Estações ferroviárias em Bauru (1917-1939): o ecletismo e o art deco, marcas da república velha e da era de Vargas no interior do estado de São Paulo

Autores

  • Fabio Paride Pallotta Universidade Sagrado Coração

DOI:

https://doi.org/10.20396/rap.v8i1.8635663

Palavras-chave:

Estações ferroviárias. República Velha. Era Vargas.

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo apresentar os estilos arquitetônicos das Estações de Ferro de Bauru, entre 1917 e 1939, como marcos simbólicos do poderio das oligarquias cafeeiras da República Velha (1889-1930) e da Era Vargas (1930-1945) com seu estilo Eclético e Art Deco, respectivamente. 

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Biografia do Autor

Fabio Paride Pallotta, Universidade Sagrado Coração

Graduação em História pela Universidade do Sagrado Coração (1989) e graduação em Direito - Instituição Toledo de Ensino (1982). É especialista em Educação Escolar pela FAAP-INTEGRALE(maio de 2003-abril de 2005) e mestre em História Cultural na UNESP/Assis (2005-2008). Foi presidente da Associação dos Amigos dos Museus de Bauru e atualmente ocupa o cargo de Vice-Presidente. Foi membro do CODEPAC-Bauru, orgão de preservação do patrimônio histórico e cultural da cidade de Bauru, Estado de São Paulo. É professor do curso de História da Universidade Sagrado Coração (USC), Bauru-SP.

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Publicado

2015-06-02

Como Citar

PALLOTTA, F. P. Estações ferroviárias em Bauru (1917-1939): o ecletismo e o art deco, marcas da república velha e da era de Vargas no interior do estado de São Paulo. Revista Arqueologia Pública, Campinas, SP, v. 8, n. 1[9], p. 23–34, 2015. DOI: 10.20396/rap.v8i1.8635663. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8635663. Acesso em: 1 fev. 2023.

Edição

Seção

Artigos