As Políticas Lingüísticas e as Línguas Ameríndias

Autores

  • Consuelo Alfaro Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.20396/liames.v1i1.1394

Palavras-chave:

Políticas linguísticas. Línguas Ameríndias. Descrição linguística. Línguas e modernidade. Catequese.

Resumo

Para formular algumas questões com intuito de contribuir para um balanço histórico do destino das línguas na América Latina, uma representação do passado na tradição andina pode servir de metáfora. Essa imagem evoca o tempo como um movimento circular em que o presente e o passado são um só, confundindo-se. Essa representação do passado contrasta sensivelmente com a das línguas e cultturas europeias que o localizam dentro de uma perspectiva linear, como uma noção anterior ao presente, traço que está gramaticalizado nas cateorias de aspecto e tempo. Qualquer que seja a representação, para discutir perspectivas, é relevante avaliar a relação com esse passado que nos acompanha, invisível, mascarado, especialmente quando se encontra incorporado ao 'senso comum' do dia-a- dia.

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Biografia do Autor

Consuelo Alfaro, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Faculdade de Letras

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Publicado

2012-03-15

Como Citar

ALFARO, C. As Políticas Lingüísticas e as Línguas Ameríndias. LIAMES: Línguas Indígenas Americanas, Campinas, SP, v. 1, n. 1, p. 31–41, 2012. DOI: 10.20396/liames.v1i1.1394. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/liames/article/view/1394. Acesso em: 1 fev. 2023.

Edição

Seção

Artigos