Automedicação de psicofármacos entre estudantes universitários de odontologia e medicina

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/riesup.v7i0.8659934

Palavras-chave:

Psicotrópicos, Estudantes de medicina, Estudantes de odontologia, Saúde mental

Resumo

A vida acadêmica dos estudantes universitários exige dedicação e horas de estudos, de forma que muitos jovens para suportar o estresse e cansaço utilizam psicofármacos visando minimizar essas sensações. O objetivo desta pesquisa foi avaliar o uso de psicofármacos entre estudantes de medicina e odontologia. Trata-se de estudo descritivo, observacional, analítico e transversal, com 1.111 estudantes de duas instituições de ensino superior, regularmente matriculados nos cursos de medicina e odontologia, com idade igual ou superior a 18 anos.  Foi aplicado um questionário estruturado com questões objetivas. As análises estatísticas foram realizadas no programa SPSS 22, e o nível de significância estabelecido como p < 0,05. O uso de psicofármacos ao longo da vida foi informado por 36,7%, enquanto 14,7% fez uso no último mês. A frequência de uso de psicofármacos é maior em situações de estresse, perda familiar ou submissão a cirurgias pelos estudantes. 37,2% afirmaram que obtiveram os medicamentos sem prescrição médica. As classes farmacológicas mais utilizadas foram ansiolíticos, antidepressivos e psicoestimulantes. Estes últimos foram mais consumidos por estudantes de medicina (p<0,05; OR: 2,12). Entre os fatores precipitantes para início do uso estão a demanda do curso (41,6%), outros fatores (33,7%) e problemas familiares (29,1%). 90,8% afirmaram ter consciência dos riscos quanto ao uso.  O estudo verificou alta prevalência de uso não prescrito de psicofármacos entre os estudantes. Diante das necessidades encontradas, faz-se necessária a busca por estratégias de orientação e prevenção pelas universidades.

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Biografia do Autor

Aida Felisbela Leite Lessa Araujo, CENTRO UNIVERSITÁRIO CESMAC

Mestre em Pesquisa em Saúde pelo Centro Universitário CESMAC (CESMAC, 2019), Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL, 2012), Residência Médica em Psiquiatria pelo Hospital Universitário Professor Alberto Antunes dessa mesma universidade (UFAL, 2016). Apresenta Título de Especialista reconhecido pela Associação Brasileira de Psiquiatria e Associação Médica Brasileira (ABP/AMB). Aperfeiçoada em Psicogeriatria no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC/FMUSP-USP). Atua como Médica Psiquiatra da Universidade Federal de Alagoas e na Clínica Vívida, Professora de Psiquiatria do curso de Medicina do Centro Universitário CESMAC .

Mara Cristina Ribeiro, Centro Universitário CESMAC

Terapeuta Ocupacional (USP), com Especialização em Saúde Pública (UNAERP), Mestrado em Enfermagem Psiquiátrica (USP) e Doutorado em Ciências (USP). É Professora Permanente do Programa de Mestrado Profissional de Pesquisa em Saúde do Centro Universitário CESMAC e Professora Titular da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas onde, atualmente, exerce o cargo de Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação.

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Publicado

2021-02-28

Como Citar

LEITE LESSA ARAUJO, A. F.; CRISTINA RIBEIRO, M.; DIAS VANDERLEI, A. Automedicação de psicofármacos entre estudantes universitários de odontologia e medicina. Revista Internacional de Educação Superior, Campinas, SP, v. 7, p. e021037, 2021. DOI: 10.20396/riesup.v7i0.8659934. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/riesup/article/view/8659934. Acesso em: 18 ago. 2022.

Edição

Seção

Pesquisas