação de Formato avalia se o manuscrito se enquadra nos objetivos da Seção para a qual foi enviado e sua adequação às normas da revista. Sendo aprovado nesta primeira etapa, o manuscrito segue para a Avaliação de Admissão, realizada pela equipe editorial (editor, editor adjunto e editores associados), a fim de verificar o enquadramento do artigo às linhas temáticas da RBI, sua relevância e contribuição científica para a área. Os artigos que deixam de cumprir qualquer um dos requisitos são recusados pela editoria. Neste caso, o autor é notificado em um prazo de 15 dias.

Uma vez acolhido no processo editorial, o artigo é encaminhado a pareceristas de instituições diferentes da instituição do autor e com qualificação e experiência de pesquisa no tema do artigo. A avaliação é feita no sistema double blind review. A indicação de pareceristas é de responsabilidade da editoria e é feita com base, sobretudo, no conhecimento dos editores sobre as atividades de pesquisa nas várias instituições e sobre as relações entre pessoas e grupos de pesquisas no meio acadêmico. Desse modo, pretende-se evitar possíveis conflitos ou incompatibilidades que possam prejudicar a avaliação.

Para auxiliar a escolha dos pareceristas, os editores contam com um banco de dados construído no portal da revista com informações obtidas por meio de consulta a bases de dados, brasileiras e internacionais, de currículos de pesquisadores da área (como o Sistema de Currículos Lattes, do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Destaca-se que os pareceristas que têm colaborado com a RBI representam as melhores capacitações nas várias áreas de abrangência da revista.

A partir da indicação de pareceristas, a equipe editorial procede a uma consulta prévia aos nomes indicados para saber da disponibilidade e interesse em emitir o parecer solicitado. Essa consulta é feita por meio do sistema eletrônico da RBI, que remete o título e o resumo do artigo, sem identificação de autor(es) ou instituição(ões). Caso um ou mais dos pareceristas consultados não aceite ou não tenha disponibilidade para emitir o parecer, os editores indicam outros nomes em substituição.

Em seguida, o artigo é disponibilizado aos pareceristas via sistema eletrônico, sem identificação de autoria, da mesma forma que ao autor não é revelada a identificação dos pareceristas, consoante com as práticas do sistema double blind review. Tendo em vista orientar a avaliação do artigo, são enviadas aos pareceristas as diretrizes de avaliação que devem ser levadas em consideração na elaboração do parecer com os pontos considerados essenciais. No entanto, não é objetivo cercear a liberdade de avaliação do pareceristas, seja em termos de tamanho ou de conteúdo. Estabelece-se também que os pareceres devem ser conclusivos em termos de uma entre várias opções disponíveis: 1) Aceitar; 2) Correções obrigatórias; 3) Submeter novamente para avaliação; 4) Submeter a outra revista; 5) Rejeitar e 6) Ver Comentários. O prazo para emissão do parecer é de até 04 semanas.

Após o recebimento das avaliações dos pareceristas, a decisão editorial é tomada pelos editores, a partir das recomendações dos pareceristas. Aos editores cabe também a decisão de solicitar novas avaliações, de novos pareceristas, caso seja considerado que os pareceres recebidos são divergentes ou insuficientes. Nesses casos, a decisão editorial é adiada até o recebimento das novas avaliações.

De posse das avaliações, os editores tomam a decisão editorial, que será uma das três alternativas: “Aprovado”; “Recusado”; “Efetuar Modificações”.

Se a decisão editorial for “Aprovado”, o autor é informado da aprovação pela editoria (ou pela secretaria executiva), que encaminha uma mensagem juntamente com as avaliações recebidas. Em seguida, o artigo é encaminhado para a edição.

No caso de artigo “Recusado”, o autor receberá uma mensagem da editoria que explicita os motivos da recusa, e que ainda contém as avaliações dos pareceristas. Nesse caso, a submissão é encerrada e arquivada no sistema eletrônico da RBI.

Se a decisão editorial for “Efetuar Modificações”, o autor será notificado por meio de mensagem contendo a decisão editorial e as avaliações dos pareceristas. O autor terá um prazo de 30 (trinta) dias para encaminhar à RBI o artigo revisado, sempre por meio do sistema eletrônico da RBI. Depois de encaminhada a versão revisada, os editores têm um prazo de 07 (sete) dias para verificar se o manuscrito atende ou não às exigências dos pareceristas. Cabe também aos editores a decisão de encaminhar a versão revisada do manuscrito aos pareceristas, para que seja realizada nova avaliação. Idealmente, a versão revisada do manuscrito deve ser encaminhada aos mesmos avaliadores da versão original. Porém, os editores podem solicitar novas avaliações a novos pareceristas sempre que julgarem necessário, ou no caso de indisponibilidade dos pareceristas originais. O processo de avaliação só termina quando os editores tomarem a decisão editorial final de “Aprovado” ou “Recusado”.

Em resumo, as etapas do processo de avaliação dos artigos submetidos à RBI são as seguintes:

A – Verificação de Formato

Esta etapa é realizada pela secretaria executiva e verifica se o manuscrito:

  1. se enquadra nos objetivos da Seção para onde foi enviado;
  2. obedece às Normas de Publicação da RBI;
  3. contém identificação dos autores no corpo do texto.

B – Avaliação de Admissão

É feita pelos editores que verificam:

  1. o enquadramento do artigo às linhas temáticas da RBI
  2. sua relevância e contribuição científica para a área.

C – Avaliação de Mérito

Nesta etapa, os pareceristas analisam os seguintes aspectos:

       1. relevância do tema do artigo para as áreas de interesse da RBI;
       2. qualidade e originalidade do artigo, destacando seus pontos fortes e suas possíveis fraquezas;
       3. adequação do referencial teórico e da abordagem metodológica;
       4. contextualização no estado da arte do conhecimento já estabelecido sobre o tema;
       5. clareza quanto aos objetivos e resultados.

Destaca-se no processo editorial da RBI a importância do papel dos editores (Editor, Editor Adjunto e Editores Associados) para a credibilidade da revista, a fim de seguir rigorosamente as normas editoriais e manter a periodicidade de circulação. Os editores, por sua experiência na área de publicações científicas e pelo seu renome entre os pares, são responsáveis por garantir os níveis de excelência no processo de avaliação dos artigos submetidos, exercendo a prerrogativa de indicação dos pareceristas e acompanhando todo o processo editorial.

A produção da revista depende ainda, de modo fundamental, dos trabalhos da gerência de operações, que envolve secretaria, preparação de textos e editoração da revista. Esses trabalhos incluem: elaboração de relatórios periódicos de acompanhamento dos artigos em processo de avaliação, atendimento de telefonemas e mensagens eletrônicas dirigidas à RBI, recebimento e processamento de correspondência da revista (autores, pareceristas e leitores), controle do cadastro de assinantes da RBI através de correio eletrônico, atualização da página da revista no sistema eletrônico e nas demais bases indexadoras, realização de reuniões periódicas com os editores, preparação dos originais, revisão de texto e provas dos trabalhos aceitos para publicação, e preparação e atualização do banco de pareceristas da RBI.

Periodicidade

A partir de 2017 a RBI passou a adotar o sistema de publicação em fluxo contínuo a fim de seguir as tendências internacionais de publicações científicas. Na prática isso significa que à medida que um artigo esteja pronto e editorado, ele será publicado.

Estrato Qualis-CAPES (2013-2016)

Esquema de Classificação JEL

Taxas para submissão e publicação de textos

Revista Brasileira de Inovação (RBI) não cobra nenhuma taxa por textos publicados e tampouco pelos submetidos para avaliação, revisão, publicação, distribuição ou download. A publicação é totalmente gratuita.

Declaração de Ética e Conduta de Boas Práticas

A RBI dedica-se a cumprir as boas práticas no que diz respeito à conduta moral condizente com a editoração cientifica de periódicos. A prevenção da negligência também é uma responsabilidade crucial do editor e da equipe editorial: qualquer forma de comportamento antiético, bem como o plágio em qualquer instância, não é aceito na RBI. Os autores que enviam artigos para a revista declaram que seu conteúdo é original e garantem que o trabalho não foi publicado nem está em processo de revisão/avaliação em nenhum outro periódico. Além disso, a RBI segue as Boas Práticas e Orientação do Comitê de Publicação e Ética (COPE).

A editoria da RBI se utiliza de ferramentas eletrônicas para a detecção de plágio (e autoplágio), e rejeita automaticamente os manuscritos que apresentam esse tipo de conduta. De acordo com a American Journal Experts (AJE), entende-se por plágio a cópia do trabalho de outra pessoa, ou a menção à ideia original de outra pessoa, seja na forma de uma teoria, interpretação, método, dados, opinião ou nova terminologia, sem citar a sua fonte, mesmo que isso seja explicado com suas próprias palavras (Fonte: Declaração baseada na Revista Educação, UFSM).

Temas da RBI

De circulação nacional e internacional, a RBI abrange os seguintes temas:

  • Economia da Inovação
  • Economia da Ciência e da Tecnologia
  • Dinâmica industrial e dos sistemas de produção
  • Economia do conhecimento – criação, difusão, exploração
  • Processos de aprendizado e inovação
  • Transferência de tecnologia
  • Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação
  • Indicadores de Ciência, Tecnologia, Inovação, P&D
  • Inovação e sustentabilidade
  • Competências e capacitações das empresas
  • Estratégias e gestão da inovação e da tecnologia
  • Estratégias e gestão de P&D
  • Inovação e empreendedorismo
  • Estratégias de desenvolvimento de processos e produtos
  • Mudanças técnicas e organizacionais
  • Sistemas de inovação – nacional, regional, setorial, tecnológico
  • Redes de inovação – alianças de P&D, interações universidade-empresa, cadeias
  • Geografia da inovação
  • Desenvolvimento econômico e inovação
  • Experiências de inovação em países em desenvolvimento
  • Estudos de produtividade (multissetorial e comparação entre países)
  • Modelagem da mudança técnica
  • Dinâmica da concorrência e mudança estrutural
  • Sociologia da Ciência e da Inovação
  • História da Ciência e da Tecnologia

Integridade e Prevenção de Plágio / Integrity and Prevention of Plagiarism

Como parte das ações de valorização da integridade acadêmica e prevenção do plágio nas das publicações credenciadas no Portal, a Revista Brasileira de Inovação, adota o serviço de identificação de similaridade de textos utilizando como base, a plataforma Turnitin implantada na Universidade desde novembro de 2016.

Sponsors

Financiadora de Estudos e Projetos

Catalogação na Publicação elaborada por: Gildenir Carolino Santos - CRB-8ª/5447