A imaginação da materialidade e a materialidade da imaginação

a memória que percorre as cidades

Palavras-chave: Cidade, Urbanismo, História urbana, Cidades imaginadas.

Resumo

Quais são os desígnios propostos pela História para pensar a relação entre pensamento e materialidade? Haveria alguma forma de olharmos para as ideias e traduzi-las em artefatos? Quais são os caminhos possíveis para a compreensão daquilo que a ideia colocou como marco de produção da vida urbana? Não haveria, por assim dizer, uma História que pudesse por à prova aquilo que a ideia não consegue concretizar, ou mesmo que a concretude não consegue transparecer? Se tais perguntas são feitas durante o ofício de pensar as cidades, aqueles que o carregam consigo não o fazem sem a angustiante trajetória de olhar para trás e observar seu próprio mundo, que se transfigura a cada passo e se transforma a cada nova percepção. Pois a materialidade, em si, não é nada mais do que a representação, para cada um, do significado subjacente às experiências de vida. A cidade, pois, habita no imaginário de cada um.

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Biografia do Autor

Sidney Piochi Bernardini, Universidade Estadual de Campinas

Docente do Departamento de Arquitetura e Construção da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp.

Fernando Atique, Universidade Federal de São Paulo

Professor Associado do Departamento de História da Universidade Federal de São Paulo. Doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo.

Referências

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Publicado
2019-06-18
Como Citar
Bernardini, S. P., & Atique, F. (2019). A imaginação da materialidade e a materialidade da imaginação. Resgate: Revista Interdisciplinar De Cultura, 27(1), 7-10. https://doi.org/10.20396/resgate.v27i1.8655694

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