A preservação arqueológica e a redemocratização: um breve estudo de caso luso-brasileiro

Autores

  • Tobias Vilhena de Moraes Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

DOI:

https://doi.org/10.20396/rap.v8i2.8635643

Palavras-chave:

Arqueologia histórica. Preservação arqueológica. Patrimônio cultural. Missões Jesuítico-Guaranis. Mértola. Redemocratização

Resumo

Este artigo tratará de uma reflexão inicial sobre a trajetória de ideias e conceitos de Preservação Arqueológica nas Missões Jesuítico-Guaranis, localizadas no sul do Brasil e em Mértola, Portugal. A análise concentrar-se-á particularmente no período compreendido entre 1970 e 1990, caracterizado pelo fim de regimes autoritários e a abertura democrática em ambos os países. Sobretudo, busca-se compreender como se deu a produção do conhecimento arqueológico dentro de um contexto repressivo. Este artigo faz parte do projeto de Pós-Doutorado que venho desenvolvendo no Laboratório de Arqueologia Pública Paulo Duarte (LAP/UNICAMP) financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

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Biografia do Autor

Tobias Vilhena de Moraes, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

Graduação em Bacharelado e Licenciatura Em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2002) e mestrado em Arqueologia Clássica pela Universidade de São Paulo (2006). Atualmente é técnico em preservação arqueológica do IPHAN e desde 2007 é o responsável pelo Setor de Arqueologia deste Instituto no Rio Grande do Sul. Responsável também pela gestão do projeto de arqueologia dentro do projeto global denominado "Guia de Paisajem Cultural para a Gestão do Desenvolvimento Sustetável do Território das Missões Jesuítico-Guaranis no Brasil", desenvolvido entre IPHAN e o Instituto Andaluz do Patrimônio Histórico ( IAPH/ Espanha).

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Publicado

2015-06-01

Como Citar

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