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Produto Bruto: economia urbana e RAP no distrito do Grajaú no extremo sul de São Paulo
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Palavras-chave

Espaço banal
Periferias
RAP
Neoliberalismo

Metrica

Como Citar

MOYSÉS, Mauricio. Produto Bruto: economia urbana e RAP no distrito do Grajaú no extremo sul de São Paulo. RUA, Campinas, SP, v. 30, n. 2, p. 475–495, 2024. DOI: 10.20396/rua.v30i2.8678506. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rua/article/view/8678506. Acesso em: 7 maio. 2026.

Resumo

Ao longo dos últimos 40 anos, o RAP (Rhythm And Poetry) difundiu-se globalmente. A interpenetração global e local está associada ao processo de urbanização, em que se conectam redes e fluxos à divisão territorial e internacional do trabalho, cuja produção se materializa nas cidades. Neste artigo, objetiva-se compreender as ações econômicas de sobrevivência a partir do circuito de produção fonográfico da música RAP, denominado aqui, Circuito RAP, sobretudo, nas periferias urbanas. Dessa forma, será mobilizada a teoria dos circuitos da economia urbana proposta na década de 1970-1980 por Milton Santos, evidenciando assim, a sua atualidade com base nas ações do selo fonográfico independente, Produto Bruto, localizado no distrito do Grajaú, em São Paulo. Sem a organização política dos agentes ligados diretamente ao RAP, não é possível pensar em articulações que conduzam para um círculo comunicacional capaz de munir a organização social.

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