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O mito de Tuku Pararã í: Explicando a Agressividade Territorial e Ambiental dos “Brancos” (Juruá) e a Ontologia da Paisagem Atual
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Palavras-chave

Mitologia. Paisagem. Mbyá-Guarani. Grandes narrativas. Entidades espirituais.

Como Citar

MEGA, Orestes Jayme. O mito de Tuku Pararã í: Explicando a Agressividade Territorial e Ambiental dos “Brancos” (Juruá) e a Ontologia da Paisagem Atual. Revista Arqueologia Pública, Campinas, SP, v. 11, n. 1[18], p. 35–49, 2017. DOI: 10.20396/rap.v11i1.8646507. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8646507. Acesso em: 21 abr. 2024.

Resumo

 A proposta deste artigo é a de mostrar a relação existente entre aspectos ambientais da paisagem e aspectos da mitologia Mbyá-Guarani. A pesquisa foi realizada na aldeia Mbyá-Guarani denominada Tekoá Tavaí, localizada no município de Cristal, estado do Rio Grande do Sul. Na pesquisa foi utilizada uma abordagem teórica baseada nas ideias do arqueólogo norte-americano Severin Fowles, que caracteriza a arqueologia como a ciência das “grandes narrativas” (ALBERTI et al, 2011). Como resultado da pesquisa, foi verificado que os Mbyá-Guarani que residem na Tekoá Tavaí entendem as mudanças nas condições ambientais da paisagem em que vivem através da agência de entidades espirituais relacionadas à mitologia Mbyá-Guarani.

https://doi.org/10.20396/rap.v11i1.8646507
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Referências

ALBERTI et al. “Worlds Otherwise”: Archaeology, Anthropology, and Ontological Difference. Current Anthropology, Vol. 52, No. 6 (December 2011), pp. 896-912.

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