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Quem não luta tá morto
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Palavras-chave

Luta por condições
Direitos a moradia
Resenha

Como Citar

CANAVÊZ, Fernanda. Quem não luta tá morto. Línguas e Instrumentos Linguísticos, Campinas, SP, n. 43, p. 208–313, 2019. DOI: 10.20396/lil.v0i43.8658375. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8658375. Acesso em: 24 abr. 2024.

Resumo

Era o Hotel Cambridge proporciona uma experiência multifacetada, convocando à reflexão sobre diferentes temas e abordagens a despeito do foco em um assunto tão específico como o drama de sujeitos ocupantes do edifício abandonado no centro da cidade de São Paulo, dentre os quais refugiados. Trata-se de uma produção marcadamente polifônica − favorecida pelo gênero cinematográfico em questão −, cujas fronteiras são permanentemente embaralhadas: registro documental, ficção e autoficção. Paradigmática, nesse sentido, é a presença de várias vozes, com sujeitos falantes de línguas diversas, em suas aproximações e distanciamentos.

https://doi.org/10.20396/lil.v0i43.8658375
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Referências

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