Três experimentos escolares e 2013

um primeiro contato, um erro e uma assessoria

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rua.v25i1.8654766

Palavras-chave:

Escolas, Educação, Democracia, Planejamento urbano, Assessoria técnica.

Resumo

Através de aproximações com o acontecimento junho de 2013, o presente artigo pretende explorar as possibilidades que a instituição escolar tem de se tornar foco para novas possibilidades de planejamento urbano assentados numa mobilização local de moradores e cartografia das potencialidades locais. Usaremos como estudo de caso três exercícios de aproximação e assessoramento técnico urbanístico produzidos no contexto do projeto de pesquisa financiado pela FAPEMIG denominado "Plataformas Democráticas: Escolas como Agentes de Planejamento Urbano" e dentro da disciplina "Oficina de Planejamento Urbano: Problemas de Planejamento e Ocupação de Sub-bacias" lecionada no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais que tem como recorte a relação do território com as águas urbanas e a bacia hidrográfica.

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Biografia do Autor

Frederico Canuto, Universidade Federal de Minas Gerais

Professor Adjunto do Departamento de Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais.

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Publicado

2019-02-25

Como Citar

CANUTO, F. Três experimentos escolares e 2013: um primeiro contato, um erro e uma assessoria. RUA, Campinas, SP, v. 25, n. 1, 2019. DOI: 10.20396/rua.v25i1.8654766. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rua/article/view/8654766. Acesso em: 10 dez. 2022.

Edição

Seção

Estudos