Dossiê História Pública

  • Ricardo Santhiago Universidade Estadual de Campinas
Palavras-chave: História pública.

Resumo

A historiadora britânica Jill Liddington, em uma análise sobre as feições adquiridas pela história pública em diferentes países anglo-saxões, escreveu que “a história pública certamente é (e deve continuar sendo) um templo de tolerância”. Ela se referia à variedade de vocações e definições que esta expressão inegavelmente escorregadia e controversa é capaz de abrigar. Em sua visão, o ecletismo da prática e da área de história pública, amoldadas conforme seus contextos culturais e institucionais, seria um pecado muito menos grave do que a desatenção aos temas que ela põe em foco.

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Biografia do Autor

Ricardo Santhiago, Universidade Estadual de Campinas

Ricardo Santhiago é historiador e comunicólogo. É graduado em Jornalismo (PUC-SP, 2004), com especialização em Jornalismo Científico (Unicamp, 2006); mestre e doutor em História Social (USP, 2009/2013); pós-doutor em História (UFF, 2015). É professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, ensinando disciplinas relacionadas a metodologia de pesquisa e história e filosofia da ciência. É pesquisador do Laboratório de História Oral e Imagem (LABHOI-UFF), do GEPHOM - Grupo de Estudo e Pesquisa em História Oral e Memória (EACH-USP) e do MusiMid - Centro de Estudos em Música e Mídia (ECA-USP). É autor e organizador de diversas obras, dentre as quais se destacam os livros "Solistas dissonantes: História (oral) de cantoras negras" (2009), "Depois da utopia: A história oral em seu tempo" (2013), "História oral na sala de aula" (2015) e "História pública no Brasil: Sentidos e itinerários" (2016). 

Publicado
2015-01-22
Como Citar
Santhiago, R. (2015). Dossiê História Pública. Resgate: Revista Interdisciplinar De Cultura, 22(2), 3-4. https://doi.org/10.20396/resgate.v22i28.8645772