O mito de Tuku Pararã í: Explicando a Agressividade Territorial e Ambiental dos “Brancos” (Juruá) e a Ontologia da Paisagem Atual

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rap.v11i1.8646507

Palavras-chave:

Mitologia. Paisagem. Mbyá-Guarani. Grandes narrativas. Entidades espirituais.

Resumo

 A proposta deste artigo é a de mostrar a relação existente entre aspectos ambientais da paisagem e aspectos da mitologia Mbyá-Guarani. A pesquisa foi realizada na aldeia Mbyá-Guarani denominada Tekoá Tavaí, localizada no município de Cristal, estado do Rio Grande do Sul. Na pesquisa foi utilizada uma abordagem teórica baseada nas ideias do arqueólogo norte-americano Severin Fowles, que caracteriza a arqueologia como a ciência das “grandes narrativas” (ALBERTI et al, 2011). Como resultado da pesquisa, foi verificado que os Mbyá-Guarani que residem na Tekoá Tavaí entendem as mudanças nas condições ambientais da paisagem em que vivem através da agência de entidades espirituais relacionadas à mitologia Mbyá-Guarani.

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Biografia do Autor

Orestes Jayme Mega, Universidade Federal de Pelotas

Bacharel em Arqueologia e Preservação Patrimonial pela UNIVASF e Mestre em Antropologia pela UFPEL. Professor de inglês da secretaria municipal de educação e cultura de Ipê, RS.

Referências

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Publicado

2017-07-13

Como Citar

MEGA, O. J. O mito de Tuku Pararã í: Explicando a Agressividade Territorial e Ambiental dos “Brancos” (Juruá) e a Ontologia da Paisagem Atual. Revista Arqueologia Pública, Campinas, SP, v. 11, n. 1[18], p. 35–49, 2017. DOI: 10.20396/rap.v11i1.8646507. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8646507. Acesso em: 5 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos