Direito à memória

vestígios arqueológicos, planejamento urbano e extroversão

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rap.v13i2.8657317

Palavras-chave:

Memória, Patrimônio arqueológico, Extroversão, Planejamento urbano

Resumo

Muitos são os dispositivos que tratam da preservação do patrimônio arqueológico, mas são poucas as ações que, de fato, atendem a esses dispositivos, sobretudo àquelas que envolvem o planejamento urbano e os setores dinâmicos da sociedade em municípios com forte crescimento urbano. Esse artigo, exploratório e reflexivo, baseado em análise qualitativa, fundamentado em evidências arqueológicas e documentos históricos, visa problematizar a forma como se tem efetivado o princípio da extroversão arqueológica, que consiste na expansão, comunicação, socialização, divulgação e publicização dos bens arqueológicos no município de São José dos Campos.

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Biografia do Autor

Valéria Regina Zanetti, Universidade do Vale do Paraíba

Pesquisadora do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da UNIVAP- Planjamento Urbano e Regional.

Henrique Dallago, Universidade do Vale do Paraíba

Mestre em Planejamento Urbano e Regional pela UNiversidade do Vale do Paraíba (Univap).

Cilene Gomes, Universidade do Vale do Paraíba

Doutorado em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo. Docente-pesquisador do PLUR da Universidade do Vale do Paraíba.

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Publicado

2019-12-19

Como Citar

ZANETTI, V. R.; DALLAGO, H. P.; GOMES, C. Direito à memória: vestígios arqueológicos, planejamento urbano e extroversão. Revista Arqueologia Pública, Campinas, SP, v. 13, n. 2, p. 124–145, 2019. DOI: 10.20396/rap.v13i2.8657317. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8657317. Acesso em: 5 dez. 2021.