Banner Portal
A reflexividade discursiva em O Marinheiro, de Fernando Pessoa
PDF

Palavras-chave

Fernando Pessoa. O marinheiro. Análise e interpretação.

Como Citar

GAGLIARDI, Caio. A reflexividade discursiva em O Marinheiro, de Fernando Pessoa. Pitágoras 500, Campinas, SP, v. 1, n. 1, p. 97–118, 2011. DOI: 10.20396/pita.v1i1.8634756. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/pit500/article/view/8634756. Acesso em: 28 maio. 2024.

Resumo

Fernando Pessoa concebeu toda a sua obra como um imenso drama. Este trabalho procura identificar o lugar de O marinheiro, sua primeira e única peça concluída, na obra de seu autor, considerando principalmente sua reflexividade discursiva. Seu procedimento básico consiste na interpretação de trechos-chave do drama, através de sua abordagem intertextual com dados históricos, mitológicos e literários, tais como o Ultimatum, a utopia do Quinto Império e o poema “Mensagem”.

https://doi.org/10.20396/pita.v1i1.8634756
PDF

Referências

BALAKIAN, Anna. O simbolismo, São Paulo, Perspectiva, 1985.

BRÉCHON, Robert. Estranho estrangeiro, Rio de Janeiro, Record, 2000.

HORÁCIO. Arte poética. Ed. Bilíngüe. Trad. de R. M. Rosado Fernandes. Lisboa, Clássica, s.d.

PESSOA, Fernando. Correspondência 1905-1922. Org. de Manuela Parreira da Silva. São Paulo, Companhia das Letras, 1999.

PESSOA, Fernando. Mensagem. Org., intro., posf. e glossário por Caio Gagliardi. São Paulo, Hedra, 2007.

PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1966.

PESSOA, Fernando. Páginas de estética e de teoria e crítica literárias. 2a. ed., org. de Georg Rudolf Lind e Jacinto do Prado Coelho, Lisboa, Ática, 1973.

SEABRA, José Augusto. Fernando Pessoa ou o poetodrama. São Paulo, Perspectiva, 1974.

SÊNECA, Agamêmnon. Trad., intro., posf. e notas por José Eduardo Lohner. São Paulo, Globo, 2009.

SOARES, Bernardo. Livro do Desassossego. Org., intro. e notas por Richard Zenith. São Paulo, Companhia das Letras, 2006.

TABUCCHI, Antonio. Pessoana mínima: escritos sobre Fernando Pessoa. Lisboa, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1984.

A revista Pitágoras 500 utiliza a licença do Creative Commons (CC), preservando assim, a integridade dos artigos em ambiente de acesso aberto.

Downloads

Não há dados estatísticos.