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leituras e olhares feministas sobre a representação das mulheres em narrativas arqueológicas e visuais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/rap.v16i1.8663912

Palavras-chave:

Representação, Gênero, Raça, Narrativas visuais, Narrativas arqueológicas

Resumo

Este texto, tecido a muitas mãos, é inspirado na obra de Grada Kilomba, apresentando episódios de racismo, sexismo e outros vetores de normatização e opressão de corpos femininos, feminizados e racializados. Esses episódios passam também pela estereotipagem e/ou apagamento das mulheres no campo da arqueologia, das narrativas visuais e dos museus. Os episódios são circunscritos por meio de representações de mulheres em diferentes suportes, como documentários, exposições, livros e histórias em quadrinhos. A subalternização das mulheres, sobretudo, não brancas e periféricas é recorrente em diferentes tempos, espaços e discursos.  Dessa forma, como companheiras no escrever, compreendemos que as palavras tecidas são convites à ação: que desvendemos os episódios de violência simbólica nas narrativas que nos rodeiam, provocando releituras e insurgências.

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Biografia do Autor

Camila Azevedo de Moraes Wichers, Universidade Federal de Goiás

Doutora em Arqueologia (Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo) e Museologia (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa). Docente do Bacharelado em Museologia da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás (FCS/ UFG)
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFG)

Aluane de Sá da Silva, Universidade Federal de Goiás

Especialização Interdisciplinar em Patrimônio, Direito Cultural e Cidadania pelo Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Direitos Humanos, bacharel em Museologia pela Faculdade de Ciências Sociais e também em Comunicação Visual pela Faculdade de Artes Visuais, Universidade Federal de Goiás. Atua em Salvaguarda e Comunicação Museológica, por duas vezes esteve na Coordenação Geral da Rede de Educadores em Museus de Goiás (2015/2016) e (2011/2012). Principais áreas de interesse: Museologia, Direitos Culturais, Educação, Antropologia, Patrimônio Cultural.

Giovanna Silveira Santos, Universidade Federal de Goiás

Doutoranda em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Goiás (PPGAS/UFG), Mestra (2021) em Antropologia Social pelo mesmo programa, na linha: Etnografia dos Patrimônios, Memórias, Paisagens e Cultura Material. Graduada (2017) em Museologia pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás (FCS/UFG). Pesquisadora no Centro de Referência da Juventude de Goiás (CRJ-GO) desde 2014. Desenvolve pesquisa nas áreas de Antropologia, Museologia Comunitária e Social, com interesse nos temas: Movimento Hip Hop; Periferias; Memórias; Narrativas e Patrimônios, em diálogo com os marcadores sociais das diferenças. Integrante da Rede LGBT de Memória e Museologia Social e da Rede de Educadores em Museus de Goiás (REM-Goiás) desde 2015, na qual atuou como Coordenadora de Estudos e Articulação na gestão 2019-2020: Museus e Reexistências, e na Coordenação de Comunicação na gestão 2020-2021: Pluralizando Narrativas. Integrante do Grupo de Estudo e Pesquisa Museologia e Interdisciplinaridade (GEMINTER/CNPq), do Ser-Tão - Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade e do NEAP - Núcleo de Estudos de Antropologia, Patrimônio, Memória e Expressões Museais. Foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, pelo Programa Institucional de Iniciação Científica da Universidade Federal de Goiás, entre 2016 e 2017. É ativista da cultura Hip Hop, onde é cocriadora e integrante do Fórum Goiano de Hip Hop desde 2016.

Karlla Kamylla Passos dos Santos, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Mestra em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde na Linha de Pesquisa Estudo de Público / Audiência, na Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, onde desenvolveu a dissertação intitulada "Territórios pouco explorados: os registros de visitantes em livros de comentários da Casa da Ciência e Museu Ciência e Vida". Graduada em Museologia pela Universidade Federal de Goiás. Atua como professora substituta no curso de Museologia da Universidade Federal de Goiás. Está doutoranda em Museologia na Universidade Lusófona/Portugal.

Luciana Bozzo Alves, Universidade de São Paulo

Sou bacharel em Oceanografia pelo Centro Universitário Monte Serrat - Unimonte - Santos (2009), com mestrado em Arqueologia pelo Programa de Pós-Graduação do Museu de Arqueologia da Universidade de São Paulo - MAE/USP (2017) e Especialização em História da África e do Negro no Brasil pela Universidade Cândido Mendes - UCAM - Rio de Janeiro (2018). Atualmente, curso o doutorado em Arqueologia no MAE/USP, sob a orientação do prof. Dr. Camilo de Mello Vasconcellos e co-orientação da profa. Dra. Camila Azevedo de Moraes-Wichers. Meus interesses de pesquisa envolvem a Arqueologia Subaquática, a Arqueologia Afrodiaspórica, a Arqueologia Etnográfica e as discussões relacionadas ao patrimônio, notadamente o patrimônio negro. Minhas pesquisas abarcam, sobretudo, a Arqueologia Afrodiaspórica, com enfoque na relação das evidências materiais associadas ao tráfico de pessoas africanas escravizadas com a complexa logística empregada nos desembarques fora dos portos tradicionais. Busco desenvolver um enfoque multidisciplinar da Arqueologia, especialmente na interface terra/água, utilizando a Oceanografia como ferramenta ante os desafios das abordagens arqueológicas nesse tipo de compartimento. No doutorado, venho utilizando os preceitos da Arqueologia Subaquática voltados às possíveis interpretações das paisagens litorâneas, e da Arqueologia Etnográfica, como ferramenta para compreender a relação da comunidade do Quilombo da Fazenda Picinguaba, em Ubatuba, com sítios arqueológicos e, de forma geral, com paisagens e materialidades associadas ao período da vigência do sistema escravista na região. De 2009 a 2020 fiz parte da equipe técnica da Zanettini Arqueologia atuando como coordenadora de projetos.

Paula Cristina de Almeida Silva, Universidade Federal de Goiás

Doutoranda e mestra em Antropologia Social pela Universidade Federal de Goiás - UFG (2020), bacharela em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás - PUC/GO (2013). Pesquisadora na área de antropologia urbana, com ênfase em nos estudos de gênero, sexualidade, e nos estudos sobre lesbianidades e memórias lésbicas.

Wynne Borges Carneiro, Universidade Federal de Goiás

Estudante de Pós-Graduação. Atualmente fazendo mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal de Goiás. Decidiu-se enveredar pela antropologia social, não para abandonar a comunicação, mas por acreditar que ciências afins se somam e se complementam. O projeto de pesquisa do mestrado está se desenvolvendo na linha de pesquisa dos marcadores sociais da diferença. O projeto ainda incipiente pretende analisar a representatividade dos negrodescendentes da Diáspora Africana, nos museus. Além de antropóloga em formação, tem experiência em assessoria de comunicação e em outras áreas do jornalismo como, rádio e mídia impressa.

Zilda Vieira Simas Oliveira, Universidade Federal de Goiás

Possui graduação em Artes Visuais - Licenciatura pela Universidade Federal de Goiás (2004). Iniciou mestrado em Arte e Cultura Visual, também pela Universidade Federal de Goiás (2015). Profissional de Educação II na Secretaria Municipal de Educação de Goiânia, Goiás. Tem experiência na área de Artes, Literatura e Feminismo, com ênfase em História em Quadrinhos.

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Publicado

2021-06-28

Como Citar

MORAES WICHERS, C. A. de; DE SÁ DA SILVA, A.; SILVEIRA SANTOS, G. .; PASSOS DOS SANTOS, K. K. .; BOZZO ALVES, L. .; DE ALMEIDA SILVA, P. C. .; BORGES CARNEIRO, W. .; VIEIRA SIMAS OLIVEIRA, Z. . Entre nós:: leituras e olhares feministas sobre a representação das mulheres em narrativas arqueológicas e visuais. Revista Arqueologia Pública, Campinas, SP, v. 16, n. 1, p. 205–228, 2021. DOI: 10.20396/rap.v16i1.8663912. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8663912. Acesso em: 3 dez. 2021.