Residências multiprofissionais em saúde: formação ou trabalho?

Autores

  • Terezinha de Fátima Rodrigues Universidade Federal de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.20396/sss.v15i1.8647309

Palavras-chave:

Residências multiprofissionais. Saúde. Formação. Trabalho

Resumo

Este artigo efetua a reflexão sobre os Programas de Residências Multiprofissionais em Área Profissional de Saúde aprofundando elementos da ambiguidade existente em sua natureza: formação ou trabalho. Traz aspectos desta inserção, em tempos de precarização tanto da formação quando do trabalho e seus impactos no cotidiano dos residentes. Se coloca na perspectiva de refletir alguns dos desafios colocados aos Programas nesta modalidade de formação profissional.

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Biografia do Autor

Terezinha de Fátima Rodrigues, Universidade Federal de São Paulo

Graduação em Serviço Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1990), Mestrado (1996) e Doutorado (2006) em Serviço Social pela PUC/SP. Professora do curso de Serviço Social da UNIFESP/BS. Tem experiência na área de Serviço Social, atuando principalmente nos seguintes temas: serviço social, ética profissional, trabalho, direitos, direitos humanos, política de assistência social e habitação. Representante da microrregião (ABC e Baixada Santista) na Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social

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Publicado

2016-10-24

Como Citar

RODRIGUES, T. de F. Residências multiprofissionais em saúde: formação ou trabalho?. Serviço Social e Saúde, Campinas, SP, v. 15, n. 1, p. 71–82, 2016. DOI: 10.20396/sss.v15i1.8647309. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/sss/article/view/8647309. Acesso em: 2 dez. 2022.

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