Novas figuras da razão em consonância com a sensibilidade

Autores

  • Lúcia Santaella Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.20396/resgate.v17i18.8645667

Palavras-chave:

Memória. Ciência. Arte. Tecnologia.

Resumo

Para discutir o tema proposto, parto de pressupostos pós-estruturalista na linha de Derrida e de pressupostos, semióticos na linha de C. C. Peirce, segundo os quais a linguagem está no cerne da consciência. Não há consciência nem quaisquer de seus atributos - subjetividade, memória, expectativa, sentimento, tempo, diálogo - sem a linguagem, assim como, sem a linguagem, não haverua ciência e tecnologia, pois estas são, pelo menos em principio, prolongamentos da capacidade humana de falar. Parece estar certa a Biblia ao afirmar que, no principio, era o verbo.

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Biografia do Autor

Lúcia Santaella, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Semiótica (PUC-SP).

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Como Citar

SANTAELLA, L. Novas figuras da razão em consonância com a sensibilidade. Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura, Campinas, SP, v. 17, n. 1, p. 9–16, 2009. DOI: 10.20396/resgate.v17i18.8645667. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/8645667. Acesso em: 2 dez. 2021.