As cumplicidades racistas da arqueologia

Autores

  • Cláudio Baptista Carle LEICMA - Laboratório de Estudos Interdisciplinares sobre a Cultura Material DESLOCC - Grupo de Pesquisa Deslocamentos, Observâncias e Cartografias Contemporâneas - CA Bacharelado em Antropologia (Antropologia Social e Cultural e Arqueologia) Doutorado e Mestrado em Antropologia - Área de Concentração em Arqueologia - PPGAnt Departamento de Antropologia e Arqueologia Instituto de Ciências Humanas - ICH - http://www.ufpel.tche.br/ich/ Universidade Federal de Pelotas - UFPel Rua Alberto Rosa, 154 CEP 96010-770 - Pelotas RS - BRASIL - Fone: 053- 3284.5531
  • Ingrid Adrielle de Souza Freitas Santana PPGAnt – UFPel, Pelotas
  • Cícero Ney Pereira de Oliveira PPGAnt – UFPel, Pelotas – RS.

DOI:

https://doi.org/10.20396/rap.v12i2.8652808

Palavras-chave:

Arqueologia Histórica, racismo, negros, colonialismo, decolonialismo

Resumo

Nesse ensaio refletimos acerca das mais recentes discussões no universo da arqueologia, mais especificamente as pesquisas feitas sobre as sociedades de africanos que foram escravizados e seus descendentes nas Américas, bem como o processo de investigação ainda baseado em modelos racistas de interpretação. O texto relata estas formas de apreciação mais genéricas e propõe uma ideia diferente de apreciação para os sítios criados a partir da escravização moderna nas Américas.

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Biografia do Autor

Ingrid Adrielle de Souza Freitas Santana, PPGAnt – UFPel, Pelotas

GPCIE -Grupo de Pesquisa Cultura, Imaginário e Educação; Mestranda em Antropologia - Área de Concentração em Arqueologia – PPGAnt – UFPel, Pelotas – RS

Cícero Ney Pereira de Oliveira, PPGAnt – UFPel, Pelotas – RS.

GPCIE -Grupo de Pesquisa Cultura, Imaginário e Educação; Mestre em Memória e Patrimônio – UFPel (PPGMP), Doutorando em Antropologia - Área de Concentração em Arqueologia – PPGAnt – UFPel, Pelotas – RS.

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Publicado

2018-12-27

Como Citar

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Edição

Seção

Artigos