Arqueologia e nacionalismo espanhol: a prática arqueológica durante o franquismo (1939-1955)

Autores

  • Rafael Rufino Universidade Estadual de Campinas, IFCH

DOI:

https://doi.org/10.20396/rap.v4i1.8635780

Palavras-chave:

Arqueologia. Nacionalismo. Espanha franquista.

Resumo

O objetivo do artigo é discutir a relação entre Arqueologia e Nacionalismo, centrando-se no caso espanhol durante o regime do General Francisco FRanco. Inicia-se com uma exposição, em linhas gerais, das primeiras atividades de preservação dos vestígios arqueológicos levadas a cabo na Espanha, no final do século XIX. Posteriormente, analisa-se o que seria a institucionalização de uma "Arqueologia franquista", a partir da criação da Comisaría General de Excavaciones Arqueológicas - organismo que centralizou toda a atividade arqueológicas, entre 1939 e 1955. Por fim, a discussão tem como foco a Arqueologia durante o franquismo como uma Arqueologia a serviço do regime.

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Biografia do Autor

Rafael Rufino, Universidade Estadual de Campinas, IFCH

Mestrando em História Cultural pelo IFCH/UNICAMP, sob orientação do Prof. Dr. Pedro Paulo Funari e Pesquisador do Laboratório de Arqueologia Pública Paulo Duarte – NEPAM/UNICAMP. Bolsista CNPq.

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Publicado

2015-06-10

Como Citar

RUFINO, R. Arqueologia e nacionalismo espanhol: a prática arqueológica durante o franquismo (1939-1955). Revista Arqueologia Pública, Campinas, SP, v. 4, n. 1[4], p. 32–43, 2015. DOI: 10.20396/rap.v4i1.8635780. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8635780. Acesso em: 26 out. 2021.

Edição

Seção

Artigos